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<p>Governo brasileiro afirma que ‘acompanha com atenção’ as discussões sobre a proposta americana e reafirma convicção de que a região só alcançará a paz com a implementação de dois Estados</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/Ministério das Relações Exteriores </span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/54669083282_5274112c82_b-310x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/54669083282_5274112c82_b-675x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">O plano prevê um cessar-fogo<br /></span></div>
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<p>O <strong>Ministério das Relações Exteriores</strong> publicou uma nota na madrugada deste sábado (4), se manifestando sobre o plano anunciado pelo presidente dos <strong>Estados Unidos</strong>, <strong>Donald Trump</strong>, para cessar-fogo na <strong>Faixa de Gaza</strong>.</p>
<p>O governo brasileiro afirma que “acompanha com atenção” as discussões sobre a proposta americana e reafirma convicção de que a região só alcançará a paz com a implementação de dois Estados: “com um Estado da Palestina independente e viável, vivendo lado a lado com Israel, em paz e segurança”.</p>
<p>“Ao reconhecer os esforços dos países mediadores para colocar fim ao conflito, o Brasil guarda expectativa de que, se aceito e implementado pelas partes, o plano resulte, entre outras medidas, na cessação imediata e permanente dos ataques israelenses à Faixa de Gaza, na libertação dos reféns remanescentes, na entrada desimpedida de ajuda humanitária e no início urgente da reconstrução do território, sob apropriação e supervisão palestina. Defende, ademais, a retirada completa das forças israelenses de Gaza e a restauração da unidade político-geográfica da Palestina”, diz trecho da nota (leia na íntegra mais abaixo).</p>
<p>O chefe do<strong> Itamaraty</strong>, ministro<strong> Mauro Vieira</strong>, já havia se manifestado nesta quarta-feira (1), elogiando a proposta e afirmando que ela está alinhada com posições historicamente defendidas pelo Brasil.</p>
<p>O plano prevê um cessar-fogo, a libertação dos reféns israelenses em até 72 horas, o desarmamento do Hamas e uma retirada gradual das forças israelenses da Faixa de Gaza.</p>
<p>Sobre parte dos planos de Trump que prevê uma autoridade de transição, o governo brasileiro afirma que “qualquer Força Internacional de Estabilização a ser desdobrada na região deverá contar com um mandato cuidadosamente desenhado e devidamente aprovado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas”.</p>
<p>Trump e primeiro-ministro de Israel, <strong>Benjamin Netanyahu</strong>, fizeram o anúncio da proposta americana nesta segunda-feira (29), após uma reunião dos dois líderes na Casa Branca. O grupo terrorista respondeu nesta sexta-feira (3) que aceita alguns elementos do plano de paz, entre eles a renúncia ao poder e a libertação de todos os reféns restantes.</p>
<h3><strong>Leia a íntegra da nota do Itamaraty</strong></h3>
<p><em>“O governo brasileiro acompanha com atenção as discussões que se seguiram ao anúncio, pelo governo norte-americano, em 29/9, de novo plano para cessar-fogo na Faixa de Gaza, cuja população segue assolada, decorridos dois anos, por mortes, deslocamentos forçados, fome e destruição de lares e de infraestrutura vital.</em></p>
<p><em>Ao reconhecer os esforços dos países mediadores para colocar fim ao conflito, o Brasil guarda expectativa de que, se aceito e implementado pelas partes, o plano resulte, entre outras medidas, na cessação imediata e permanente dos ataques israelenses à Faixa de Gaza, na libertação dos reféns remanescentes, na entrada desimpedida de ajuda humanitária e no início urgente da reconstrução do território, sob apropriação e supervisão palestina. Defende, ademais, a retirada completa das forças israelenses de Gaza e a restauração da unidade político-geográfica da Palestina.</em></p>
<p><em>Nesse contexto, o Brasil reafirma a convicção de que o único caminho para uma paz justa, estável e duradoura no Oriente Médio passa pela implementação da solução de dois Estados, com um Estado da Palestina independente e viável, vivendo lado a lado com Israel, em paz e segurança, dentro das fronteiras de 1967, incluindo a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, tendo Jerusalém Oriental como sua capital.</em></p>
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<p><em>Considera, por fim, que qualquer Força Internacional de Estabilização a ser desdobrada na região deverá contar com um mandato cuidadosamente desenhado e devidamente aprovado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.”</em></p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo</em></p>
<p><em>Publicado por Nátaly Tenório</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/itamaraty-afirma-reconhecer-esforcos-pela-paz-na-faixa-de-gaza.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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