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Governo e Congresso esperam votar corte de gastos ainda neste ano

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>As medidas de corte de gastos obrigatórios apresentadas pelo governo federal nesta semana devem ser votadas na Câmara dos Deputados e no Senado até o fim deste ano&comma; segundo preveem o Executivo e as lideranças do Congresso Nacional&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Como restam apenas três semanas para o início do recesso parlamentar&comma; a ideia é que o projeto de lei complementar &lpar;PLC&rpar; e a Proposta de Emenda à Constituição &lpar;PEC&rpar; que tratam do corte de gastos sejam apreciados na Câmara nas próximas duas semanas e&comma; no Senado&comma; na última semana de trabalhos legislativos&comma; entre 16 e 20 de dezembro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Por outro lado&comma; a reforma tributária da renda só deverá ser apreciada em 2025 com objetivo de começar a valer em 1º de janeiro de 2026&period;  As medidas preveem a isenção do Imposto de Renda &lpar;IR&rpar; para quem ganha até R&dollar; 5 mil e a taxação extra de 10&percnt; para quem recebe acima de R&dollar; 50 mil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em reunião com os ministros da Fazenda&comma; Fernando Haddad&comma; e das Relações Institucionais&comma; Alexandre Padilha&comma; nesta quarta-feira &lpar;28&rpar;&comma; o presidente do Senado&comma; Rodrigo Pacheco &lpar;PSD-MG&rpar;&comma; comprometeu-se a votar os textos ainda neste ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Nosso compromisso no Senado é que&comma; tão logo a Câmara dos Deputados aprecie a PEC e o PLC&comma; o Senado submeta diretamente ao plenário para que possa ser ratificado em revisão àquilo que a Câmara fizer em relação a esse pacote”&comma; explicou Pacheco&period; Segundo o senador&comma; por enquanto&comma; não foram apresentadas pelas lideranças restrições ao pacote&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em reunião com líderes da Câmara na noite desta quarta-feira &lpar;27&rpar;&comma; o presidente da Casa&comma; Arthur Lira &lpar;PP-AL&rpar;&comma; também se comprometeu a analisar os projetos ainda neste ano&comma; segundo confirmou a assessoria do parlamentar alagoano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Fernando Haddad destacou que as lideranças receberam bem as medidas&period; &OpenCurlyDoubleQuote;A reação dos líderes foi bastante favorável&comma; um espírito de abertura muito grande para o diálogo&period; Então&comma; saímos daqui com a esperança de que vamos construir um bom arranjo para o final do ano e para ter um orçamento com execução mais tranquila no ano que vem”&comma; comentou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O ministro Padilha&comma; responsável pela articulação com o Congresso Nacional&comma; informou que os textos dos projetos ainda não foram enviados&comma; pois havia uma determinação de primeiro apresentar as ideias&comma; avaliar a receptividade e&comma; em seguida&comma; enviar as matérias&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O que eu ouvi é o compromisso dos líderes da Câmara&comma; de todos os partidos&comma; dos líderes do Senado&comma; de todos os partidos&comma; expresso aqui pelo presidente do Senado&comma; todo esforço para concluirmos a votação até o final do ano&comma; para que a gente possa construir a peça orçamentária do ano que vem”&comma; destacou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além do pacote de corte de gastos&comma; o Senado tem a regulamentação da reforma tributária do consumo para votar&period;  Antes do fim do ano&comma; a Câmara e o Senado devem analisar também os projetos de Diretrizes Orçamentárias &lpar;LDO&rpar; e da Lei Orçamentária &lpar;LOA&rpar; de 2025&period; Isso sem contar uma série de projetos que estão na pauta das duas Casas&comma; como os que tratam da ampliação da imunidade tributária para igrejas&comma; da regulação da Inteligência Artificial e dos jogos de azar no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Oposição<&sol;h2>&NewLine;<p>Enquanto isso&comma; o líder da oposição no Senado&comma; Marco Rogério &lpar;PL-RO&rpar;&comma; criticou o anúncio do governo por incluir&comma; junto com o corte de gastos&comma; medidas para isenção do Imposto de Renda&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Por que o mercado age de forma desconfiada&comma; desconfortável&comma; negativa&quest; Porque o governo tira com a mão e dá com a outra&period; Então&comma; é um governo que não tem compromisso com a agenda fiscal”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Questionado por jornalistas se a oposição ficará contra a isenção do IR para quem ganha até R&dollar; 5 mil&comma; o líder da oposição disse que &OpenCurlyDoubleQuote;é preciso estudar com profundidade todas as medidas&comma; todas as propostas que estão sendo apresentadas”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sobre o corte de gastos&comma; Marco Rogério indicou que ficará contra&period; &OpenCurlyDoubleQuote;A oposição sempre defendeu a pauta do controle de gastos&comma; sempre defendeu o equilíbrio fiscal&period; Não é agora que nós vamos mudar o nosso discurso&comma; mas não vamos embarcar numa proposta que é um grande faz de conta&comma; uma proposta que promete muito e não entrega quase nada”&comma; completou&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Renda<&sol;h2>&NewLine;<p>Sobre a reforma da renda&comma; o ministro da Fazenda&comma; Fernando Haddad&comma; informou que será analisada separadamente do corte de gastos e que a ideia do governo é que seja uma mudança neutra&comma; ou seja&comma; a isenção dos que ganham menos terá que ser compensada pela taxação dos que ganham mais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A reforma&comma; tanto do consumo quanto da renda&comma; é neutra do ponto de vista fiscal&period; Ninguém está disposto a votar uma reforma que não seja neutra&period; Isso será observado na lei ordinária que regula a matéria da reforma da renda”&comma; afirmou Haddad&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Entenda<&sol;h2>&NewLine;<p>Diante do aumento dos gastos obrigatórios&comma; que ameaçam romper os limites impostos pelo arcabouço fiscal do governo&comma; foi apresentada na noite desta quarta-feira&comma; e detalhada hoje&comma; uma série de medidas de contenção de despesas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O pacote prevê redução de gasto com reajuste do salário mínimo&comma; benefício de prestação continuada&comma; emendas parlamentares e previdência de militares&comma; entre outras despesas&period; Estima-se que a redução some R&dollar; 327 bilhões em cinco anos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao mesmo tempo&comma; o governo anunciou a previsão de submeter ao Congresso Nacional&comma; no próximo ano&comma; uma proposta de reforma tributária da renda&comma; com previsão de isentar do Imposto de Renda quem recebe até R&dollar; 5 mil&period; Para compensar a perda de arrecadação&comma; o governo propõe taxar 10&percnt; a mais quem recebe acima de R&dollar; 50 mil por mês&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2024-11&sol;governo-e-congresso-esperam-votar-corte-de-gastos-ainda-neste-ano">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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