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<p>Diego dos Santos Amaral, suspeito de ser um dos mandantes, e três policiais militares podem ir ao tribunal do júri; investigações são conduzidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Miguel Schincariol/AFP</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/11/000_36lx4hf-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/11/000_36lx4hf-676x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Vinicius Gritzbach foi executado no dia 8 de novembro de 2024. quando desembarcava no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo<br /></span></div>
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<p>A <strong>Justiça</strong> começou a decidir se os acusados pela morte do delator do Primeiro Comando da Capital (<strong>PCC</strong>), <strong>Vinicius Gritzbach</strong>, irão a júri popular. O crime ocorreu no dia 8 de novembro de 2024, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em <strong>São Paulo</strong>, e teve enorme repercussão. Além de Gritzbach, um motorista de aplicativo também foi morto na ação. <span class="ng-star-inserted">Nesta terça-feira (29), ocorre a primeira audiência para definir o futuro de quatro dos seis réus no caso. </span><span class="ng-star-inserted">Entre os acusados que estão sendo avaliados para irem a júri popular estão um dos mandantes do crime, Diego dos Santos Amaral, conhecido como “Didi”, e três policiais militares. As investigações são conduzidas pela <strong>Polícia Civil</strong> e pelo <strong>Ministério Público</strong> e resultaram nas acusações formais contra os envolvidos.</span></p>
<p>Denis Antônio Martins, cabo da Polícia Militar, e Juan Silva Rodrigues, soldado da corporação, são acusados de atirar em Vinícius Gritzbach. Diego dos Santos Amaral, que segundo o Ministério Público é integrante do PCC, está foragido, mas possui defesa constituída, o que permite que a análise de seu caso prossiga. No entanto, os outros dois réus ainda não têm advogados, o que impede a definição sobre sua participação no júri popular. Emílio Carlos Gongorra Castilho, o “Cigarreira”, e Kauê do Amaral Coelho, o “Jubi”, ainda não constituíram advogados e estão foragidos. Por essa razão, o processo de homicídio contra eles foi suspenso temporariamente.</p>
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<p>Vinícius Gritzbach colaborava com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, ao <span class="ng-star-inserted">delatar membros e a estrutura da organização criminosa. </span><span class="ng-star-inserted">As investigações apontam que a execução de Gritzbach foi uma queima de arquivo e vingança. </span><span class="ng-star-inserted">O caso expôs um grande esquema de envolvimento de policiais com o crime organizado.</span></p>
<p><em>*Com informações de David de Tarso</em></p>
<p><em>*Reportagem produzida com auxílio de IA</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/justica-comeca-a-decidir-se-acusados-pela-morte-do-delator-do-pcc-irao-a-juri-popular.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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