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Litoral de SP vive escalada de violência desde morte de soldado da Rota e operações da PM

<p><&sol;p>&NewLine;<p>Dois policiais militares foram mortos no dia 27 de julho&comma; em Guarujá&comma; o que desencadeou uma grande mobilização das forças de segurança&comma; com 600 agentes de equipes especializadas<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">DANIEL TEIXEIRA&sol;ESTADÃO CONTEÚDO<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;09&sol;design-sem-nome-2025-09-16t133229&period;515-345x207&period;png"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;09&sol;design-sem-nome-2025-09-16t133229&period;515-750x450&period;png"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Movimentação policial na Avenida Doutor Roberto de Almeida Vinhas&comma; em Praia Grande&comma; onde o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi assassinado<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>O assassinato de <strong>Ruy Ferraz Fontes<&sol;strong>&comma; ex-delegado-geral de <strong>São Paulo<&sol;strong>&comma; na <strong>Praia Grande<&sol;strong>&comma; nesta segunda-feira &lpar;15&rpar;&comma; é mais um capítulo de uma série de episódios de violência entre as forças de segurança e o crime organizado no litoral de São Paulo&period; Fontes era conhecido pela atuação contra o Primeiro Comando da Capital &lpar;<strong>PCC<&sol;strong>&rpar;&period; Os conflitos na região escalaram desde meados de 2023&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em dezembro daquele ano&comma; o próprio Fontes foi vítima de um assalto na Praia Grande&period; Ao <b>Estadão<&sol;b>&comma; o ex-delegado-geral havia relatado preocupação&colon; &OpenCurlyDoubleQuote;Eu combati esses caras durante tantos anos e agora os bandidos sabem onde moro&period; Minha família&comma; agora&comma; quer que eu deixe o emprego em Praia Grande e saia de São Paulo”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Mais cedo&comma; em 27 de julho&comma; dois policiais militares das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar &lpar;Rota&rpar;&comma; tropa de elite da Polícia Militar&comma; foram baleados&comma; na Vila Zilda&comma; no Guarujá&period; Um deles&comma; o soldado Patrick Bastos Reis&comma; de 30 anos&comma; não resistiu aos ferimentos e morreu quando recebia atendimento&period; Um dos suspeitos também foi morto&period; A morte do PM desencadeou uma grande mobilização das forças de segurança&comma; com 600 agentes de equipes especializadas das polícias Civil e Militar&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Operação Escudo bloqueou acesso a bairros e contou com 600 agentes de equipes especializadas das polícias Civil e Militar&period; Entre os dias 28 de julho e 5 de setembro&comma; o número de mortes em ações policiais chegou a 28&period; A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo &lpar;SSP-SP&rpar; defendeu a operação e afirmou que as ações tinham intuito de &OpenCurlyDoubleQuote;sufocar o tráfico de drogas e combater o crime organizado na Baixada Santista”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a pasta&comma; de 28 de julho a 3 de setembro&comma; 805 pessoas foram presas&period; Desse total&comma; 311 eram procurados pela Justiça e estavam foragidos&period; No período&comma; as forças de segurança apreenderam 96 armas e 939 kg de entorpecentes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Por outro lado&comma; o Conselho Nacional de Direitos Humanos &lpar;CNDH&rpar; apontou para relatos de excessos das forças de segurança&comma; como execuções e torturas&period; Na época&comma; a reportagem do <b>Estadão<&sol;b> ouviu relatos de que até mesmo um cão foi morto em ação que também acabou com a morte de um jovem de 22 anos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Operação Escudo levantou novamente o debate sobre uso de câmeras corporais pelos agentes de segurança&period; Em denúncia oferecida pelo Ministério Público &lpar;MP&rpar;&comma; dois PMs eram acusados de cobrir suas câmeras para plantar uma arma de fogo e forjar um confronto contra uma das vítimas contabilizada durante as ações em 2023&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao fim da operação&comma; a Rota teve trocas no comando&comma; com a promoção do tenente-coronel Leonardo Akira Takahashi no 1º Batalhão de Policiamento de Choque &lpar;BPChq&rpar; e a transferência de Rogério Nery Machado para o 4º BPChq&period; O movimento foi tido como &OpenCurlyDoubleQuote;normal” para o secretário da Segurança Pública de São Paulo&comma; Guilherme Derrite&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"cta-model cta-model2" name&equals;"model2">&NewLine;<div class&equals;"cta-container-general">&NewLine;<div class&equals;"cta-container-model2" wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"container-image-text" wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"container-img"><&sol;div>&NewLine;<p>&NewLine; <span id&equals;"cta-text" editable&equals;"true" name&equals;"Conteúdo&colon;">Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp&excl;<&sol;span>&NewLine; <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<h3><strong>Mortes de PMs precedem novas operações&comma; que fazem mais vítimas<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>Seis meses depois&comma; em janeiro de 2024&comma; uma nova morte de um PM motivou a retomada da Operação Escudo&period; O soldado Marcelo Augusto da Silva&comma; de 28 anos&comma; havia trabalhado na Operação Verão&comma; em Praia Grande&comma; e retornava para São Paulo quando foi atacado na Rodovia dos Imigrantes&comma; em Cubatão&comma; também na Baixada Santista&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em 2 de fevereiro de 2024&comma; o agente da Rota Samuel Wesley Cosmo&comma; 35 anos&comma; também foi morto&comma; em Santos&period; No mesmo município&comma; cinco dias depois&comma; o cabo do Batalhão de Ações Especiais de Polícia &lpar;Baep&rpar;&comma; José Silveira dos Santos&comma; também morreu&comma; em um novo enfrentamento contra criminosos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A partir dos dois casos&comma; 27 pessoas foram mortas em ações policiais nas cidades litorâneas&period; Uma delas era o homem conhecido como &OpenCurlyDoubleQuote;Danone”&comma; apontado como líder de uma facção criminosa &OpenCurlyDoubleQuote;envolvida com o tráfico internacional de drogas&comma; lavagem de dinheiro&comma; tribunal do crime e atentado contra agentes públicos” no Guarujá&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em abril&comma; a PM mobilizou-se mais uma vez a partir do desaparecimento de um soldado da corporação&comma; no Guarujá&period; O corpo de Luca Romano Angerami foi localizado pouco mais de um mês depois&comma; na Vila Baiana&comma; no município litorâneo&period;<&sol;p>&NewLine;<h3><b>Guarujá tem base da PM atacada<&sol;b><&sol;h3>&NewLine;<p>A onda de violência entre crime organizado e policiais não cessou&period; Em outubro de 2024&comma; uma base da PM foi alvejada por dois homens em uma moto&period; A sede fica no bairro Vila Zilda&comma; no Guarujá Depois&comma; quatro agentes que faziam ronda de moto na Avenida Prefeito Raphael Vitiello&comma; na mesma região&comma; também foram alvo de disparos ao abordar suspeitos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Foi na região da Vila Zilda que aconteceu a morte de Patrick Bastos Reis&comma; que precedeu a primeira Operação Escudo&period; Houve um deslocamento de agentes para o litoral paulista diante dos casos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na tentativa de conter o crime organizado&comma; mais mortes decorrem de ações da polícia&comma; mesmo sem atuação de grandes operações&period; Em agosto&comma; Luken Cesar Burghi Augusto&comma; um dos criminosos mais procurados do país e chefe do PCC &lpar;Primeiro Comando da Capital&rpar;&comma; foi morto depois de entrar em confronto com os policiais da Rota&comma; na Praia Grande&period; Foragido da Justiça&comma; ele foi condenado a 46 anos e 11 meses de prisão&period; O criminoso participou de um mega assalto a uma empresa de transporte de valores&comma; a Protege&comma; na cidade de Araçatuba &lpar;SP&rpar;&comma; em 2017&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em>&ast;Com informações do Estadão Conteúdo<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>Publicado por Nícolas Robert<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;litoral-de-sp-vive-escalada-de-violencia-desde-morte-de-soldado-da-rota-e-operacoes-da-pm&period;html">Fonte&colon; 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Redação

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