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IPCA de junho faz Brasil estourar novo modelo de metas de inflação

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Os dados da inflação oficial&comma; divulgados nesta quinta-feira &lpar;10&rpar; pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &lpar;IBGE&rpar;&comma; mostram que <strong>o país estourou o teto da meta de inflação pela primeira vez desde que a forma de apuração do resultado acumulado foi modificada pelo Conselho Monetário Nacional&comma; no início deste ano&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Antes dessa mudança&comma; que passou a valer neste ano&comma; a meta de inflação já havia sido estourada oito vezes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A meta de inflação determinada pelo CMN é de 3&percnt;&comma; com tolerância de 1&comma;5 ponto percentual &lpar;p&period;p&rpar; para mais ou para menos&period; <strong>O teto&comma; portanto&comma; é de 4&comma;5&percnt;&comma; e a inflação acumulada não pode superar esse patamar por seis meses consecutivos&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"http&colon;&sol;&sol;facebook&period;com&sol;agenciabrasil&period;ebc&sol;" target&equals;"&lowbar;blank">&gt&semi;&gt&semi; Siga o perfil da <strong>Agência Brasil <&sol;strong>no Facebook <&sol;a><&sol;p>&NewLine;<p>Como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo &lpar;IPCA&rpar; marcou 0&comma;24&percnt; em junho&comma; a soma de 5&comma;35&percnt; em 12 meses foi a sexta consecutiva acima de 4&comma;5&percnt;&period; <&sol;p>&NewLine;<table border&equals;"1" cellpadding&equals;"1" cellspacing&equals;"1" style&equals;"width&colon;500px&semi;">&NewLine;<caption><strong>IPCA acumulado em 12 meses &lpar;IBGE&rpar;<&sol;strong><&sol;caption>&NewLine;<tbody>&NewLine;<tr>&NewLine;<td>Janeiro<&sol;td>&NewLine;<td>4&comma;56&percnt;<&sol;td>&NewLine;<&sol;tr>&NewLine;<tr>&NewLine;<td>Fevereiro<&sol;td>&NewLine;<td>5&comma;06&percnt;<&sol;td>&NewLine;<&sol;tr>&NewLine;<tr>&NewLine;<td>Março<&sol;td>&NewLine;<td>5&comma;48&percnt;<&sol;td>&NewLine;<&sol;tr>&NewLine;<tr>&NewLine;<td>Abril<&sol;td>&NewLine;<td>5&comma;53&percnt;<&sol;td>&NewLine;<&sol;tr>&NewLine;<tr>&NewLine;<td>Maio<&sol;td>&NewLine;<td>5&comma;32&percnt;<&sol;td>&NewLine;<&sol;tr>&NewLine;<tr>&NewLine;<td>Junho<&sol;td>&NewLine;<td>5&comma;35&percnt;<&sol;td>&NewLine;<&sol;tr>&NewLine;<&sol;tbody>&NewLine;<&sol;table>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<p>Dentro do IPCA de 12 meses apurado em junho&comma; o grupo de produtos e serviços que mais se destacou na alta foi o de alimentos e bebidas&comma; com elevação de 6&comma;66&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Mudança no regime de metas<&sol;h2>&NewLine;<p>Instaurado no país em 1999&comma; <strong>o regime de metas de inflação funcionou&comma; até 2024&comma; considerando apenas o resultado fechado de cada ano&comma; de janeiro a dezembro&period;<&sol;strong> Desse modo&comma; a meta só era estourada se o IPCA chegasse em dezembro fora do intervalo de tolerância&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em 2023&comma; uma resolução do CMN determinou que&comma; de 2025 em diante&comma; a meta deve ser apurada por um padrão que segue exemplos internacionais e é conhecido como &&num;8220&semi;meta contínua&&num;8221&semi;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Assim&comma; a verificação se desloca ao longo do tempo&comma; não ficando mais restrita ao mês de dezembro de cada ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O Conselho Monetário Nacional &lpar;CMN&rpar; é composto pelos ministros da Fazenda&comma; do Planejamento e o presidente do Banco Central &lpar;BC&rpar;&comma; e cabe ao Comitê de Política Monetária &lpar;Copom&rpar; do Banco Central perseguir a meta&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Segundo o BC&comma; a utilização da meta contínua evita a caracterização de descumprimento em situações de variações temporárias na inflação&period;<&sol;strong> Esse é o caso&comma; por exemplo&comma; de um choque em preços de alimentos ou do petróleo&comma; que façam com que a inflação fique fora do intervalo de tolerância por apenas alguns meses&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Carta aberta<&sol;h2>&NewLine;<p>Cada vez que o país estoura a meta de inflação&comma; o presidente do BC tem que divulgar&comma; por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda&comma; que preside o CMN&comma; a descrição detalhada das causas do descumprimento&comma; as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito&period;<&sol;p>&NewLine;<p><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;bcb&period;gov&period;br&sol;controleinflacao&sol;metainflacao" target&equals;"&lowbar;blank">No site do BC<&sol;a>&comma; estão o histórico de cumprimento ou não da meta e as cartas abertas redigidas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Além do primeiro semestre de 2025&comma; a inflação ficou fora do intervalo de tolerância nos seguintes anos&colon; 2001&comma; 2002&comma; 2003&comma; 2015&comma; 2017&comma; 2021&comma; 2022 e 2024&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Dos nove episódios de estouro&comma; apenas 2017 ficou abaixo do piso&comma; quando o IPCA terminou o ano em 2&comma;95&percnt;&period; O piso determinado era de 3&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em 2002&comma; quando o teto da meta era 5&comma;5&percnt;&comma; o IPCA alcançou 12&comma;53&percnt;&comma; o maior desde a implantação do regime monetário&period; Em 2021&comma; ano com efeitos da pandemia&comma; chegou a 10&comma;06&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Por que perseguir a meta&quest;<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>De acordo com o BC&comma; o regime de metas de inflação é o conjunto de procedimentos para garantir a estabilidade de preços nos país&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-medio&lowbar;4colunas type-image atom-align-left">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;418929&colon;medio&lowbar;4colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;418929 --><&sol;div>&NewLine;<p><h6 class&equals;"meta">O presidente do Banco Central do Brasil&comma; Gabriel Galípolo <strong>Antônio Cruz&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;418929--><&sol;h6>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A meta confere maior segurança sobre os rumos da política monetária&comma; mostrando para a sociedade&comma; de forma transparente&comma; o compromisso do BC com a estabilidade de preços”&comma; diz o BC&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ainda de acordo com o Banco Central&comma; a previsibilidade &OpenCurlyDoubleQuote;melhora o planejamento das famílias&comma; empresas e governo”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Se&comma; por um lado&comma; a meta aponta um teto para a subida de preços&comma; por outro&comma; ela também determina que não seja muito baixa&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Inflação muito baixa ou deflação &lpar;queda de preços&rpar; também pode ser ruim para a economia<&sol;strong>&comma; uma vez que&comma; se constante&comma; cria um círculo vicioso que afasta o consumo &HorizontalLine; as pessoas podem evitar fazer compras na expectativa de os preços caírem mais ainda &HorizontalLine; e impacta negativamente o crescimento da economia e a geração de emprego&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Efeito dos juros<&sol;h2>&NewLine;<p>A principal forma de o BC perseguir a inflação é por meio da taxa básica de juros da economia&comma; a Selic&period; A elevação da taxa faz com que empréstimos fiquem mais caros – seja para pessoa física ou empresas &HorizontalLine; e haja um freio na atividade econômica&comma; o que tem potencial de conter aumento de preços&period; Por outro lado&comma; desestimula investimentos e a criação de emprego e renda&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Selic é determina pelo Copom em reuniões que acontecem a cada 45 dias aproximadamente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Atualmente&comma; a Selic está em 15&percnt; ao ano – o maior ponto da trajetória de alta iniciada em setembro de 2024&period; O presidente do BC&comma; Gabriel Galípolo&comma; tem dito que a Selic deve ficar alta por tempo prolongado&comma; até conseguir empurrar a inflação para dentro da meta&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2025-07&sol;ipca-de-junho-faz-brasil-estourar-novo-modelo-de-metas-de-inflacao">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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