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<p>Segundo o governo do Estado, 91% das famílias aderiram ao programa de desocupação; 280 casas tiveram portas, telhados ou janelas retirados, 103 foram emparedadas e 14 demolidas</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">VAN CAMPOS/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/05/fta20250516072-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/05/fta20250516072-676x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Até julho, 280 casas tiveram portas, telhados ou janelas retirados, 103 foram emparedadas e 14 demolidas<br /></span></div>
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<p>A desocupação da <strong>favela do Moinho</strong>, situada na região central de <strong>São Paulo</strong>, está em andamento, com mais da metade das <strong>famílias já realocadas</strong>. De acordo com a Secretaria de Habitação do estado, das 880 famílias que viviam na comunidade, 441 já deixaram o local. A favela do Moinho é a última comunidade desse tipo na área central da cidade. Desde o início do processo de desocupação, há cerca de três meses, 280 imóveis perderam suas características residenciais, 103 foram emparedados e 14 estão em processo de demolição. O governo do estado de São Paulo informou que 91% das famílias optaram por aderir ao programa de desocupação. Até o momento, 806 famílias já se inscreveram no programa, e 615 delas já têm um destino definido ou estão em processo de receber auxílio moradia por meio de carta de crédito individual. A Secretaria de Habitação tem conduzido o processo de forma independente, enquanto o Ministério da Cidade ainda resolve questões burocráticas para participar efetivamente da operação.</p>
<p>No entanto, a desocupação não ocorreu sem controvérsias. Houve relatos de manifestações e alegações de que a remoção foi feita com violência, o que levou à intervenção do Ministério. A situação gerou debates sobre a forma como o processo foi conduzido e a necessidade de garantir que os direitos dos moradores fossem respeitados. A presença de forças de segurança e a maneira como algumas famílias foram retiradas do local foram pontos de crítica por parte de organizações de direitos humanos.</p>
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<p>O terreno, pertencente à União, foi cedido ao governo estadual, que planeja a construção de um parque na área, por onde passam duas linhas de trem. A proposta de revitalização do espaço visa transformar a região em um ponto de lazer e convivência para a população, mas a execução do projeto ainda depende de uma série de aprovações e ajustes.</p>
<p>*<em>Com informações de Beatriz Manfredini</em></p>
<p>*<em>Reportagem produzida com auxílio de IA</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/metade-das-familias-ja-deixou-a-favela-do-moinho-informa-secretaria-da-habitacao-de-sao-paulo.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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