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Governo quer celeridade para lei sobre crimes ambientais, diz Padilha

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O ministro das Relações Institucionais&comma; Alexandre Padilha&comma; disse nesta sexta-feira &lpar;11&rpar;&comma; em São Paulo&comma; que o governo federal solicitou ao Congresso Nacional para que analise em caráter de urgência o projeto de lei sobre crimes ambientais&period; A proposta que está em tramitação no Congresso prevê o aumento das penas e de multas para crimes ambientais&period;  <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;ebc&period;gif&quest;id&equals;1615153&amp&semi;o&equals;node" style&equals;"width&colon;1px&semi; height&colon;1px&semi; display&colon;inline&semi;"&sol;><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O governo já pediu requerimento de urgência para aprovação de um projeto de lei que já está na Câmara&comma; era do Senado&comma; que aumenta as penas contra crimes ambientais&comma; ou seja&comma; para aqueles que fazem atos criminosos de colocar incêndio nas nossas florestas&comma; no Cerrado&comma; no Pantanal&period; Já pedimos requerimento de urgência para a votação desse projeto de lei”&comma; disse ele hoje em entrevista a jornalistas&comma; na capital paulista&period; <&sol;p>&NewLine;<p>A expectativa do governo é que o requerimento de urgência seja votado na primeira sessão presencial do Congresso&period; &OpenCurlyDoubleQuote;E aí vamos buscar para que o Congresso Nacional possa analisar isso o mais rápido possível&period; A vantagem de aproveitarmos esse projeto que já foi aprovado no Senado &&num;8211&semi; e está na Câmara &&num;8211&semi; é que possa haver mais celeridade&comma; inclusive&comma; na aprovação&comma; porque já foi aprovado no Senado”&period; <&sol;p>&NewLine;<h2>Green Deal <&sol;h2>&NewLine;<p>Na tarde de hoje&comma; o ministro participou de uma reunião em São Paulo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável&comma; o Conselhão&comma; com industriais e produtores rurais do agronegócio brasileiro&period; Entre os temas que fariam parte da reunião está o Pacto Ecológico Europeu&comma; conhecido como Green Deal&comma; e seu impacto nas exportações brasileiras&period;  <&sol;p>&NewLine;<p>O Green Deal é um conjunto de políticas e estratégias articulado pela Comissão Europeia <&sol;p>&NewLine;<p>para conter a ameaça do aquecimento global&comma; apresentado pela União Europeia em 2019&period; A estratégia visa tornar a Europa neutra em emissões de gases de efeito estufa até 2050&period; Esse acordo prevê&comma; por exemplo&comma;o incentivo ao consumo de produtos provenientes de cadeias de valor livres de desmatamento&comma; proibindo a venda no bloco de importações &&num;8211&semi; incluindo café&comma; cacau&comma; óleo de palma e borracha &&num;8211&semi; que foram cultivados em áreas desmatadas&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Após reclamações de vários países&comma; a União Europeia anunciou que adiaria a aplicação do acordo&period; Com isso&comma; parceiros comerciais&comma; como o Brasil&comma; teriam um período maior para se adaptar à legislação ambiental europeia&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Estamos nessa discussão&period; Inclusive o G20 vai ser um espaço importante de diálogo sobre isso&comma; porque envolve as 20 maiores nações do mundo&period; O setor da produção de alimentos e da produção energética a partir do campo no Brasil é um setor estratégico do país e a nossa postura sempre tem que ser uma postura de defender os interesses estratégicos do Brasil”&comma; disse o ministro a jornalistas&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Padilha&comma; o Brasil vai assumir &OpenCurlyDoubleQuote;um protagonismo na agenda de enfrentamento às mudanças climáticas no mundo e de defesa da sustentabilidade”&comma; mas sem abrir mão &OpenCurlyDoubleQuote;da produção de alimentos e da produção agrícola”&period; De acordo com ele&comma; o país tem condições de aumentar sua produção&comma; sem que isso implique em desmatamento&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É possível aumentar a produção de alimentos no Brasil&comma; é possível aumentar a produção energética no Brasil a partir do campo&comma; sem desmatar mais&comma; sem agredir o meio ambiente&period; A gente tem muita terra para ser recuperada”&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Para o ministro&comma; o Brasil tem grande potencial de aumentar a sua produtividade agrícola e de energia por meio de um caminho sustentável&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Tenho certeza absoluta que regiões do país vão se transformar em verdadeiras Arábias na produção de energia renovável”&comma; destacou&period; No entanto&comma; reforçou ele&comma; isso seria feito de forma responsável&period; &OpenCurlyDoubleQuote;A sustentabilidade é o caminho para não sofrer qualquer tipo de sanção internacional”&comma; acrescentou&period; <&sol;p>&NewLine;<h2>Agenda <&sol;h2>&NewLine;<p>Além do Green Deal&comma; destacou o ministro&comma; a reunião de hoje do Conselhão ainda serviria para avaliar agendas comuns entre o governo e o agro brasileiro&comma; tais como o Combustível do Futuro&comma; que foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva recentemente&semi; o consenso sobre o marco regulatório do mercado regulado de crédito de carbono&semi; e o programa de recuperação de terras degradadas&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Nós acreditamos numa agenda comum com o agronegócio brasileiro&comma; que envolve também a produção da agricultura familiar&comma; para apostar na recuperação de terras degradadas do país&comma; como uma atividade econômica importante&comma; uma atividade que contribui para a sustentabilidade&comma; que ajuda a capturar&comma; sequestrar carbono&comma; ou seja&comma; contribui para o debate das mudanças climáticas no país”&comma; disse Padilha&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Entre as empresas que participaram do encontro estão JBS&comma; BRF&comma; Cosan&comma; FNBF&comma; ABCZ&comma; Cutrale&comma; CropLife&comma; Syngenta&comma; Bayer&comma; ANEA&comma; ANEC&comma; Sociedade Rural Brasileira&comma; Sumitomo&comma; ABAG e CMT Advogados&period; <&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2024-10&sol;governo-quer-celeridade-para-lei-sobre-crimes-ambientais-diz-padilha">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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