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Fórum Sindibrita 2026 debate sobre modernização do licenciamento ambiental e desafios da mineração | SECOM

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O diretor-geral do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos &lpar;Inema&rpar;&comma; Eduardo Topázio&comma; participou nesta quinta-feira &lpar;15&rpar;&comma; em Salvador&comma; do Fórum Sindibrita 2026&comma; evento voltado ao debate sobre os desafios ambientais&comma; regulatórios e de segurança jurídica da mineração de agregados no Brasil&period; Realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado da Bahia &lpar;FIEB&rpar;&comma; o encontro reuniu representantes do setor mineral&comma; especialistas jurídicos e gestores públicos para discutir o papel estratégico da mineração no desenvolvimento econômico&comma; infraestrutura e transição energética&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Durante sua apresentação&comma; Topázio destacou a importância da mineração de agregados&comma; como a pedra britada utilizada na construção civil&comma; para o funcionamento das cidades e da infraestrutura urbana&period; &OpenCurlyDoubleQuote;A mineração de pedra britada é a base invisível que sustenta tudo o que vemos nas cidades&colon; ruas&comma; prédios&comma; escolas&comma; hospitais&comma; pontes e infraestrutura urbana”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O diretor contextualizou ainda a complexidade institucional do Inema&comma; ressaltando que o órgão reúne competências relacionadas à gestão ambiental&comma; fiscalização&comma; recursos hídricos e conservação ambiental&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Hoje o Inema é um órgão que equivale&comma; na Bahia&comma; à atuação conjunta da Agência Nacional de Águas&comma; Ibama e ICMBio”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao abordar o licenciamento ambiental&comma; Topázio defendeu o fortalecimento da gestão ambiental e o aprimoramento contínuo dos processos administrativos&comma; buscando maior clareza normativa&comma; segurança jurídica e eficiência técnica&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Eu sou defensor de simplificar procedimentos&period; Procedimentos mais simples permitem dar respostas melhores para a sociedade”&comma; declarou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo ele&comma; o licenciamento ambiental deve funcionar como instrumento técnico de gestão ambiental&comma; avaliando impactos&comma; riscos e medidas mitigadoras relacionadas aos empreendimentos minerários&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O que interessa ao licenciamento é compreender quais alterações aquele empreendimento vai provocar no meio ambiente e como esses impactos serão mitigados”&comma; pontuou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Topázio destacou ainda que a atividade minerária exige avaliações multidisciplinares envolvendo aspectos geológicos&comma; recursos hídricos&comma; fauna&comma; flora&comma; emissões atmosféricas&comma; resíduos sólidos e impactos sobre comunidades&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Durante a apresentação&comma; o diretor também comentou as discussões nacionais em torno da proposta da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental &lpar;Lei 15&period;190&sol;2025&rpar;&comma; em vigor desde fevereiro de 2026&period; Segundo ele&comma; é importante ampliar os debates técnicos sobre os impactos da futura legislação na rotina dos órgãos ambientais e do setor produtivo&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É importante que os setores participem dessa discussão para entender como essas mudanças podem afetar o processo de licenciamento e a dinâmica dos estados”&comma; disse&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O tema também vem sendo aprofundado internamente pelo Sistema Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos &lpar;Sisema&rpar;&period; Ao longo do dia&comma; servidores da Secretaria do Meio Ambiente &lpar;Sema&rpar; e do Inema também participaram de um Seminário sobre a Lei Geral do Licenciamento Ambiental e suas alterações&comma; um evento promovido em parceria com a Academia Viex para os servidores da gestão pública ambiental&period; &lbrack;Saiba mais&rsqb;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Visões do setor<&sol;strong><br &sol;>O painel na FIEB também contou com participação de Rafael Valente&comma; responsável pela abertura e mediação do debate&period; Durante sua fala&comma; ele destacou a importância de aperfeiçoar os fluxos de licenciamento ambiental para fortalecer setores estratégicos da economia baiana&comma; como mineração&comma; construção civil&comma; turismo&comma; agronegócio e energia renovável&period; &&num;8220&semi;O debate sobre licenciamento precisa considerar o equilíbrio entre fiscalização&comma; eficiência administrativa e desenvolvimento sustentável&period; Ninguém quer fazer nada fora da lei&period; Nós queremos aprovar dentro da lei&comma; mas precisamos de rito”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O evento contou ainda com palestra de William Freire&comma; referência nacional em segurança jurídica aplicada à mineração&period; Durante sua fala&comma; o jurista destacou o potencial de crescimento do setor mineral diante da expansão da demanda global por minerais ligados à transição energética&comma; descarbonização e alta tecnologia&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O boom da mineração vai explodir&period; Não sei se vai ser em 10 ou 20 anos&comma; mas uma hora vai explodir”&comma; afirmou&period;<br &sol;>Freire também defendeu a ampliação do reconhecimento estratégico dos agregados minerais utilizados na construção civil dentro das discussões nacionais sobre minerais críticos e estratégicos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já a gerente regional da Agência Nacional de Mineração &lpar;ANM&rpar; na Bahia&comma; Carla Ferreira Vieira Martins&comma; destacou os desafios regulatórios e operacionais enfrentados pelo setor de agregados minerais&comma; especialmente em relação aos processos de regularização&comma; fiscalização e expansão urbana no entorno das pedreiras&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Carla&comma; os conflitos entre áreas minerárias e comunidades urbanas têm exigido análises técnicas cada vez mais cuidadosas por parte dos órgãos reguladores&comma; especialmente em municípios que cresceram ao redor de antigas pedreiras instaladas antes da expansão urbana&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O setor da construção civil precisa ocupar esse espaço estratégico e ampliar sua representatividade”&comma; observou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"http&colon;&sol;&sol;www&period;ba&period;gov&period;br&sol;comunicacao&sol;noticias&sol;2026-05&sol;381849&sol;diretor-do-inema-debate-modernizacao-do-licenciamento-ambiental-e-desafios">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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