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Haddad e Tebet relatam preocupação de Lula com alta de subsídios

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O volume de renúncias fiscais e de benefícios financeiros concedidos pelo governo federal atingiram R&dollar; 646 bilhões em 2023&comma; disseram nesta segunda-feira &lpar;17&rpar; a ministra do Planejamento e Orçamento&comma; Simone Tebet&comma; e o ministro da Fazenda&comma; Fernando Haddad&period; Os dois apresentaram o número ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva&comma; que&comma; segundo Tebet&comma; ficou &OpenCurlyDoubleQuote;extremamente mal impressionado” com a elevação do volume de subsídios no país&period;<img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;ebc&period;gif&quest;id&equals;1600056&amp&semi;o&equals;node" style&equals;"width&colon;1px&semi; height&colon;1px&semi; display&colon;inline&semi;"&sol;><&sol;p>&NewLine;<p>Tebet e Haddad reuniram-se com Lula para tratar da proposta do Orçamento Geral da União para 2025&comma; a ser elaborada em junho e enviada ao Congresso até 30 de agosto&period; A proposta deve conter um plano de corte de gastos&comma; no momento em discussão interna nos Ministérios da Fazenda e do Planejamento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Oficialmente&comma; o encontro serviu para comentar a votação pelo Tribunal de Contas da União &lpar;TCU&rpar; das contas do governo federal em 2023&period; Apesar de ter aprovado as contas&comma; o órgão fez algumas ressalvas&comma; a principal a criação de 32 desonerações tributárias que fizeram o governo deixar de arrecadar R&dollar; 68 bilhões&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O que chamou atenção do presidente&comma; na fala do próprio ministro Haddad&comma; foi a questão do aumento da renúncia&comma; que também consta no relatório do TCU&period; São duas grandes preocupações&comma; o crescimento dos gastos da Previdência e o crescimento dos gastos tributários da renúncia &lbrack;fiscal&rsqb;”&comma; declarou Tebet&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Tebet&comma; Lula pediu que a equipe econômica apresente alternativas para reduzir os inventivos fiscais e os subsídios&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O presidente ficou extremamente impressionado&comma; mal impressionado&comma; com o aumento dos subsídios&comma; que está batendo quase 6&percnt; do PIB &lbrack;Produto Interno Bruto&rsqb; do Brasil”&comma; acrescentou&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Espaço de discussão<&sol;h2>&NewLine;<p>O ministro Haddad disse ter apresentado ao presidente Lula um quadro de evolução dos gastos públicos federais&period; A revisão de cadastros dos programas federais&comma; destacou o ministro&comma; abriu um espaço de discussão dentro do Orçamento de 2025&period; Ele citou o exemplo da revisão de cadastros para o recebimento do Auxílio Reconstrução de R&dollar; 5&comma;1 mil para as famílias afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Tomamos até a experiência do Rio Grande do Sul recente&comma; o trabalho de saneamento dos cadastros&comma; o que isso pode implicar em termos orçamentários do ponto de vista de liberar espaço orçamentário para acomodar outras despesas e garantir que despesas discricionárias &lbrack;não obrigatórias&rsqb; continuem em patamar adequado para os próximos anos”&comma; afirmou o ministro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Outro ponto citado foi a redução da carga tributária &lpar;peso dos tributos sobre a economia&rpar; no ano passado&period; Segundo Haddad&comma; o presidente Lula ficou surpreso com a queda do indicador&comma; que teve uma versão prévia divulgada em março&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A carga tributária no país caiu mais de 0&comma;6&percnt; do PIB&comma; o que foi considerado pelo presidente bastante significativo&comma; à luz das reclamações que o próprio presidente nem sempre compreende de setores isolados que foram&comma; enfim&comma; instados a recompor essa carga tributária que foi perdida”&comma; afirmou Haddad&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No ano passado&comma; a prévia da carga tributária caiu de 33&comma;07&percnt; para 32&comma;44&percnt; do PIB&period; O principal fator foi a isenção de tributos sobre os combustíveis&comma; concedida em 2022 e revogada definitivamente somente este ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O segundo fator foi a diminuição do pagamento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica &lpar;IRPJ&rpar; e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido &lpar;CSLL&rpar; por causa do abatimento de incentivos fiscais concedidos por governos estaduais&period; Desde o fim do ano passado&comma; uma lei restringiu os abatimentos a investimentos das empresas&comma; não a gastos correntes&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2024-06&sol;haddad-e-tebet-relatam-preocupacao-de-lula-com-alta-de-subsidios">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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