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<p>Assunto estará em discussão nesta 5ª feira (7.mai.2026) na reunião entre Lula e Trump, na Casa Branca</p>
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<p data-path-to-node="1">A recente venda da mineradora de terras-raras <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://svpm.com.br/en/home/" target="_blank" rel="noopener">Serra Verde</a>, localizada em Minaçu (GO), para a norte-americana USA Rare Earth por US$ 2,8 bilhões em abril de 2026, tem sido usada pelo governo e aliados como mote para o discurso de que o governo defende o Brasil da exploração estrangeira. Embora o presidente <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://monitor.poder360.com.br/politicos-do-brasil/929674?ano=0&;_gl=1*1sbcs60*_ga*OTU3MTk0OTkwLjE3NjgzMDY1MjE.*_ga_HGJJJTZ4BN*czE3NzgxMDMzMDUkbzE3NyRnMSR0MTc3ODExNDExMyRqNTYkbDAkaDA." target="_blank" rel="noopener">Luiz Inácio Lula da Silva</a> (PT), aliados e parte da mídia estejam sugerindo que o governo de Goiás <em>“entregou”</em> uma empresa estratégica brasileira ao capital norte-americano, a mineradora nunca pertenceu de fato ao Brasil. Além disso, o governo federal teve ciência e participação em todo o processo, mas optou por não interferir.</p>
<p data-path-to-node="1">A exploração de minerais críticos em solo brasileiro será um dos temas a serem tratados por Lula com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), em reunião na Casa Branca nesta 5ª feira (7.mai.2026). A postura do petista em relação aos minerais raros é protecionista. Em visita à Índia em fevereiro, Lula disse que o Brasil deve aproveitar suas reservas para impulsionar a indústria nacional: <em>“Nós não queremos apenas exportar matéria-prima. Queremos produzir aqui e gerar emprego aqui”</em>, declarou.</p>
<p data-path-to-node="1">O governo enviou e a Câmara aprovou na 4ª feira (6.mai) o projeto de lei que regulamenta o setor e permite que o governo vete a venda de mineradoras para empresas estrangeiras. Também autoriza incentivos fiscais para companhias que processarem e transformarem materiais no Brasil. Já para os EUA, é <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/destaque-em-cti/as-varias-faces-da-questao-terras-raras-e-a-corrida-pelo-dominio-cientifico-tecnologico" target="_blank" rel="noopener">importante</a> achar outra fonte de minerais raros (neste caso, o Brasil) para não depender exclusivamente da China, que domina cerca de 90% do processamento e refino de terras-raras no mundo. O Brasil também tenta evitar ser punido pelos EUA, que reclamam de práticas comerciais desleais dos brasileiros.</p>
<p data-path-to-node="4">A Serra Verde foi constituída em 2010 com capital integralmente estrangeiro: <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.denhamcapital.com/" target="_blank" rel="noopener" data-reader-unique-id="43"><span data-reader-unique-id="44">Denham Capital</span></a><span data-reader-unique-id="45"> (Boston), </span><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://emgtx.com/" target="_blank" rel="noopener" data-reader-unique-id="46"><span data-reader-unique-id="47">Energy &; Minerals Group</span></a><span data-reader-unique-id="48"> (Houston) e </span><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.vision-blue.com/" target="_blank" rel="noopener" data-reader-unique-id="49"><span data-reader-unique-id="50">Vision Blue Resources</span></a><span data-reader-unique-id="51"> (Reino Unido, do ex-CEO da Xstrata Mick Davis). Não há fundador brasileiro, não há fundo nacional. A operação representou uma troca de controle entre grupos estrangeiros, e não a venda de uma empresa brasileira a estrangeiros.</span> O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou empréstimos para apoio do empreendimento controlado por estrangeiros em 2025, no governo Lula.</p>
<p data-reader-unique-id="61"><span data-reader-unique-id="62">O que se deu em abril de 2026 foi o capital estrangeiro mudar de mãos —saiu da estrutura euro-americana e foi para outra empresa americana. Só isso.</span><span data-reader-unique-id="63"> </span></p>
<p data-reader-unique-id="64"><span data-reader-unique-id="65">E Goiás não autorizou nada —não tinha competência, apesar de o governo goiano </span><span data-reader-unique-id="67">ter assinado um documento</span><span data-reader-unique-id="68"> com o governo dos EUA que foi descrito como </span><i data-reader-unique-id="69"><span data-reader-unique-id="70">“declaração de intenções de boa-fé”</span></i><span data-reader-unique-id="71"> quando a Serra Verde está para ser vendida. O fato é que </span><b data-reader-unique-id="72">o subsolo é da União</b><span data-reader-unique-id="73">, conforme determina o artigo 20, inciso 9 da </span><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm" target="_blank" rel="noopener" data-reader-unique-id="74"><span data-reader-unique-id="75">Constituição Federal</span></a><span data-reader-unique-id="76">. Concessão de lavra é de competência federal. Transferência de titularidade é federal. Análise de capital estrangeiro em ativo estratégico é federal. Os Estados fazem licenciamento ambiental, e nada mais. A operação de venda da Serra Verde não passou em momento algum pelo governo de Goiás —passou pela União, e a União não fez nada.</span><span data-reader-unique-id="77"> </span></p>
<p data-path-to-node="4">O fato é que o Brasil teve 3 chances de agir e não atuou em nenhuma delas quando se tratava de regular o uso e exportação de suas terras-raras. Essa inação atravessou os governos Lula 2, Dilma 1, Dilma 2, Temer, Bolsonaro e Lula 3.</p>
<p data-path-to-node="4">A 1ª foi durante o governo Lula 2, no qual a concessão de lavra foi outorgada sem condicionantes. Por 14 anos, a Serra Verde exportou praticamente todo o seu minério bruto para a Shenghe Resources (empresa parcialmente estatal chinesa sediada em Chengdu, fundada em 1998). Durante os governos de Lula, Dilma, Temer e Bolsonaro, não houve qualquer objeção à entrega de matéria-prima de baixo valor agregado à China. O PT passou a se manifestar apenas quando os insumos deixaram de ir para o mercado chinês.</p>
<p data-path-to-node="8">A 2ª chance foi em agosto de 2025, na qual a agência americana DFC (US Development Finance Corporation) aprovou um empréstimo de US$ 465 milhões à Serra Verde, elevado para US$ 565 milhões em dezembro. Com isso, a mineradora encerrou unilateralmente os contratos com a China 7 anos antes do previsto. A operação é pública e foi divulgada pelo jornal britânico <i data-path-to-node="10" data-index-in-node="366">Financial Times</i> em novembro de 2025. Em outubro de 2025, Lula se encontrou com o presidente dos EUA <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump" target="_blank" rel="noopener">Donald Trump</a> (Partido Republicano) na Malásia, com o tema na mesa. Ainda assim, Itamaraty, ANM (Agência Nacional de Mineração), MME (Ministério de Minas e Energia) e Casa Civil não interferiram.</p>
<p data-path-to-node="11">Já a 3ª chance se deu em 1º de abril de 2026, quando o <i data-path-to-node="11" data-index-in-node="76">FT</i> revelou que o empréstimo da DFC continha cláusulas determinando o destino comercial do minério. O chefe de investimentos da DFC, Conor Coleman, confirmou ao jornal que havia controles para garantir que os metais fossem <em>“para os Estados Unidos e países alinhados”</em>, excluindo explicitamente a China. 20 dias depois, a USA Rare Earth comprou a Serra Verde, estabelecendo um contrato de fornecimento exclusivo de 15 anos a uma SPV americana.</p>
<p data-path-to-node="13">Enquanto o partido classificava a ação de Goiás como <em>“um verdadeiro ataque à soberania nacional”</em>, o Itamaraty respondia ao <i data-path-to-node="13" data-index-in-node="243">FT</i> sobre as cláusulas de exclusividade comercial dizendo que <i data-path-to-node="13" data-index-in-node="293">“equipes técnicas de Brasília e Washington estão tratando do assunto em reuniões regulares”</i>. A declaração mostra que o governo federal sabia da operação, sabia que era uma negociação federal e não estadual e tinha competência para intervir caso quisesse.</p>
<p data-path-to-node="16">Depois do tarifaço de Trump em julho de 2025, o governo Lula alimentou a campanha <em>“O Brasil é dos Brasileiros”.</em> Mas apenas agora, com a Serra Verde já transferida para o controle dos Estados Unidos, o governo Lula decidiu enviar ao Congresso um projeto de lei sobre minerais críticos.</p>
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<p><a href="https://www.poder360.com.br/poder-infra/mina-de-terras-raras-vendida-a-empresa-dos-eua-nunca-foi-brasileira/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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