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<p>Juíza argumentou que não havia evidências suficientes que indicassem um risco à sociedade ou à segurança pública caso o policial permanecesse em liberdade</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/Jovem Pan News</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/11/estudante-policia-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/11/estudante-policia-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Marco Aurélio Cardenas Acosta dá tapa em viatura em rua na Vila Mariana, zona sul de São Paulo<br /></span></div>
<p>A <strong>Justiça de São Paulo</strong> decidiu tornar réus os policiais militares Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado, envolvidos na morte do estudante de Medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de apenas 22 anos. O incidente ocorreu em um hotel localizado na Vila Mariana, onde o jovem foi baleado. A juíza responsável pelo caso, Luciana Menezes Scorza, analisou a situação e optou por não decretar a prisão preventiva de Macedo, que foi o autor do disparo. Em sua decisão, a juíza argumentou que não havia evidências suficientes que indicassem um risco à sociedade ou à segurança pública caso o policial permanecesse em liberdade. Como parte das condições impostas, Guilherme Augusto deverá se apresentar mensalmente ao juízo e está sujeito a restrições, como a proibição de deixar o estado sem autorização judicial e de manter contato com testemunhas ou familiares da vítima.</p>
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<p>O Ministério Público, por sua vez, criticou a ação dos policiais, alegando que houve um uso abusivo da força letal, especialmente considerando que Marco Aurélio estava desarmado e em uma situação de vulnerabilidade. O delegado responsável pela investigação, Gabriel Tadeu Brienza Vieira, reforçou que a utilização da arma de fogo por Macedo não se justificou, uma vez que a vítima não oferecia qualquer tipo de ameaça. Esse caso levanta questões importantes sobre a conduta policial e o uso da força em situações que envolvem cidadãos desarmados.</p>
<p>Publicado por Sarah Paula</p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/justica-de-sp-torna-policiais-reus-por-morte-de-estudante-de-medicina-mas-nega-prisao-preventiva.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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