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Menopausa e diabetes: Um desafio silencioso para muitas mulheres

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 3<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>A menopausa&comma; uma fase natural e inevitável na vida de toda mulher&comma; pode trazer consigo uma série de desafios de saúde&comma; e um dos mais relevantes&comma; porém muitas vezes subestimado&comma; é a sua relação com o <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;assuntos&sol;saude-de-a-a-z&sol;d&sol;diabetes" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">diabetes<&sol;a>&period; Milhões de mulheres em todo o mundo enfrentam essa conexão complexa&comma; que pode impactar significativamente sua qualidade de vida&period; Por isso&comma; é fundamental que haja maior conscientização&comma; diagnóstico precoce e suporte adequado para lidar com essa interseção de condições&comma; conforme explica o médico ginecologista especializado em saúde metabólica e longevidade&comma; Dr&period; Jorge Valente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo ele&comma; durante a <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;ginecousp&period;com&period;br&sol;post&sol;transi&percnt;C3&percnt;A7&percnt;C3&percnt;A3o-menopausal-como-conduzir" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">transição menopáusica<&sol;a>&comma; as flutuações hormonais&comma; em particular a diminuição dos níveis de estrogênio&comma; exercem uma influência direta sobre a forma como o corpo gerencia a glicose&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Essa alteração hormonal pode levar a um aumento da resistência à insulina&comma; fazendo com que as células do corpo se tornem menos responsivas à ação desse hormônio cuja produção acontece no pâncreas e&comma; consequentemente&comma; elevando os níveis de açúcar no sangue”&comma; destaca o médico&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Adicionalmente&comma; o ganho de peso&comma; que é comum nessa fase da vida&comma; e a redistribuição da gordura corporal para a região abdominal &lpar;obesidade central&rpar; são fatores que contribuem significativamente para o risco de desenvolver diabetes tipo 2 ou agravar um quadro já existente<&sol;strong>”&comma; completa Dr&period; Jorge Valente&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>SINTOMAS A FICAR ATENTA<&sol;strong><br &sol;>Os sintomas do diabetes&comma; especialmente na menopausa&comma; podem ser silenciosos e&comma; por vezes&comma; facilmente confundidos com os próprios sinais da transição menopáusica&comma; o que pode atrasar o diagnóstico&period; Por isso&comma; o médico afirma que é importante estar atenta a sinais como&colon; aumento da sede e micção frequente – particularmente durante a noite&semi; fadiga e falta de energia persistente – mesmo após períodos adequados de descanso e visão embaçada – flutuações nos níveis de glicose podem temporariamente afetar a acuidade visual&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Outros sintomas como a cicatrização lenta de feridas&semi; infecções frequentes &lpar;especialmente infecções urinárias e fúngicas recorrentes&rpar;&semi; formigamento ou dormência nas mãos e pés&comma; fator considerado um indicativo de neuropatia diabética e a perda inexplicável de peso apesar de um apetite normal ou até mesmo aumentado&comma; também merecem atenção<&sol;strong>”&comma; alerta o especialista&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>DADOS QUE PREOCUPAM<&sol;strong><br &sol;>A intensa relação entre menopausa e diabetes é confirmada por dados estatísticos que ressaltam a necessidade de atenção&period; Estudos demonstram que mulheres na pós-menopausa apresentam um risco significativamente maior de desenvolver diabetes tipo 2 em comparação com as mulheres na pré-menopausa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo dados resultantes do estudo EPIC-InterAct &OpenCurlyDoubleQuote;Idade na menopausa&comma; expectativa de vida reprodutiva e risco de diabetes tipo 2”&comma; realizado na Itália&comma; Espanha&comma; Reino Unido&comma; Holanda&comma; França&comma; Alemanha&comma; Suécia e Dinamarca&comma; aproximadamente 30&percnt; das mulheres na menopausa podem apresentar diabetes&comma; e a prevalência de síndrome metabólica &lpar;um conjunto de condições que aumentam o risco de diabetes e doenças cardiovasculares&rpar; é notavelmente maior em mulheres após a menopausa&period; Além disso&comma; a menopausa precoce &lpar;antes dos 40 anos&rpar; está associada a um risco três vezes maior de desenvolver múltiplas condições crônicas&comma; incluindo diabetes tipo 2&comma; na faixa dos 60 anos&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Estes dados reforçam a importância de estratégias preventivas e proativas de cuidados&period; Isso inclui a adoção de hábitos de vida mais saudáveis&comma; como por exemplo a prática regular de exercícios físicos&comma; alimentação balanceada&comma; hidratação adequada&comma; controle de peso e boa qualidade do sono<&sol;strong>”&comma; diz o ginecologista&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Além destes&comma; o especialista reforça também a importância do monitoramento glicêmico&comma; com a realização regular de exames de medição de glicemia em jejum e de hemoglobina glicada &lpar;HbA1c&rpar;&comma; medidas consideradas essenciais o diagnóstico precoce e o acompanhamento eficaz da condição&comma; permitindo ajustes no tratamento conforme necessário&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Nunca é demais lembrar que o diagnóstico e tratamento adequado deve ser feito por um profissional qualificado&comma; de maneira individualizada&comma; conforme avaliação de cada paciente&period; Esse acompanhamento pode e deve ser feito de maneira multidisciplinar&comma; associando o acompanhamento do médico ginecologista com o endocrinologista e o apoio psicológico realizado por um psicólogo<&sol;strong>”&comma; ressalta o Dr&period; Jorge Valente&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;menopausa-e-diabetes-um-desafio-silencioso-para-muitas-mulheres&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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