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Festival reunirá mestres e mestras reconhecidos pelo legado no artesanato da Bahia

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"">&NewLine;<p>As mestras e mestres virão de diferentes rotas do artesanato da Bahia e irão comercializar seus produtos exclusivos para o público visitante do evento&period; Um dos mestres que vai marcar presença no festival é Argemiro Costa Neto&comma; mais conhecido como Miro&period; Com sabedoria e habilidades transmitidas através de quatro gerações de sua família&comma; o artista de 65 anos é uma referência na produção de cerâmica em Maragogipinho&comma; distrito do município de Aratuípe&comma; considerado o maior centro de produção artesanal de cerâmica da América Latina&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Miro passou toda a infância frequentando a olaria de seu pai&comma; e o conhecimento sobre as técnicas da cerâmica veio de forma natural&comma; em meio às brincadeiras lúdicas com a argila&period; Aos 30 anos&comma; Miro sentiu a necessidade de se dedicar a ensinar seus conhecimentos para outras pessoas&comma; oferecendo incentivo e motivação para novos aprendizes&period;<&sol;p>&NewLine;<figure class&equals;"wp-block-image size-large"><figcaption class&equals;"wp-element-caption">Foto&colon; Agência Dudes&sol;Fábrica Cultural<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Eu aprendi com meu pai dizendo &OpenCurlyQuote;olha aqui o que estou fazendo que você consegue’&comma; mas eu queria outra forma de transmitir o conhecimento do produzir cerâmica&period; Eu comecei a detalhar&comma; pegar na mão da pessoa&comma; mostrar a forma exata de fazer e aí elas começaram a me ver de forma diferente&period; Diziam &OpenCurlyQuote;Miro tem mais cuidado&comma; mais carinho na forma de ensinar’&period; A ideia é motivar o individuo a fazer melhor&period; Elogiar e dizer que ele pode fazer cada vez melhor”&comma; afirma o artista&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Foi a dedicação e a paciência com os novos artesãos que fizeram Miro ser reconhecido como uma referência em sua comunidade&period; Ele se destaca&comma; também&comma; pelo trabalho diferenciado que realiza em Maragogipinho&comma; com a marca de produzir peças de porte grandioso e de ter aperfeiçoado as técnicas de produção de talhas e porrões&comma; potes de barro que&comma; no passado&comma; eram utilizados para o armazenamento de água e grãos e hoje&comma; também&comma; são lindas peças decorativas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com cerca de 150 olarias&comma; Maragogipinho é conhecido pela vasta produção de peças de barro&comma; como potes &lpar;porrões&rpar;&comma; talhas&comma; boi-bilhas&comma; panelas&comma; vasos&comma; pratos&comma; corbélias&comma; esculturas&comma; moringas&comma; entre outros&period; Uma das características marcantes da cerâmica local são os desenhos de influências indígenas&comma; geométricas e florais&comma; criados pela pintura artesanal em tauá&comma; pigmento natural de argila de aspecto vermelho&comma; e tabatinga&comma; de tom branco&period; As peças de cerâmica de Maragogipinho são conhecidas em todo o Brasil e até em outros países&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Mestra rendeira<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Quarta geração de uma família de mulheres rendeiras de Saubara&comma; a mestra artesã Maria do Carmo Amorim&comma; 76 anos&comma; também vai apresentar no Fenaba seu importante legado na arte da renda de bilro&period; Trata-se de uma técnica de tecer renda de herança portuguesa que chegou em nosso território há mais de quatro séculos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A artista aprendeu os primeiros pontos aos 7 anos e desde então se dedica a esta tradição&comma; compartilhando seus saberes com as mulheres da sua família e da sua comunidade&period; Empenhada em fortalecer o trabalho das artesãs rendeiras da região&comma; Maria do Carmo fundou&comma; em 1992&comma; a Associação de Artesãos de Saubara&comma; que reúne&comma; atualmente&comma; 53 artesãs&period; Nesta associação&comma; as artesãs trabalham com duas tipologias&colon; além da renda de bilro&comma; o trançado de palha de licuri&comma; também tradicional na região&comma; e que tem como destaque a Mestra Raimunda&comma; produzindo esteiras&comma; chapéus&comma; bolsas&comma; bandejas e outros utilitários&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Como toda mestra&comma; Maria do Carmo gosta muito de ensinar e transmitir o seu conhecimento adquirido e aperfeiçoado ao longo dos anos&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É uma felicidade muito grande quando vejo as minhas alunas fazendo as coisas que eu sempre ensinei&period; A gente tem o saber e quer passar para as novas gerações porque é uma tradição da nossa cultura que não queremos perder&period; A renda de bilro é uma cultura que chama muita atenção das pessoas aqui em Saubara&period; Eu fico encantada quando vejo as pessoas felizes vendo o nosso trabalho e saber que eu também estou transmitindo a alegria para elas”&comma; afirma a mestra&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As mulheres rendeiras ajudam a técnica ancestral do bilro a ser reconhecida em todo Brasil e até em outros países&period; O sucesso é tanto que&comma; recentemente&comma; o trabalho dessas artistas foi parar nas telas da TV&period; Elas foram responsáveis pela confecção das peças de renda que cobrem o vestido de noiva de Maria Santa&comma; a Santinha&comma; personagem da atriz Duda Santos&comma; no remake da novela Renascer&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Mestras e Mestres presentes no 1º Festival Nacional de Artesanato na Bahia&colon;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Alentícia Bertoza Ribeiro<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Alentícia Bertoleza Ribeiro modela no barro miniaturas em animais para composição de presépios&comma; dando continuidade ao trabalho da família Santos&comma; de tradicionais ceramistas na cidade de Cachoeira&period; Nascida na zona rural do município em 4 de dezembro de 1950&comma; no distrito de Cabonha&comma; teve seu primeiro contato com a modelagem do barro na infância&comma; quando&comma; nas brincadeiras com as outras crianças&comma; fazia pequenas panelas&period; Suas peças possuem um toque delicado e muito alegre pelo uso das cores primárias&comma; e podem ganhar sentido decorativo ou religioso&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Ana Fiuza Caires<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Com mais de 30 anos de atuação&comma; a mestra Ana Fiúza Caires&comma; confecciona bordados e domina todo o processo de produção de peças feitas em algodão agroecológico&comma; desde o plantio&comma; passando pelo beneficiamento até os acabamentos dos produtos em bordados&period; O interesse em perpetuar essa herança a levou a criar e presidir o grupo Mulheres do Algodão de Guanambi&comma; para estruturar melhor a produção das artesãs que como ela&comma; vivem do beneficiamento das fibras plantadas em seus quintais&period; Seus trabalhos rendem belas peças de cama&comma; mesa e banho em tecidos manuais e com acabamentos como bordados em ponto de cruz&comma; marambaia&comma; macramê e crochê&comma; que são vendidos em feiras e lojas em todo o país&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Carlos Biqueira<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Carlos Henrique Andrade dos Santos&comma; conhecido como Biquera&comma; é mestre na técnica da escultura&comma; criando personagens que têm a cara e contam a história do povo baiano&colon; o preto velho&comma; a baiana com a bacia na cabeça&comma; as mulheres africanas adornadas com a palha da costa&comma; o famoso trio nordestino que anima os forrós&comma; pescadores&comma; capoeiristas&comma; os Orixás das religiões de matriz africana&comma; figuras lendárias como Lampião e Maria Bonita&comma; dentre outros&period; As esculturas são feitas de matérias-primas variadas&period; As estruturas são feitas com materiais reciclados&comma; como isopor&comma; plástico e arame&comma; que são revestidas com massa fria e adornados com tecidos&comma; couro&comma; alumínio&comma; palha da costa&comma; dentre outros recursos&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Celia Regina Amorim da Silva<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A mestra Célia Regina Amorim da Silva cria tramas e tecidos através da tecelagem manual&comma; com um forte trabalho voltado para a moda&period; Nascida em 1962&comma; em São Paulo&comma; capital&comma; onde iniciou e aperfeiçoou a sua técnica no tear&comma; mudou-se para Porto Seguro no início dos anos 2000&comma; onde conheceu seu parceiro Anderson Lima&comma; também artesão&comma; com quem tem um trabalho em conjunto&comma; unindo tecelagem e pintura artística&period; Suas peças incluem bolsas&comma; kaftans&comma; xales e echarpes&comma; sempre com design inovador&period; Há 30 anos como professora&comma; atualmente dá aula em quatro aldeias indígenas em Porto Seguro e já perdeu as contas da quantidade de alunas e alunos teve em sua trajetória&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Dinoélia Santos Trindade<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Dinoélia Trindade é mestra em renda de bilro&comma; tradição que herdou de sua família de rendeiras da cidade de Saubara&comma; no Recôncavo baiano&period; Nasceu em Santo Amaro&comma; em 10 de outubro de 1959&comma; e cresceu em Saubara&comma; onde&comma; desde criança&comma; observava sua avó manuseando as peças de madeira e criando as tramas da renda&comma; o que despertou sua curiosidade e o interesse em aprender&period; Em 2009&comma; fundou a Associação das Rendeiras de Dias d’Ávila&comma; entidade que hoje já transmite o fazer artesanal da renda de bilro para a terceira geração de alunas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>José dos Santos Braga – Zé de Rita<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>José dos Santos Braga&comma; mais conhecido como Zé de Rita&comma; é mestre na criação de trançados e cestarias&comma; utilizando a palha de licuri&comma; uma das principais palmeiras do semiárido nordestino&comma; e a madeira de umburana reaproveitada&period; Nascido em Nossa Senhora Aparecida&comma; em Sergipe&comma; mudou-se ainda na infância para a cidade de Santa Brígida&comma; no norte da Bahia&period; José aprendeu o ofício com sua mãe&comma; Dona Rita&comma; que inspirou seu apelido&period; O artista possui um portfólio de produtos variados&comma; além de peças utilitárias&comma; como esteiras&comma; cestas&comma; vassouras e chapéus&comma; também produz peças decorativas&comma; como porta-joias&comma; cestas de pão&comma; porta-objetos&comma; caixas&comma; balaios&comma; bolsas&comma; bandejas&comma; jogos de mesa e mandalas&period; Zé de Rita também é um dos fundadores da Associação de Artesãos de Santa Brígida&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>José Roque Azevedo Assunção<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O mestre José Roque Azevedo Assunção é um dos responsáveis pela manutenção do trançado da piaçava no Baixo Sul da Bahia&period; Quando sua família se mudou para a cidade de Ituberá&comma; sua mãe aprendeu a técnica preservada nas comunidades quilombolas da região e foi com ela que Zé Roque aprendeu o que futuramente se tornaria sua missão&period; Seu trabalho autoral é extremamente criativo e produz belas mandalas&comma; cestos&comma; sousplats&comma; fruteiras e outros produtos feitos com matéria-prima extraída das matas da região de maneira sustentável e respeitosa ao meio ambiente&period; O equilíbrio ambiental é&comma; inclusive uma das suas grandes preocupações&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Joselito José Pinto – Zelito<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Mestre Joselito é especialista na técnica de entrelaçar fios em teares&comma; criando peças belas e delicadas&period; Nas suas criações&comma; mescla fios e fibras&comma; como sisal e piaçava&comma; para produzir peças como jogos americanos&comma; caminhos de mesa&comma; tapetes&comma; sousplat e sacolas&period; Com fios mais finos&comma; tece delicados panos da costa&comma; ojás&comma; toalhas e panos de mesa&period; No seu trabalho&comma; acumula o conhecimento de pontos tradicionais de várias regiões do Brasil&period; É servidor e dá aulas através do Governo do Estado da Bahia&period; Professor há mais de 40 anos&comma; já deu cursos em Salvador em associações&comma; projetos comunitários e terreiros de candomblé&comma; como o Ilê Axé Opó Afonjá e o São Jorge Filho da Gomeia&comma; além de compartilhar seus conhecimentos também em diversas cidades do interior&period;  <&sol;p>&NewLine;<p><strong>Luis Alberto Amado Sanches<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Luís Alberto Amado Sanches&comma; conhecido como mestre Amado&comma; é ceramista e escultor e o seu trabalho traz a influência afro-indígena&period; Nascido no povoado São Braz&comma; no município de Santo Amaro da Purificação&comma; teve seu primeiro contato com a argila com seus avós pescadores e oleiros que vendiam panelas e alguidares na feira local&period; Seu trabalho gira em torno do universo afro-religioso&comma; criando esculturas de orixás femininos e máscaras&period; Iniciou a atividade de professor de cerâmica em 2001&comma; a convite do Instituto Mauá&comma; viajando pelo interior do estado&comma; onde teve experiências em comunidades indígenas &lpar;Tuxá&comma; Kiriri e Tupinambá&rpar;&comma; além de comunidades quilombolas&period; Desde 2004&comma; o Mestre Amado&comma; como é chamado&comma; é responsável pela oficina de cerâmica do Centro Educacional Santo Antônio – Cesa&comma;Escola das Obras Sociais Irmã Dulce em Simões Filho&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Luzia Torres de Matos<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A mestra Luzia Torres de Matos costura bonecas que unem cuidado&comma; delicadeza e história&period; Nascida em Uruçuí&comma; no Piauí&comma; cresceu em Carolina&comma; cidade à beira do Rio Tocantins&comma; no Maranhão&comma; onde teve seu primeiro contato com o artesanato e as artes manuais&period; Foi morando em Guanambi que surgiu a inspiração para criar os bonecos da Catadora e Catador de Algodão&comma; uma das suas principais marcas&comma; que representam os lavradores dos campos de algodão da cidade&period; Fundou na cidade a Casa da Boneca de Pano de Guanambi&comma; onde produz bonecas e outros tipos de costura junto com outras mulheres de sua comunidade&period; Também dá oficinas de como fazer bonecas de pano&comma; patchwork e outros tipos de costuras&comma; tanto no seu espaço como em outras comunidades e cidades da região&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Maria da Conceição Nogueira Bonfim – Conça<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Maria da Conceição Nogueira&comma; conhecida como Conça&comma; é mestra em renda de bilro&comma; finos tecidos com malha aberta&comma; compostos por desenhos criados a partir do entrelaçamento de fios presos nos bilros&comma; sobre uma almofada&period; Nasceu em Salvador&comma; mas sempre viveu na Ilha de Maré&comma; uma das 56 ilhas que compõem a Baía de Todos-os-Santos e que faz parte do município de Salvador&comma; onde a tradição deste tipo de renda é passada através das gerações&period; Desde então&comma; produz peças delicadas para decoração e vestuário e segue transmitindo o conhecimento tradicional adquirido com as mulheres da comunidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Maria dos Anjos Souza<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Maria dos Anjos Souza&comma; mais conhecida como Dos Anjos&comma; é mestra nas técnicas do bordado&comma; em especial do redendê&period; Natural de Inhambupe&comma; produz peças para casa&comma; enxovais e vestuários&period; Suas batas&comma; vestidos&comma; calças e camisas são uma inovação no uso desse tipo de bordado&period; Também chamado de &OpenCurlyDoubleQuote;redendel” na cidade&comma; o bordado&comma; geralmente formando composições geométricas&comma; é feito em tecido preso em bastidor que&comma; após ser trabalhado&comma; é recortado com tesoura para retirada das partes que não foram cobertas pela linha&period; Além do redendê&comma; a mestra também sabe costurar e fazer diversos tipos de bordados&comma; como ponto cheio&comma; crivo&comma; ponto de areia&comma; bainha aberta e outros&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Olavo Paixão dos Santos – Olavo da Bahia<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Mestre Olavo é considerado um dos maiores construtores e tocadores de berimbau da atualidade&period; Produz também pandeiros&comma; cuícas e outros instrumentos percussivos&period; Nasceu em Cruz das Almas&comma; Recôncavo da Bahia&comma; em 29 de julho de 1942 e cresceu em Muritiba&comma; onde aprendeu a capoeira com o mestre Alfredo da Capoeira Angola&period; Mudou-se para Salvador nos anos 1960&comma; onde conheceu o mestre Waldemar da Paixão&comma; com quem aprendeu a construir um bom berimbau&period; Foi mestre Waldemar que introduziu a corda de aço e a pintura das cabaças&comma; ensinamentos que o aluno incorporou ao seu trabalho&comma; além de incluir inovações&comma; como a pirogravura&period; Recebeu o título de Mestre Artesão em maio de 2021&comma; tornando-se&comma; ao lado de mestre Lua Rasta&comma; os primeiros mestres artesãos da capoeira reconhecidos no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Reginaldo Xavier<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Reginaldo Xavier é mestre na arte da cerâmica&period; Sua vida é dedicada à criação de esculturas cheias de delicadeza&comma; como bustos femininos&comma; santos&comma; sereias&comma; pratos&comma; caixas&comma; maçãs e outras figuras suavemente coloridas&period; Nascido em Nazaré das Farinhas&comma; onde acontece anualmente a tradicional Feira dos Caxixis&comma; participou das Oficinas de Expressão em Série&comma; do Museu de Arte Moderna da Bahia&comma; em Salvador&comma; onde se apaixonou definitivamente pela cerâmica&period;  Trabalhou em diversos ateliês&comma; foi professor do Instituto Mauá e hoje produz as suas peças num ateliê em Igatu&comma; na Chapada Diamantina&period; Seus trabalhos estão espalhados em cidades como Nova Iorque e Paris&comma; além de todo o Brasil&period; Um dos seus trabalhos mais marcantes são as Negras&comma; bustos de mulheres que ostentam belos penteados afros&comma; inspirados na afirmação do cabelo crespo das mulheres que via em Salvador na juventude e que&comma; para ele&comma; eram lindas esculturas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Rosalvo Santana<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Rosalvo Santana é mestre santeiro&comma; precursor da arte sacra em Maragogipinho&comma; maior centro oleiro da América Latina&period; Nascido no município&comma; cresceu vendo seus pais dedicados à produção da cerâmica utilitária&period; Se especializou na criação de imagens sacras e figurativas&comma; modeladas com talento&comma; habilidade e muita técnica&period; Seu estilo mistura o barroco e o rococó&comma; enriquecendo as imagens com detalhes&comma; volumes e panejamentos&period; Suas peças são feitas de uma argila mais pura&comma; que passa por processos de refino e decantação para alcançar a plasticidade necessária e&comma; então&comma; não é esculpida&comma; mas modelada sobre uma base cônica&period; Os detalhes&comma; como as linhas das mãos e as unhas&comma; que são marca dos seus trabalhos&comma; são acrescentados por último&period; O cuidado na produção vai desde a queima&comma; em etapas para proporcionar resistência&comma; até a embalagem&comma; para garantir a integridade das peças&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Taurino Silva – Zé das Baianas<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O mestre Taurino Silva&comma; mais conhecido como Seu Zé das Baianas&comma; é um dos artesãos que fazem a fama de Maragogipinho&comma; importante centro oleiro da Bahia&period; Ele nasceu em 1957 e cresceu entre as olarias do povoado&period; Começou a modelar no torno aos 13 anos e criar suas primeiras peças&colon; pratos de sobremesa&comma; depois panela de feijoada e outros utilitários&period; Criativo e inquieto&comma; está sempre em busca de criar novas peças&period; Foi assim que surgiu a baiana que está no seu codinome e é sua peça mais famosa&comma; escultura em tamanho grande que representa um dos principais símbolos do estado&period; Seu legado já foi reconhecido em várias matérias de TV e pela Unesco&comma; que escolheu seu trabalho para representar a Bahia em 2004&period; Sua &OpenCurlyDoubleQuote;Baiana com Tabuleiro” também é parte do acervo de arte popular do Museu do Folclore Edison Carneiro&comma; no Rio de Janeiro&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Claudia de Araújo Figueiredo<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Claudia de Araújo Figueiredo é mestra na técnica do crochê&period; Nascida em Alagoinhas&comma; Bahia&comma; em 21 de dezembro de 1971&period; Aos 11 anos&comma; ela ganhou da avó sua primeira agulha e começou a aprender os primeiros pontos&period; Após a perda parcial da visão de dona Francisca por conta de uma catarata&comma; foi a vizinha Rita que lhe ensinou os principais pontos&period; No seu trabalho&comma; aliado ao crochê&comma; também usa o fuxico em algumas peças&period; Suas criações são voltadas principalmente para casa e decoração&comma; eventualmente produzindo peças de moda&period; São cestos&comma; bandejas&comma; cachepôs&comma; porta-vinhos&comma; bolsas e outras peças feitas com barbante&comma; fio de malha e outros tipos de linhas&period; Em 2020&comma; foi desafiada a começar a ensinar&comma; transmitindo seus conhecimentos técnicos do crochê e do fuxico em cursos realizados pela Secretaria de Educação de Lauro de Freitas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Constância Maria de Carvalho<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A mestra Constância Maria de Carvalho cria esculturas em cerâmica e é especialista em figuras humanas&period; Nasceu em Serra Negra&comma; local hoje conhecido como o município de Pedro Alexandre&comma; na Bahia&comma; que ganhou esse nome por conta de seu bisavô&period; Ingressou no curso pintura e cerâmica do Instituto Mauá&comma; onde se apaixonou pelo oficio&period; Constância esculpe na argila figuras humanas&comma; criando santos&comma; anjos e orixás e também reproduzindo retratos&period; Suas peças têm especial atenção às expressões e emoções e não são pintadas&comma; mantendo a cor original da argila queimada&period; Para ela&comma; a cerâmica mudou sua vida&comma; trazendo tranquilidade em momentos difíceis e também independência&period; Começou a dar aulas no mesmo lugar onde começou a aprender a técnica&comma; o Instituto Mauá&comma; e durante 12 anos foi professora de cerâmica escultórica&comma; transmitindo seu conhecimento para diversos alunos e alunas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O 1º Festival Nacional de Artesanato na Bahia é realizado pelo Governo do Estado&comma; por meio da Secretaria do Trabalho &lpar;Setre&rpar;&comma; através da Coordenação de Fomento ao Artesanato &lpar;CFA&rpar; e das Secretarias da Cultura &lpar;Secult&rpar;&comma; do Turismo &lpar;Setur&rpar; e de Promoção da Igualdade Racial &lpar;Sepromi&rpar;&period; O evento tem o patrocínio do Sebra e correalização da Pau Viola Entretenimento e da Associação Fábrica Cultural&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Serviço<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>1º Festival Nacional de Artesanato na Bahia &lpar;Fenaba&rpar;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Data<&sol;strong>&colon; 17 a 19 de maio de 2024 &lpar;sexta-feira&comma; sábado e domingo&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Local&colon;<&sol;strong> Arena Fonte Nova &lpar;Níveis 6&comma;7 e 8&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Horário da Feira<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>17&sol;05 &lpar;sexta-feira&rpar;&colon; das 14h às 22h <&sol;p>&NewLine;<p>18&sol;05 &lpar;sábado&rpar;&colon; das 13h às 22h<&sol;p>&NewLine;<p>19&sol;05 &lpar;domingo&rpar;&colon; de 13h às 20h<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&ast;Horário dos shows até 23h<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Acesso&colon;<&sol;strong> Ladeira da Fonte &lpar;Pedestre&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Entrada gratuita<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Servidores públicos do estado terão descontos entre 5&percnt; a 15&percnt; nas compras de produtos<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Estacionamento&colon;<&sol;strong> N2 &lpar;Entrada pelo Dique&rpar; – R&dollar; 20<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Programação artística <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>17&sol;05 – Mariene de Castro e Autorais<br &sol;>18&sol;05 – Paulinho da Viola&comma; Sambaiana  e stand up com o influencer Matheus Buente<br &sol;>19&sol;05 – Jau e convidados<&sol;p>&NewLine;<p><strong><em>Fonte&colon; Ascom&sol;Setre<&sol;em><&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<footer> <span class&equals;"td-page-meta" itemprop&equals;"author" itemscope&equals;"" itemtype&equals;"https&colon;&sol;&sol;schema&period;org&sol;Person"><meta itemprop&equals;"name" content&equals;"Louise Cibelle"&sol;><meta itemprop&equals;"url" content&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;comunicacao&period;ba&period;gov&period;br&sol;author&sol;louise&sol;"&sol;><&sol;span><meta itemprop&equals;"datePublished" content&equals;"2024-05-14T16&colon;28&colon;53-03&colon;00"&sol;><meta itemprop&equals;"dateModified" content&equals;"2024-05-14T16&colon;28&colon;55-03&colon;00"&sol;><meta itemscope&equals;"" itemprop&equals;"mainEntityOfPage" itemtype&equals;"https&colon;&sol;&sol;schema&period;org&sol;WebPage" itemid&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;comunicacao&period;ba&period;gov&period;br&sol;2024&sol;05&sol;destaques&sol;d4-destaque-grid&sol;festival-reunira-mestres-e-mestras-reconhecidos-pelo-legado-no-artesanato-da-bahia&sol;"&sol;><span class&equals;"td-page-meta" itemprop&equals;"publisher" itemscope&equals;"" itemtype&equals;"https&colon;&sol;&sol;schema&period;org&sol;Organization"><span class&equals;"td-page-meta" itemprop&equals;"logo" itemscope&equals;"" itemtype&equals;"https&colon;&sol;&sol;schema&period;org&sol;ImageObject"><meta itemprop&equals;"url" content&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;comunicacao&period;ba&period;gov&period;br&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2023&sol;01&sol;LOGO-RETINA-COR&lowbar;544x180px-300x99&period;png"&sol;><&sol;span><meta itemprop&equals;"name" content&equals;"Secom GOVBA"&sol;><&sol;span><meta itemprop&equals;"headline " content&equals;"Festival reunirá mestres e mestras reconhecidos pelo legado no artesanato da Bahia"&sol;><span class&equals;"td-page-meta" itemprop&equals;"image" itemscope&equals;"" itemtype&equals;"https&colon;&sol;&sol;schema&period;org&sol;ImageObject"><meta itemprop&equals;"url" content&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;comunicacao&period;ba&period;gov&period;br&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2024&sol;05&sol;artesa-1&period;jpeg"&sol;><meta itemprop&equals;"width" content&equals;"1280"&sol;><meta itemprop&equals;"height" content&equals;"853"&sol;><&sol;span> <&sol;footer>&NewLine;<p> <noscript><iframe src&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;googletagmanager&period;com&sol;ns&period;html&quest;id&equals;GTM-NWXCQ4D" height&equals;"0" width&equals;"0" style&equals;"display&colon;none&semi;visibility&colon;hidden"><&sol;iframe><&sol;noscript><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;comunicacao&period;ba&period;gov&period;br&sol;2024&sol;05&sol;destaques&sol;d4-destaque-grid&sol;festival-reunira-mestres-e-mestras-reconhecidos-pelo-legado-no-artesanato-da-bahia&sol;">Fonte&colon; 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Redação

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