<p></p>
<div id="post-1754307">
<h3 class="post-description"/>
<p>Atingidos buscam indenizações de até R$ 267 bilhões; tragédia, ocorrida em novembro de 2015, resultou na morte de 19 pessoas e causou danos ambientais</p>
<p> <!--/meta--></p>
<div class="context">
<div class="post_image"><span class="image_fonte">EFE/EPA/ANDY RAIN</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/10/b3f94b1c989439170de19de7d1f8afae7bf77c67-324x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/10/b3f94b1c989439170de19de7d1f8afae7bf77c67-705x450.jpg"><br />
								</source></source></picture><span class="image_credits">A ação é contra a mineradora anglo-australiana BHP, que, junto com a Vale, controlava a barragem de Fundão<br /></span></div>
<p>O <strong>julgamento</strong> da ação movida por cerca de 620 mil atingidos pelo rompimento da <strong>barragem</strong> da Samarco em <strong>Mariana</strong>, Minas Gerais, teve início ontem em <strong>Londres</strong>. A ação é contra a mineradora anglo-australiana BHP, que, junto com a Vale, controlava a barragem de Fundão. No primeiro dia de audiências, um representante das vítimas alegou que a BHP estava ciente do volume de rejeitos acima do limite despejado na barragem e que houve conivência em relação aos riscos. A tragédia, ocorrida em novembro de 2015, resultou na morte de 19 pessoas e causou danos ambientais significativos, com a lama tóxica percorrendo 650 km, contaminando o Rio Doce e atingindo o Atlântico. O julgamento representa uma esperança para os atingidos, que buscam indenizações de até R$ 267 bilhões.</p>
<div class="cta-model cta-model2" name="model2">
<div class="cta-container-general">
<div class="cta-container-model2">
<div class="container-image-text">
<div class="container-img">
 <img id="cta-image" editable="true" name="Imagem:" src="https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png" alt="cta_logo_jp"/>
 </div>
<p>
 <span id="cta-text" editable="true" name="Conteúdo:">Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!</span>
 </p>
</p></div>
</p></div>
</div>
</div>
<p>Do lado de fora do tribunal, líderes de grupos indígenas e parentes das vítimas se manifestaram por justiça. Ana Paula Alexandre, que perdeu o marido Ednaldo, criticou as tentativas de acordo feitas no Brasil, afirmando que a vida de seu marido não tem preço. Geovana Rodrigues, que perdeu o filho Thiago, de apenas 7 anos, expressou a dor contínua pela perda e a determinação em lutar por justiça. A ação coletiva é a maior já apresentada na história da Justiça britânica. A BHP, que na época da tragédia tinha sedes em Londres e na Austrália, afirmou que não há lei que imponha obrigações de segurança à matriz e que não estava ciente dos problemas na barragem. A expectativa é que o julgamento dure três meses.</p>
<p><em>Publicado por Luisa Cardoso</em></p>
</p></div>
<p> <!--/meta-->
 </div>
<p><a href="https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/julgamento-da-tragedia-de-mariana-no-reino-unido-entra-no-segundo-dia.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (10), o projeto de lei complementar que estabelece…
As instituições públicas de ensino superior participantes do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 iniciaram…
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse hoje (11), em São Paulo, que a…
Eduardo Paes confirma apresentação da estrela colombiana no evento ‘Todo Mundo no Rio’ que acontece…
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados em SC…
Investigação começou após alerta da Europol, que identificou uma rede internacional com atuação em mais…