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<p>Ministra apresentou dados sobre as queimadas no país, mas disse que os números ainda serão atualizados</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">CLÁUDIO REIS/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2023/10/enq20231013007-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2023/10/enq20231013007-677x450.jpg"><br />
								</source></source></picture><span class="image_credits">&#8220;O prejuízo para o meio ambiente, para a saúde, patrimônio público e privado é imensurável&#8221;, declarou Marina<br /></span></div>
<p>A ministra do Meio Ambiente e da Mudança Climática, <strong>Marina Silva</strong>, afirmou nesta quinta-feira (19) que os produtores rurais brasileiros estão tendo um “prejuízo enorme” com as <strong>queimadas</strong> que se espalharam pelo país. A declaração foi dada em reunião no <strong>Palácio do Planalto</strong> com governadores e outros ministros sobre o combate aos incêndios. “Os proprietários estão tendo um prejuízo enorme. Esse é um período em que a garapa da cana de açúcar, como a gente chama, está altamente densa, a temperatura faz com que essa garapa fique caramelizada e constitua prejuízo para o produtor”, declarou a ministra.</p>
<p>Marina ressaltou que o Estado de<strong> São Paulo</strong> é o que mais tem estrutura para combater incêndios, mas, mesmo assim, precisou pedir ajuda ao governo federal. “Na conversa que tive com o governador <strong>Tarcísio</strong> (de Freitas), ele me dizia: a sensação que tenho é como se estivéssemos colocando uma gota d’água”, contou. A ministra defendeu o aumento da pena para quem provoca incêndios, assunto que está em debate entre o Palácio do Planalto e o <strong>Congresso</strong>. “Se alguém chegar e colocar fogo dentro da nossa casa, isso tem um nome, é crime hediondo. Agora, alguém toca fogo no seu canavial, na sua fazenda e tem uma pena de dois a seis anos no máximo. É um debate profícuo”, disse Marina.</p>
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<p>Durante a reunião, da qual também participaram os ministros Rui Costa (Casa Civil), Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional), Marina apresentou dados sobre as queimadas no País, mas disse que os números ainda serão atualizados. Neste ano, até 15 de setembro, houve 690 incêndios em todo o território nacional, segundo a ministra. Desse total, afirmou, 298 foram extintos, cerca de 179 estão controlados, 108 estão sendo combatidos e 106 não contam com nenhuma forma de combate, devido a situações de difícil acesso.</p>
<p>“Temos 58% do nosso território em situação de seca e cerca de um terço do nosso território em situação de seca severa. A proibição que foi feita pelos governadores dos Estados do uso do fogo é fundamental e foi fundamental. Nesse momento, todo e qualquer uso do fogo se constitui numa ação criminosa, já que está proibido em todo o território nacional. O prejuízo para o meio ambiente, para a saúde, patrimônio público e privado é imensurável”, declarou Marina. Padilha, por sua vez, agradeceu o esforço feito pelos governadores para combater os incêndios e exaltou a união entre os governos estaduais e federal. “Toda vez que a gente agiu de forma conjunta, integrada, lá no Estado, o impacto foi ainda mais positivo, mais efetivo”, disse o ministro da SRI.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo</em><br /><em>Publicado por Marcelo Bamonte</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/marina-diz-em-reuniao-com-governadores-que-produtores-tem-prejuizo-enorme-com-queimadas.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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