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<p>A Justiça do Rio de Janeiro <strong>determinou a soltura</strong> de Walter e Matheus Vieira, <strong>sócios do PSC Lab Saleme</strong>, laboratório de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, investigado por<strong> erros em testes de HIV </strong>em órgãos transplantados no estado.</p>
<p>Pai e filho, os empresários foram presos em outubro, quando as irregularidades vieram à tona. Eles agora<strong> responderão ao processo em liberdade</strong>, sob cumprimento de medidas cautelares.</p>
<p>Além dos sócios Walter e Matheus Vieira, a decisão de hoje também foi estendida aos corréus <strong>Ivanilson Fernandes dos Santos e Jacqueline Iris Bacellar de Assis.</strong></p>
<p>A informação foi confirmada pela <strong>CNN</strong>.</p>
<p>A falha em dois exames de HIV resultou na infecção de seis pacientes com o vírus no Rio de Janeiro. Os laudos apresentaram<strong> falso negativo</strong>.</p>
<h3>Quem são os réus</h3>
<ul >
<li><strong>Matheus Sales Teixeira Bandoli Vieira, sócio</strong></li>
<li><strong>Walter Vieira, sócio </strong></li>
<li>Adriana Vargas dos Anjos, coordenadora técnica (presa)</li>
<li><strong>Ivanilson Fernandes dos Santos, funcionário </strong></li>
<li>Cleber de Oliveira Santos, funcionário (preso)</li>
<li><strong>Jacqueline Iris Barcellar de Assis, funcionário </strong></li>
</ul>
<p>Walter Vieira, Matheus Vieira, Jacqueline Iris e Ivanilson Fernandes estão <strong>proibidos de exercer atividade profissional relacionada ao ramo de laboratório de análises clínicas</strong></p>
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<h2>Relembre o caso</h2>
<p>Autoridades investigam a infecção de pacientes com HIV após receberem órgãos transplantados no Rio de Janeiro. O caso é analisado pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Sáude, Polícia Federal, Polícia Civil e Ministério Público do Rio de Janeiro.</p>
<p>Seis pessoas contraíram a doença após passarem pelo procedimento.</p>
<p>Dois doadores teriam feito exame de sangue em um laboratório privado na Baixada Fluminense e os resultados apresentaram falso negativo.</p>
<p><input id="checkbox_attachment_11014226" class="fullscreen-checkbox"/></p>
<figure aria-describedby="caption-attachment-11014226" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone fullscreen-wrapper" id="attachment_11014226"> <label for="checkbox_attachment_11014226" class="fullscreen-label"> <span class="fullscreen-label__icon"/> </label><figcaption id="caption-attachment-11014226" class="wp-caption-text">Laboratório emitiu exames incorretos de HIV; seis pessoas foram infectadas com o vírus após transplante de órgãos no Rio de Janeiro • Divulgação/Rafael Campos/Governo RJ</figcaption></figure>
<p>A <strong>CNN</strong> confirmou que os testes foram realizados pelo laboratório PCS Lab Saleme, que possui sede em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O laboratório foi contratado pela Secretaria de Estado de Saúde para testar os doadores de órgãos.</p>
<p>É a primeira vez que algo do tipo ocorre no Brasil. Apenas no Rio de Janeiro, 16 mil pessoas já passaram por transplantes desde 2006.</p>
<h2>Nota do TJ-RJ</h2>
<p><em>A 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) julgou, nesta terça-feira (10/12), parcialmente procedente os pedidos de habeas corpus impetrados pela defesa de Matheus Sales Teixeira Bandoli Vieira e Walter Vieira, decretando a liberdade provisória dos acusados, mediante a aplicação de medidas cautelares. Os dois são sócios do Laboratório de Análises Clínicas – Patologia Clínica Doutor Saleme (PCS Saleme), de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, contratado pela Fundação Saúde para fazer a sorologia de órgãos doados no Rio de Janeiro. Em outubro, o laboratório passou a ser investigado por erros em testes de HIV em órgãos transplantados no estado.</em></p>
<p><em>Os efeitos da decisão de hoje também foram estendidos aos corréus Ivanilson Fernandes dos Santos e Jacqueline Iris Bacellar de Assis.<br />Com isso, os quatro réus terão que entregar os seus passaportes; comparecer em juízo cinco dias após as solturas para informar seus respectivos endereços, e, após, mensalmente, até o dia 10 de cada mês, e sempre que forem intimados; estão proibidos de exercer atividade profissional relacionada ao ramo de laboratório de análises clínicas, até o trânsito em julgado da ação penal; proibidos de fazer contato com as vítimas, salvo para fins de eventual acordo civil em processo próprio; proibição de se ausentarem da comarca onde residem por mais de oito dias sem prévia autorização judicial e não podem mudar de endereço sem comunicar ao juízo.<br />O relator do acórdão, desembargador Marcelo Castro Anátocles da Silva Ferreira, determinou a expedição de soltura dos acusados e fixou o prazo de seis meses para a reavaliação das medidas cautelares. O descumprimento das condições acarretará a revogação do benefício..</em></p>
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<p><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/justica-concede-liberdade-a-socios-de-laboratorio-que-errou-testes-de-hiv/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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