Categories: Economia

Governo limita uso do PIS/Cofins para custear corte na folha

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O Ministério da Fazenda apresentou&comma; nesta terça-feira &lpar;4&rpar;&comma; as medidas para compensar a perda de receitas com o acordo que manteve a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia e para pequenos municípios este ano&period; O governo propõe restringir o uso de créditos tributários do PIS&sol;Cofins &lpar;Programa de Integração Social&sol;Contribuição para Financiamento da Seguridade Social&rpar; para abatimento de outros impostos do contribuinte e coloca fim no ressarcimento em dinheiro do crédito presumido&period;<img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;ebc&period;gif&quest;id&equals;1598290&amp&semi;o&equals;node" style&equals;"width&colon;1px&semi; height&colon;1px&semi; display&colon;inline&semi;"&sol;><&sol;p>&NewLine;<p>Com isso&comma; a equipe econômica prevê um aumento de arrecadação de R&dollar; 29&comma;2 bilhões este ano para os cofres da União&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A continuidade da política de desoneração custará R&dollar; 26&comma;3 bilhões ao governo em 2024&comma; sendo R&dollar; 15&comma;8 bilhões em relação às empresas e R&dollar; 10&comma;5 bilhões em relação aos municípios&period; A compensação será enviada para aprovação do Congresso Nacional via medida provisória &lpar;MP&rpar;&comma; que foi assinada hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada em edição extra do <a rel&equals;"nofollow noopener" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;in&period;gov&period;br&sol;en&sol;web&sol;dou&sol;-&sol;medida-provisoria-n-1&period;227-de-4-de-junho-de-2024-563405549">Diário Oficial da União<&sol;a>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com o ministro da Fazenda em exercício&comma; Dario Durigan&comma; além de aumentar a arrecadação&comma; a medida visa corrigir distorções do sistema tributário&comma; que também afetam a arrecadação de estados e municípios&period; Ao usar o crédito de PIS&sol;Cofins&comma; que é um tributo que ficaria apenas com a União&comma; para pagar imposto de renda&comma; por exemplo&comma; há prejuízos a esses entes&comma; pois parte do imposto de renda é distribuído para a federação&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-medio&lowbar;4colunas type-image atom-align-right">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;387918&colon;medio&lowbar;4colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;loading&lowbar;v2&period;gif" data-echo&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;8CkQellAWt-3e6NfqQANZVhuELg&equals;&sol;365x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;06&sol;04&sol;coletiva-desoneracao&lowbar;mcamgo&lowbar;abr&lowbar;04062024-6&period;jpg&quest;itok&equals;ZpcRR7j3" alt&equals;"Brasília &lpar;DF&rpar;&comma; 04&sol;06&sol;2024 - O ministro interino da Fazenda&comma; Dario Durigan&comma; durante entrevista coletiva para detalhar as medidas compensatórias da desoneração da folha de pagamento&period; Foto&colon; Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;><br &sol;>&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;8CkQellAWt-3e6NfqQANZVhuELg&equals;&sol;365x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;06&sol;04&sol;coletiva-desoneracao&lowbar;mcamgo&lowbar;abr&lowbar;04062024-6&period;jpg&quest;itok&equals;ZpcRR7j3" alt&equals;"Brasília &lpar;DF&rpar;&comma; 04&sol;06&sol;2024 - O ministro interino da Fazenda&comma; Dario Durigan&comma; durante entrevista coletiva para detalhar as medidas compensatórias da desoneração da folha de pagamento&period; Foto&colon; Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;>&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><&excl;-- END scald&equals;387918 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>Ministro interino da Fazenda&comma; Dario Durigan&comma; durante entrevista para detalhar as medidas compensatórias da desoneração da folha de pagamento&period; <strong>Foto&colon;<&sol;strong> <strong>Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;387918--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Estamos falando&comma; mais uma vez&comma; de um tema de justiça&comma; uma distorção do nosso sistema tributário&comma; que&comma; cedo ou tarde&comma; precisaria ser enfrentado por essa equipe”&comma; disse&comma; ressaltando que o objetivo é também incentivar o aumento da atividade dos setores produtivos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Com aumento da atividade e decorrente aumento do débito de PIS&sol;Cofins&comma; o empresário&comma; então&comma; consegue fruir&comma; desaguar os créditos com aumento da sua atividade&comma; usufruindo os benefícios do PIS&sol;Cofins”&comma; destacou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além disso&comma; segundo Durigan&comma; a proposta não envolve a criação ou o aumento de tributos e não trará prejuízo a contribuintes menores e ao setor produtivo&period; Pequenas e médias empresas e empresas que estão no regime do Simples Nacional não serão afetadas&comma; da mesma forma que empresas que estão em dificuldades financeiras e que poderão usar os créditos pagando dívidas&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Não-cumulatividade<&sol;h2>&NewLine;<p>Segundo o Ministério da Fazenda&comma; a MP ataca a distorção que envolve a sistemática de não-cumulatividade do PIS&sol;Cofins&period; Ela é aplicada para limitar a incidência tributária em cadeias longas de produção e circulação&comma; fazendo com que o imposto incida apenas sobre o valor adicionado a cada etapa&period; Nesses casos&comma; cada contribuinte&comma; ao recolher o tributo&comma; abate o valor incidente nas operações anteriores&period; A operação gera um crédito tributário para a empresa&comma; permitindo ao contribuinte compensar o tributo que já pagou em outros impostos ou ainda solicitar o ressarcimento em dinheiro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com isso&comma; na média&comma; a alíquota nominal de 9&comma;25&percnt; deveria cair para uma alíquota cumulativa modal de 3&comma;65&percnt;&comma; mas acaba chegando a uma alíquota real&comma; usualmente&comma; abaixo de 1&percnt;&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Atualmente&comma; a arrecadação é próxima de nula ou até &OpenCurlyQuote;negativa’ em alguns setores &lbrack;com a geração de créditos tributários&rsqb;”&comma; explicou a pasta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a equipe econômica&comma; o princípio da não-cumulatividade&comma; que deveria ser neutro&comma; foi distorcido ao longo dos anos e acabou gerando subvenções às empresas&period; Assim&comma; outros setores&comma; não contemplados&comma; carregam o ônus da tributação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No ano passado&comma; segundo a Receita Federal&comma; R&dollar; 62&comma;4 bilhões em crédito de PIS&sol;Cofins foram utilizados para pagamento de outros tributos&comma; ou seja&comma; 25&percnt; das compensações de 2023 foram feitas por meio desses créditos&period; Olhando apenas para as compensações de débitos previdenciários&comma; quase metade &lpar;R&dollar; 31&comma;2 bilhões&rpar; foram com créditos de PIS&sol;Cofins&semi; e as compensações de imposto de renda chegaram a R&dollar; 9&comma;6 bilhões com esses créditos &lpar;24&percnt; do total&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Limitação dos créditos<&sol;h2>&NewLine;<p>Para reduzir essa distorção&comma; a MP assinada por Lula mantém a sistemática da não-cumulatividade do PIS&sol;Cofins em sua concepção original&comma; ou seja&comma; permitindo a compensação apenas no próprio PIS&sol;Cofins e não com outros tributos ou de forma cruzada&period; Também mantém-se a possibilidade de ressarcimento em dinheiro&comma; mediante análise&comma; para os créditos de PIS&sol;Cofins em geral&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já para o crédito presumido do PIS&sol;Cofins&comma; haverá a vedação do ressarcimento em dinheiro&period; Segundo o secretário da Receita Federal&comma; Robinson Barreirinhas&comma; ele é um crédito imputado de maneira fictícia pela legislação&comma; quando a empresa informa o imposto baseado no lucro presumido e este acaba não se realizando&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-medio&lowbar;4colunas type-image atom-align-left">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;387916&colon;medio&lowbar;4colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;loading&lowbar;v2&period;gif" data-echo&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;g9bVWUG1rEgA0Tda2kl4SSraCRo&equals;&sol;365x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;06&sol;04&sol;coletiva-desoneracao&lowbar;mcamgo&lowbar;abr&lowbar;04062024-4&period;jpg&quest;itok&equals;5sfK7hfI" alt&equals;"Brasília &lpar;DF&rpar;&comma; 04&sol;06&sol;2024 - O secretário especial da Receita Federal&comma; Robinson Barreirinhas&comma; durante entrevista coletiva para detalhar as medidas compensatórias da desoneração da folha de pagamento&period; Foto&colon; Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;><br &sol;>&NewLine; <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;imagens&period;ebc&period;com&period;br&sol;g9bVWUG1rEgA0Tda2kl4SSraCRo&equals;&sol;365x0&sol;smart&sol;https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;sites&sol;default&sol;files&sol;thumbnails&sol;image&sol;2024&sol;06&sol;04&sol;coletiva-desoneracao&lowbar;mcamgo&lowbar;abr&lowbar;04062024-4&period;jpg&quest;itok&equals;5sfK7hfI" alt&equals;"Brasília &lpar;DF&rpar;&comma; 04&sol;06&sol;2024 - O secretário especial da Receita Federal&comma; Robinson Barreirinhas&comma; durante entrevista coletiva para detalhar as medidas compensatórias da desoneração da folha de pagamento&period; Foto&colon; Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil" title&equals;"Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil" class&equals;"flex-fill img-cover"&sol;>&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><&excl;-- END scald&equals;387916 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>Secretário especial da Receita Federal&comma; Robinson Barreirinhas&comma; durante entrevista coletiva para detalhar as medidas compensatórias da desoneração da folha de pagamento&period; Foto&colon; <strong>Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;387916--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É tributo que nunca foi pago por ninguém&comma; é como se fosse uma subvenção criada legalmente e que se materializa pela entrega de dinheiro para determinadas empresas”&comma; explicou Barreirinhas&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Em 2017&comma; foram pagos em torno de R&dollar; 3 bilhões em crédito presumido&comma; chegando a R&dollar; 22 bilhões em 2022&period; Ano passado&comma; foram pedidos R&dollar; 20 bilhões de ressarcimento desse crédito&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O secretário enfatizou que&comma; a rigor&comma; a maioria dos créditos presumidos não são ressarcíveis em dinheiro&comma; mas sobraram na legislação oito casos em que ainda há essa permissão&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Estamos corrigindo uma distorção que sobrou em oito situações específicas&comma; que permitem não só a compensação&comma; mas o ressarcimento em dinheiro”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nesse caso&comma; não se altera a possibilidade de compensação na sistemática da não-cumulatividade&comma; ou seja&comma; o direito permanece&comma; desde que haja tributo a ser compensado pelo contribuinte&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Importante destacar que a MP não extingue nenhum crédito&comma; nem mesmo os desses oito casos de crédito presumido&comma; nem impede a compensação ampla no âmbito da não-cumulatividade&comma; com o próprio PIS&sol;Cofins&period; Nos casos dos créditos em geral &lpar;exceto os presumidos&rpar;&comma; tampouco se extingue a possibilidade de ressarcimento em dinheiro”&comma; reforçou o Ministério da Fazenda&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Outros temas<&sol;h2>&NewLine;<p>A MP assinada por Lula também antecipa o cadastro de benefícios fiscais&comma; previsto no Projeto de Lei nº 15&sol;2024&comma; que está em tramitação no Congresso Nacional&period; Com ele&comma; a União passará a conhecer e dar transparência a diversos benefícios fiscais e assim fazer a sua revisão por meio do cruzamento de dados da Receita Federal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além disso&comma; atendendo ao pleito dos prefeitos&comma; a MP autoriza a delegação&comma; aos municípios que optarem&comma; do julgamento de última instância dos processos que tratam do Imposto Territorial Rural &lpar;ITR&rpar;&period; Segundo a Fazenda&comma; isso permite que &OpenCurlyDoubleQuote;aqueles que já fiscalizam e lançam o ITR em seus territórios possam também julgar os processos administrativos decorrentes”&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Contribuição previdenciária<&sol;h2>&NewLine;<p>A desoneração da folha das empresas foi criada em 2011 para estimular a geração de empregos e prorrogada diversas vezes&period; No fim do ano passado&comma; o Congresso Nacional aprovou o projeto de lei da desoneração que prorroga&comma; até 2027&comma; a troca da contribuição previdenciária – correspondente a 20&percnt; da folha de pagamento – por uma alíquota entre 1&percnt; e 4&comma;5&percnt; sobre a receita bruta de empresas de 17 setores da economia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os setores beneficiados são confecção e vestuário&comma; calçados&comma; construção civil&comma; call center&comma; comunicação&comma; empresas de construção e obras de infraestrutura&comma; couro&comma; fabricação de veículos e carrocerias&comma; máquinas e equipamentos&comma; proteína animal&comma; têxtil&comma; tecnologia da informação &lpar;TI&rpar;&comma; tecnologia de comunicação &lpar;TIC&rpar;&comma; projeto de circuitos integrados&comma; transporte metroferroviário de passageiros&comma; transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O projeto aprovado pelos parlamentares também cortou de 20&percnt; para 8&percnt; a alíquota das contribuições ao INSS por parte dos municípios com até 156 mil habitantes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O presidente Lula vetou o projeto de lei da desoneração&period; O Congresso derrubou o veto ainda em dezembro do ano passado&comma; mantendo o benefício às empresas&period; O governo&comma; então&comma; editou uma medida provisória revogando a lei aprovada&period; Por falta de acordo no Congresso para aprovação&comma; o governo concordou em transferir a discussão para outros textos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Após negociações&comma; no mês passado&comma; o ministro da Fazenda&comma; Fernando Haddad&comma; e o presidente do Senado&comma; Rodrigo Pacheco&comma; anunciaram um acordo para superar o impasse em torno da prorrogação da desoneração da folha de pagamento&period; O benefício será mantido este ano&comma; sendo reduzido gradualmente até 2028&comma; quando os 17 setores da economia voltarão a pagar a alíquota de 20&percnt; da folha&comma; como os demais segmentos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O acordo permitiu a extensão do benefício em troca de medidas para elevar a arrecadação e compensar a renúncia fiscal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em relação à desoneração dos pequenos municípios&comma; o governo federal também vem negociando um acordo com os parlamentares e as entidades de prefeitos&comma; que deve prever a retomada gradual das alíquotas a partir de 2025&comma; até atingir 14&percnt; em 2027&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2024-06&sol;governo-limita-uso-do-piscofins-para-custear-corte-na-folha">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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