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gordura no fígado preocupa mais que as hepatites

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 6<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>Durante décadas&comma; as <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;assuntos&sol;saude-de-a-a-z&sol;h&sol;hepatites-virais" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Hepatites Virais<&sol;a> foram a principal preocupação dos hepatologistas brasileiros&period; Hoje&comma; porém&comma; esse cenário mudou&period; Graças ao avanço do diagnóstico&comma; da vacinação e dos tratamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde &lpar;SUS&rpar;&comma; a hepatite C passou a ter cura na maioria dos casos e a hepatite B pode ser controlada com medicamentos eficazes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao mesmo tempo&comma; outro problema cresce silenciosamente&colon; a doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica&comma; conhecida popularmente como gordura no fígado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O alerta é do hepatologista <strong>Dr&period; Raymundo Paraná<&sol;strong>&comma; professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia &lpar;UFBA&rpar; e uma das maiores referências brasileiras na especialidade&period; Segundo ele&comma; a hepatologia vive uma transformação histórica&comma; impulsionada tanto pelos avanços científicos quanto pelas mudanças no estilo de vida da população&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;As hepatites deixaram de representar o principal problema de saúde pública na hepatologia&period; Foi então que outra doença passou a ocupar esse espaço&colon; a esteato-hepatite&comma; conhecida popularmente como gordura no fígado&period;”<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>No <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;paho&period;org&sol;pt&sol;dia-mundial-combate-hepatite" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener"><strong>Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais<&sol;strong><&sol;a>&comma; celebrado em 28 de julho&comma; especialistas reforçam que o combate às hepatites continua sendo fundamental&period; No entanto&comma; também chamam atenção para a necessidade de prevenir uma doença que acompanha o aumento da obesidade&comma; do diabetes e do sedentarismo em todo o mundo&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>A vitória contra as hepatites abriu espaço para um novo desafio<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Segundo Dr&period; Raymundo Paraná&comma; durante muitos anos cerca de 70&percnt; dos pacientes atendidos nos ambulatórios de hepatologia apresentavam hepatites virais&comma; principalmente hepatite C&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Quase 70&percnt; dos casos de câncer de fígado estavam associados à hepatite C&period; Da mesma forma&comma; cerca de 70&percnt; dos transplantes de fígado tinham como causa essa doença&period; Vivíamos praticamente em função dela&period;”<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Esse cenário começou a mudar com a estruturação do Programa Nacional de Hepatites Virais&comma; a ampliação do diagnóstico e&comma; principalmente&comma; com a incorporação dos antivirais de ação direta ao SUS&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;A partir de 2015 e 2016 chegaram os antivirais orais capazes de curar a hepatite C&period; A realidade mudou completamente&period; Ao mesmo tempo&comma; os medicamentos para hepatite B tornaram-se muito mais eficazes&period; Eles não curam a doença&comma; mas conseguem impedir sua progressão&period;”<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Enquanto as hepatites passaram a ser cada vez mais controladas&comma; a obesidade e as doenças metabólicas assumiram protagonismo entre as causas de lesão hepática&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>A gordura no fígado avança de forma silenciosa<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>A doença hepática gordurosa está diretamente relacionada ao excesso de peso&comma; diabetes tipo 2&comma; hipertensão arterial&comma; alterações do colesterol e sedentarismo&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;11703" aria-describedby&equals;"caption-attachment-11703" style&equals;"width&colon; 417px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-11703" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Magnific<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p>O grande desafio&comma; segundo o especialista&comma; é que a doença raramente apresenta sintomas nas fases iniciais&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h5><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Praticamente todas as doenças do fígado são silenciosas&period; Quando o paciente apresenta sintomas&comma; muitas vezes o fígado já perdeu boa parte da sua função&period; Nessa fase já é tarde&period;”<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Por isso&comma; muitos pacientes descobrem a doença apenas quando já apresentam cirrose&comma; insuficiência hepática ou câncer de fígado&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Tudo começa com uma boa anamnese”<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>O diagnóstico precoce da doença hepática gordurosa começa antes mesmo da solicitação de exames de imagem&period; De acordo com o hepatologista Dr&period; Raymundo Paraná&comma; a investigação deve ter início durante a consulta médica&comma; com uma anamnese detalhada sobre hábitos de vida&comma; alimentação&comma; qualidade do sono&comma; prática de atividade física e uso de medicamentos&comma; chás ou suplementos que possam causar lesões no fígado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em seguida&comma; segundo o especialista&comma; o exame físico ajuda a identificar fatores de risco importantes&comma; como hipertensão arterial&comma; obesidade abdominal e aumento da relação cintura-altura&period; Quando essa relação ultrapassa 0&comma;5&comma; já existe um sinal de alerta para alterações metabólicas&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;11700" aria-describedby&equals;"caption-attachment-11700" style&equals;"width&colon; 365px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-11700" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Magnific<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p>Após essa avaliação clínica&comma; exames laboratoriais simples&comma; como AST&comma; ALT&comma; fosfatase alcalina e Gama GT&comma; além da ultrassonografia quando indicada&comma; costumam ser suficientes para identificar precocemente muitas doenças hepáticas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na avaliação de Paraná&comma; fortalecer a Atenção Primária é essencial para que doenças silenciosas sejam identificadas antes de evoluírem para quadros graves&comma; reduzindo o risco de complicações como cirrose e câncer de fígado&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>As doenças silenciosas&comma; como hipertensão arterial&comma; diabetes e esteato-hepatite&comma; deixam de ser identificadas na fase inicial&period; Mais tarde esses pacientes chegam aos hospitais de alta complexidade já com cirrose hepática ou outras complicações graves”&comma; reforça Paraná&period;<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h4><strong>Quem apresenta maior risco&quest;<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>A doença hepática gordurosa é mais frequente em pessoas que apresentam&colon;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>• Obesidade&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• Diabetes tipo 2&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• Hipertensão arterial&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• Colesterol e triglicerídeos elevados&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• Sedentarismo&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• Excesso de gordura abdominal&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A adoção de hábitos saudáveis&comma; como alimentação equilibrada&comma; prática regular de atividade física e controle do peso&comma; reduz significativamente o risco de evolução para cirrose e câncer de fígado&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>O SUS transformou a história da hepatologia<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Ao relembrar sua trajetória profissional&comma; Dr&period; Raymundo Paraná afirma que a evolução da hepatologia brasileira está diretamente ligada ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Eu conheci o Brasil antes do SUS&period; Tenho condições de comparar o que existia antes e o que existe hoje&period; O Brasil sem o SUS era um país de extrema miséria na assistência à saúde&period;”<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Segundo ele&comma; a criação de serviços especializados&comma; programas nacionais e o acesso gratuito aos medicamentos revolucionaram o tratamento das hepatites no país&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h5><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Mais importante do que criticar é apresentar propostas concretas para melhorar o sistema&period; O SUS transformou completamente a assistência às doenças hepáticas no Brasil&period; Hoje temos condições de diagnosticar cedo&comma; tratar melhor e&comma; em muitos casos&comma; curar uma doença que antes levava milhares de pessoas à morte&period;”<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h4><strong>Bahia lidera o Nordeste em casos acumulados de hepatites B e C<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Embora a gordura no fígado tenha se tornado o principal desafio da hepatologia&comma; as hepatites virais continuam representando um importante problema de saúde pública e exigem vigilância permanente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Dados do <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;centrais-de-conteudo&sol;publicacoes&sol;boletins&sol;epidemiologicos&sol;especiais&sol;2025&sol;boletim-epidemiologico-de-hepatites-virais&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2025&comma; do Ministério da Saúde<&sol;a>&comma; mostram que o Brasil registrou 826&period;292 casos confirmados de hepatites virais entre 2000 e 2024&period; Desse total&comma; 41&comma;5&percnt; correspondem à hepatite C&comma; 36&comma;6&percnt; à hepatite B e 21&comma;2&percnt; à hepatite A&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na Bahia&comma; os números também chamam atenção&period; Considerando o período de 2000 a 2024&comma; o estado lidera o Nordeste em casos acumulados de hepatites B e C&comma; reforçando a importância de ampliar continuamente as estratégias de prevenção&comma; testagem e tratamento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Foram registrados 10&period;635 casos acumulados de hepatite B&comma; além de 721 óbitos relacionados à doença&period; Já a hepatite C contabilizou 9&period;908 casos acumulados e 2&period;383 mortes no mesmo período&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No caso da hepatite A&comma; foram notificadas 9&period;463 ocorrências entre 2000 e 2024&period; Diferentemente das hepatites B e C&comma; entretanto&comma; a Bahia não ocupa a primeira posição no Nordeste para essa infecção&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;11701" aria-describedby&equals;"caption-attachment-11701" style&equals;"width&colon; 396px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-11701" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Magnific<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>Vacinação continua sendo a principal forma de prevenção<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Além do diagnóstico precoce&comma; a vacinação permanece como uma das estratégias mais eficazes para reduzir novos casos de hepatites virais&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A imunização disponível é segura&comma; eficaz e representa uma das principais formas de prevenção das hepatites A e B&period; Isso porque&comma; além de proteger o indivíduo contra complicações graves&comma; como cirrose e câncer de fígado&comma; as vacinas contribuem para reduzir a circulação dos vírus na população&period;<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>A afirmação é do infectologista e consultor do Sabin Diagnóstico e Saúde&comma; <strong>Claudilson Bastos&comma;<&sol;strong> que reforça a importância de manter altas coberturas vacinais para reduzir a transmissão dessas doenças&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Atualmente&comma; a vacina contra a hepatite B está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde &lpar;SUS&rpar; para pessoas de todas as idades&period; A imunização é considerada uma das maiores conquistas da saúde pública brasileira e contribuiu para reduzir significativamente a transmissão da doença nas últimas décadas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A vacina contra a hepatite A integra o Calendário Nacional de Vacinação Infantil e também é indicada para grupos específicos&comma; conforme recomendação do Ministério da Saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já para a hepatite C&comma; ainda não existe vacina&period; Nesses casos&comma; a prevenção depende de medidas como o uso de materiais esterilizados em procedimentos invasivos&comma; práticas sexuais seguras&comma; não compartilhamento de objetos perfurocortantes e ampliação da testagem para diagnóstico precoce&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>O que você precisa saber para proteger o fígado<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Embora muitas doenças hepáticas evoluam de forma silenciosa&comma; grande parte delas pode ser prevenida ou controlada com medidas simples no dia a dia&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Entre as principais recomendações dos especialistas estão&colon;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>•<strong> Manter uma alimentação equilibrada&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• praticar atividade física regularmente&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• controlar o peso corporal&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• vacinar-se contra as hepatites A e B quando indicado&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• realizar exames preventivos&comma; especialmente em pessoas com diabetes&comma; obesidade ou histórico familiar de doenças hepáticas&semi; <&sol;strong><br &sol;><strong>• procurar atendimento médico diante de alterações persistentes nos exames do fígado&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Uma nova prioridade para a saúde pública<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Para Dr&period; Raymundo Paraná&comma; a hepatologia vive um dos momentos mais importantes de sua história&period; Se antes o maior desafio era enfrentar as hepatites virais&comma; hoje a missão é impedir que a epidemia de obesidade e doenças metabólicas produza uma nova geração de pacientes com cirrose e câncer de fígado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao mesmo tempo&comma; ele ressalta que os avanços conquistados nas últimas décadas não permitem reduzir os esforços de vigilância contra as hepatites&comma; especialmente porque milhares de brasileiros ainda desconhecem que convivem com essas infecções&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Nós vencemos uma batalha muito importante contra as hepatites virais&period; Agora precisamos enfrentar um novo desafio&colon; prevenir a doença hepática gordurosa antes que ela produza o mesmo impacto que as hepatites tiveram no passado&period;”<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h6><span style&equals;"color&colon; &num;ff0000&semi;">As reflexões apresentadas nesta reportagem foram extraídas da entrevista exclusiva concedida pelo hepatologista Dr&period; Raymundo Paraná ao PodComSaúde&comma; videocast do Portal ComSaúde Bahia&comma; que estará disponível na íntegra no YouTube&period;<&sol;span><&sol;h6>&NewLine;<h5>INCREVA-SE E RECEBA A NOTIFICAÇÃO –<a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;youtube&period;com&sol;&commat;comsaudeoficial" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener"> comsaudeoficial<&sol;a><&sol;h5>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<h4><strong>SAIBA MAIS<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p><strong>Hepatologia do Milênio<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Julho Amarelo aerta para as Hepatites Virais<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Hepatites são sileciosas e podem evoluir para câncer de fígado<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;gordura-no-figado-supera-hepatites-maior-desafio-hepatologia&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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