<p></p>
<div>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=445129:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --></p>
<p> <!-- END scald=445129 --></div>
<p><h6 class="meta">Celso Eloi é o indicado de Ibaneis para BRB após Justiça afastar Paulo Henrique &#8211; <strong>Celso Eloi/Instagram</strong><!--END copyright=445129--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>O governo do Distrito Federal (GDF) indicou o atual superintendente da Caixa, Celso Eloi de Souza Cavalhero, para presidir o banco BRB.</strong> <strong>Servidor de carreira da instituição estatal, Cavalhero substituirá Paulo Henrique Costa, afastado do cargo por determinação judicial. Antes, porém, terá que ser aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.</strong></p>
<p>Em nota, o GDF afirma que a indicação de Cavalhero busca “assegurar a continuidade administrativa e financeira do BRB”, alvo das investigações que culminaram na deflagração da chamada Operação Compliance Zero pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira.</p>
<h2>Operação</h2>
<p>De acordo com a PF, até o início desta tarde, <strong>os agentes que participam da operação já tinham efetuado seis prisões</strong> (quatro preventivas e duas temporárias). Entre os investigados detidos está o dono do banco Master, Daniel Vorcaro, preso tentando deixar o país em um jato particular.</p>
<p><strong>Por determinação da Justiça, os policiais federais também apreenderam cerca de R$ 1,6 milhão em dinheiro vivo, além de obras de arte, carros e relógios de luxo. Os mandados judiciais estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.</strong></p>
<p>Além de Paulo Henrique Costa, a Justiça também decretou o afastamento temporário do diretor de Finanças e Controladoria do BRB, Dario Oswaldo Garcia Júnior.</p>
<p>Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 </p>
<h2>Desconfiança</h2>
<p>A Operação Compliance Zero é fruto das investigações que a PF iniciou em 2024, para apurar e combater a emissão de títulos de créditos falsos por instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional.</p>
<p>As instituições investigadas são suspeitas de criar falsas operações de créditos, simulando empréstimos e outros valores a receber. Estas carteiras de crédito eram depois vendidas a outros bancos. Após o Banco Central aprovar a contabilidade, as instituições substituíam estes créditos fraudulentos e títulos de dívida por outros ativos, sem a avaliação técnica adequada.</p>
<p>De acordo com o diretor-geral da PF, a suspeita é de que as fraudes contra o sistema financeiro tenham movimentado algo em torno de R$ 12 bilhões.</p>
<p><strong>O Master, de Vorcaro, é o principal alvo da investigação instaurada a pedido do Ministério Público Federal (MPF). O banco tornou-se conhecido por adotar uma política agressiva para captar recursos, oferecendo rendimentos de até 140% do Certificado de Depósito Bancário (CDI) a quem compra papéis da instituição financeira – uma promessa de ganhos superiores às taxas médias para bancos pequenos – em torno de 110% a 120% do CDI. </strong></p>
<p>Operações com precatórios (títulos de dívidas de governos com sentença judicial definitiva) também fizeram crescer as dúvidas sobre a saúde financeira do Master – que, ao emitir títulos em dólares, não conseguiu captar recursos, dada a desconfiança do mercado.</p>
<h2>Negociação</h2>
<p>Em março deste ano, o BRB anunciou a intenção de comprar o Master por R$ 2 bilhões – valor que, segundo o banco estatal, equivaleria a 75% do patrimônio consolidado do banco de Vorcaro. No início de setembro, porém, o Banco Central (BC) rejeitou o negócio.</p>
<p>Em nota divulgada esta manhã, pouco após a prisão de Vorcaro e o afastamento de Paulo Henrique Costa virem a público, o BRB afirma que &#8220;sempre atuou em conformidade com as normas de compliance e transparência, prestando, regularmente, informações ao Ministério Público Federal e ao Banco Central sobre todas as operações relacionadas [às negociações de compra do] Banco Master&#8221;.</p>
<p>Também em nota, o GDF assegurou que, apesar da operação da PF, o BRB mantém sua capacidade plena de operação, com total segurança administrativa e financeira. “Todas as rotinas bancárias, sistemas internos, serviços aos clientes, contratos vigentes, operações de crédito e compromissos institucionais seguem em funcionamento regular. Não há qualquer impacto estrutural na liquidez, na solvência ou na continuidade operacional da instituição”, garantiu o governo distrital.</p>
<p>“Medidas internas adicionais serão adotadas para reforçar os mecanismos de governança, compliance e controle interno. A administração pública distrital acompanhará de forma permanente as apurações e colaborará com todas as instâncias regulatórias e fiscalizatórias. O objetivo é assegurar a integridade dos processos, preservar o patrimônio público e fortalecer a confiança no sistema financeiro do Distrito Federal”, acrescentou o GDF.</p>
<p> <!-- Relacionada --></p>
<p> <!-- Relacionada -->
 </div>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/gdf-indica-superintendente-da-caixa-no-lugar-do-presidente-afastado">Fonte: Clique aqui</a></p>


A Prefeitura de Simões Filho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta quarta-feira…
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, comemorou, nesta quarta-feira (11), o que…
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, comemorou, nesta quarta-feira (11), o que…
Além da quantia, os policiais apreenderam dois veículos de luxo e dois smartphones Reprodução Durante…
A chamada inflação na porta de fábrica terminou 2025 em -4,53%. Este é o segundo menor resultado…
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (10), o projeto de lei complementar que estabelece…