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<p>Levantamento da Associação Brasileira de Bebidas Destiladas também mostra que, do volume total de bebidas destiladas consumidas no país, 28% são ilegítimas</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação / Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/175917924568daf1edf2831_1759179245_3x2_lg-314x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/175917924568daf1edf2831_1759179245_3x2_lg-683x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Estudo revela que o mercado ilegal de bebidas destiladas no Brasil impôs um prejuízo de R$ 28 bilhões à economia e à saúde pública do país<br /></span></div>
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<p>Um estudo da Associação Brasileira de Bebidas Destiladas (ABBD) revelou que o mercado ilegal de bebidas destiladas no <strong>Brasil</strong> impôs um prejuízo de R$ 28 bilhões à economia e à saúde pública do país. O valor é superior aos gastos com segurança pública e equivale a cerca de 12% do orçamento anual do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O estudo aponta que, do volume total de bebidas destiladas consumidas no Brasil, 28% são ilegais. Essas bebidas têm origem em contrabando, descaminho, produção sem registro e, principalmente, falsificação.</p>
<p>Entre as formas de ilícito, a falsificação é considerada a mais prejudicial tanto para o setor produtivo quanto para os consumidores. O método mais comum de fraude envolve a reutilização de garrafas de destilados de marcas mais caras, conhecidas como “refis”. A embalagem original confere a aparência de um produto legítimo, mas o conteúdo é adulterado ou falsificado.</p>
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<h3><strong>Riscos à saúde</strong></h3>
<p>O grande perigo para a saúde pública reside na composição das bebidas falsificadas. Em muitos casos, os criminosos utilizam álcool impróprio para consumo humano, como o <strong>metanol</strong>, que pode levar a intoxicações graves e até mesmo a óbitos. Os casos recentes de intoxicação por metanol já fizeram vítimas pelo país.</p>
<p>Além do impacto direto na saúde, o mercado ilegal causa um grande rombo nos cofres públicos devido à sonegação de impostos. O estudo aponta que a falta de fiscalização adequada contribui diretamente para a manutenção e crescimento desse cenário.</p>
<p>Para o consumidor, a diferença de preço pode ser um indicativo de fraude: um whisky falsificado, por exemplo, pode ser comercializado com uma diferença de até 48% em relação ao preço do produto original.</p>
<p><em>*Com informações de Danúbia Braga</em></p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/mercado-ilegal-de-alcool-no-brasil-gera-prejuizo-de-r-28-bilhoes-aponta-estudo.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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