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“Maré vermelha“ deixa litoral norte de SP em alerta; entenda

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Um fenômeno conhecido como &OpenCurlyDoubleQuote;maré vermelha” tem sido observado nas regiões de São Sebastião e Ilhabela&comma; no litoral norte de São Paulo&comma; desde meados de janeiro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O deslocamento da mancha vermelha produzida pela alta concentração de <em>Mesodinium rubrum<&sol;em>&comma; um micro-organismo capaz de impactar o ecossistema marinho&comma; é acompanhado por satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais &lpar;Inpe&rpar;&period; Conforme o Inpe&comma; em grande quantidade&comma; a alga pode causar a falta de oxigênio na água&comma; o que é um risco para a vida aquática&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O governo de São Paulo também acompanha o fenômeno por meio de um grupo de trabalho intersecretarial que inclui a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo &lpar;Cetesb&rpar;&period; Segundo a companhia&comma; a grande mancha já se dissipou&comma; mas o monitoramento continua&period; Não há&comma; até o momento&comma; restrição ao consumo de mexilhões e outros frutos do mar no Estado e alerta de floração de microalgas no litoral&period;<&sol;p>&NewLine;<aside class&equals;"read-too read-too--with-img">&NewLine;<h2 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;title'&gt&semi;Leia mais&lt&semi;&sol;h2&gt&semi; &lt&semi;ul class&equals;" read-too&lowbar;&lowbar;list&equals;""> <&sol;h2>&NewLine;<li class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;list-item"> <picture class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;picture"> <&sol;picture>&NewLine;<h3 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;post-title">&&num;8220&semi;Só joga lixo quem é corno&&num;8221&semi;&colon; Prefeitura de MG satiriza descarte irregular<&sol;h3>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<li class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;list-item"> <picture class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;picture"> <&sol;picture>&NewLine;<h3 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;post-title">Mulher sobrevive após ficar submersa por 3 minutos em enchente&colon; &&num;8220&semi;Milagre&&num;8221&semi;<&sol;h3>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<li class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;list-item"> <picture class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;picture"> <&sol;picture>&NewLine;<h3 class&equals;"read-too&lowbar;&lowbar;post-title">Chuva de granizo danifica mansões de Simone Mendes e Deolane em SP <&sol;h3>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<&sol;aside>&NewLine;<p>O primeiro registro feito pelos satélites do Inpe aconteceu no dia 10 de janeiro&period; No dia 15&comma; a mancha estava em dois pontos&comma; próximos a São Sebastião e Ilhabela&period; Cinco dias depois&comma; a maré vermelha ocupava uma grande extensão da costa&comma; entre as duas cidades&comma; chegando até o arquipélago de Alcatrazes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ainda segundo o Inpe&comma; embora o <em>Mesodinium<&sol;em> não seja tóxico&comma; esse organismo serve de alimento para plânctons do gênero <em>Dinophysis<&sol;em>&comma; que podem produzir toxinas perigosas para a saúde humana&period; Em 2016&comma; uma floração dessa alga levou ao embargo do consumo de ostras e mexilhões no litoral paulista&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O monitoramento é realizado pelo Laboratório de Instrumentação de Sistemas Aquáticos &lpar;LabISA&rpar;&comma; do instituto&comma; em parceria com o Centro de Biologia Marinha da USP &lpar;CEBIMar&rpar; e com o Laboratório de Computação Geoespacial para Pesquisa Ambiental da Universidade Estadual de Mississippi &lpar;EUA&rpar;&period; As imagens de satélite da Agência Espacial Europeia &lpar;ESA&rpar; permitem acompanhar a mancha em uma escala espacial maior&comma; possibilitando a identificação precisa das áreas afetadas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Um grupo de trabalho do governo paulista&comma; integrado pelas secretarias de Saúde&comma; Agricultura e Abastecimento e Meio Ambiente&comma; Infraestrutura e Logística&comma; que acompanha as florações de microalgas&comma; recomenda que a população evite nadar ou praticar esportes náuticos em locais com manchas de coloração suspeita&comma; já que algumas pessoas podem apresentar coceiras e irritação na pele&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a pesquisadora Áurea Ciotti&comma; do CEBIMar&sol;USP&comma; durante a primavera e verão&comma; o litoral norte de São Paulo recebe águas muito frias trazidas pelos ventos e correntes de regiões profundas em direção à superfície e à costa&period; Essas águas são ricas em nutrientes e estimulam o crescimento de microalgas marinhas que&comma; como as plantas terrestres&comma; realizam a fotossíntese&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Neste verão de 2025&comma; as manchas foram observadas no litoral norte e a análise das amostras identificou que elas eram causadas por um pequeno protozoário chamado <em>Mesodinium rubrum<&sol;em>&period; &OpenCurlyDoubleQuote;As marés vermelhas ocorrem quando há um acúmulo de microalgas pigmentadas&comma; alterando a cor da água&period; A fonte dessa coloração é um conjunto de pigmentos que esses organismos possuem dentro das células&comma; que facilitam a absorção de luz solar para realizar a fotossíntese”&comma; explica&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ainda segundo a pesquisadora da USP&comma; embora o <em>Mesodinium<&sol;em> não produza toxinas&comma; ele é o principal alimento de outro organismo microscópico&comma; o <em>Dinophysis<&sol;em>&comma; que produz uma toxina capaz de causar intoxicações em humanos&period; A intoxicação se dá pelo consumo de pescados que acumulam esses organismos ao se alimentarem&comma; filtrando a água do mar&comma; como os mexilhões&comma; por exemplo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Uma extensa floração tóxica de <em>Dinophysis<&sol;em> aconteceu entre maio e julho de 2016&comma; em toda a faixa litorânea de Santa Catarina e São Paulo&comma; levando ao embargo comercial na produção e no consumo de ostras e mexilhões nos dois Estados&period; A pesquisadora lembra que&comma; no caso do Mesodinium&comma; seu monitoramento pode ser um mecanismo de alerta para potenciais florações de <em>Dinophysis<&sol;em>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Navegando pelas proximidades de Ilhabela&comma; o ambientalista Júlio Cardoso&comma; do projeto Baleia à Vista&comma; observou que a &OpenCurlyDoubleQuote;maré vermelha” atrai também peixes e cetáceos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Observamos algumas orcas&comma; raias e até um tubarão-baleia que foram atraídos por camarões e outras presas que vieram atrás dos plânctons&comma; algas e outros micro-organismos&period; A corrente que faz surgir o fenômeno é rica em matéria orgânica e nutrientes depositados no fundo do mar”&comma; disse&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Prefeitura de São Sebastião diz ter participado&comma; no último dia 4&comma; de uma coleta de mexilhões na Praia de Toque-Toque Grande e na Praia da Cigarra&comma; em parceria com a Coordenadoria de Defesa Agropecuária&comma; do governo estadual&comma; com a finalidade de manter o controle higiênico-sanitário dos mexilhões destinados ao consumo humano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O controle foi reforçado diante da recente observação do fenômeno da &OpenCurlyDoubleQuote;maré vermelha”&comma; registrado em janeiro no Canal de São Sebastião e Ilhabela&period; A análise confirmou a predominância do<em> Mesodinium rubrum<&sol;em>&comma; que não é tóxico&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;mas reforça a necessidade de monitoramento contínuo para prevenir impactos ambientais e riscos à saúde pública”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Prefeitura de Ilhabela informou que acompanha o deslocamento da mancha e que&comma; de acordo com o grupo de trabalho intersecretarial&comma; até agora não foram identificadas algas tóxicas nos materiais coletados&period; Ainda assim&comma; o município reforça a recomendação de evitar nadar ou praticar esportes náuticos em locais com manchas de coloração suspeita&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Recomendação no litoral sul de SC<&sol;h2>&NewLine;<p>Na última sexta-feira &lpar;7&rpar;&comma; a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina &lpar;Cidasc&rpar; manteve a recomendação de não consumo de mexilhões procedentes do município de Imbituba&comma; no litoral sul do Estado&period; Amostras enviadas para análise em laboratório do Ministério da Agricultura e Pecuária apontaram a presença de toxinas em índice acima do permitido pela legislação em espécimes recolhidos nos costões do município&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Amostras também foram colhidas no litoral de Laguna&comma; mas os resultados foram negativos&period; Nas outras áreas de cultivo de ostras e mexilhões monitorados semanalmente pela companhia não foram detectados níveis de toxinas que levassem à suspensão destas áreas&period; Em janeiro&comma; uma extensa faixa do litoral apresentou manchas causadas pela &OpenCurlyDoubleQuote;maré vermelha”&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;cnnbrasil&period;com&period;br&sol;nacional&sol;sudeste&sol;sp&sol;mare-vermelha-deixa-litoral-norte-de-sp-em-alerta-entenda&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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