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Ex-presidente do INSS recebia propina de R$ 250 mil, diz Polícia Federal

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>APolícia Federal concluiu que o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social &lpar;INSS&rpar; Alessandro Stefanutto recebia propina de R&dollar; 250 mil por mês de entidades no esquema de fraudes de descontos associativos em contracheques de aposentados e pensionistas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A informação consta no relatório de 839 páginas da PF que indiciou Stefanutto e outras 47 pessoas na operação Sem Desconto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O documento aponta que Stefanutto tinha o apelido de &OpenCurlyDoubleQuote;Italiano” e constava dessa forma nas agendas dos celulares dos demais investigados&period; Troca de mensagens também aparecem nas investigações&comma; com informações dos pagamentos rotineiros e confirmações de recebimentos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;ALESSANDRO ANTONIO STEFANUTTO &lpar;&OpenCurlyDoubleQuote;Italiano&comma;” ex-Procurador-Geral e Presidente do INSS&rpar;&colon; Recebia até R&dollar; 250&period;000&comma;00 mensais&comma; totalizando R&dollar;900&period;000&comma;00 via STELO ADVOGADOS&comma; além de outros montantes via DELICIA ITALIANA PIZZAS e MOINHOS IMOBILIARIA”&comma; conclui a PF&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O documento detalha que&comma; em 8 de janeiro de 2025&comma; um operador encaminha um print de tela de uma conversa com um intermediário de recebimentos do ex-presidente do INSS&period; Neste print&comma; ele informa que o valor do pagamento mensal do INSS &OpenCurlyDoubleQuote;já deve estar na conta” e comunica que depois passaria &OpenCurlyDoubleQuote;os dados bancários”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;No dia 08&sol;09&sol;2022&comma; por exemplo&comma; o operador encaminha o contato do STEFANUTTO &sol; ITALIANO ao intermediário e pede para ele fazer &OpenCurlyDoubleQuote;contato com esse procurador”&comma; devendo &OpenCurlyDoubleQuote;levar aquela encomenda” que era de 100&comma; mas vai &OpenCurlyDoubleQuote;levar só 50”&comma; apontam as mensagens&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Dois dias depois&comma; o operador pergunta se o intermediário já está na &OpenCurlyDoubleQuote;estrada” e o lembra de levar &OpenCurlyDoubleQuote;aqueles 50 do italiano”&comma; dando a entender que estava indo ao encontro do ITALIANO&period; Na sequência&comma; responde que &OpenCurlyDoubleQuote;tá separado já”&comma; destacam&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A PF também concluiu que os pagamentos provinham diretamente do escoamento da fraude em massa da CONAFER&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;As mensagens trocadas revelam que o Presidente da CONAFER era quem tinha o domínio do fato e determinava os pagamentos indevidos”&comma; diz a PF&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O inquérito coloca que ficou comprovado que &OpenCurlyDoubleQuote;os massivos valores desviados dos benefícios das milhares de vítimas&comma; que deveriam ser revertidos em benefícios aos filiados&comma; ingressavam inicialmente nos cofres da CONAFER&comma; mas eram rapidamente redirecionados&comma; de forma majoritária&comma; para empresas de fachada ligadas aos operadores financeiros&period; Em seguida&comma; mediante ordem do Presidente da CONAFER&comma; os operadores financeiros destinavam a maior parte dos valores em proveito próprio ou para pagamento de propina para agentes públicos e políticos&comma; que viabilizaram o funcionamento do esquema e os interesses escusos da CONAFER”&comma; diz trecho&period;<&sol;p>&NewLine;<h3>Outro lado<&sol;h3>&NewLine;<p>A defesa de Alessandro Antônio Stefanutto vai requerer ao Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; a imediata revogação da prisão preventiva do ex-presidente do INSS após a conclusão do primeiro inquérito da Operação Sem Desconto e o encaminhamento do relatório final da Polícia Federal ao ministro André Mendonça&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para a defesa&comma; o encerramento da fase investigativa inaugura um novo momento processual e reforça a necessidade de reavaliação da medida cautelar&comma; uma vez que o inquérito já foi concluído e será submetido à análise da Procuradoria-Geral da República&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao longo de mais de um ano de investigação&comma; Stefanutto teve seus sigilos bancário e fiscal quebrados&comma; aparelhos eletrônicos apreendidos e sua movimentação financeira integralmente analisada&period; Ainda assim&comma; segundo a defesa&comma; a investigação não demonstrou o recebimento de valores ilícitos em seu patrimônio&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A defesa também afirma que o relatório final deixou de enfrentar elementos probatórios relevantes já incorporados aos autos&period; Entre eles está o depoimento da pessoa que se reconheceu como o &OpenCurlyDoubleQuote;Italiano” mencionado nas conversas analisadas durante a investigação&comma; referência atribuída desde o início da apuração a Alessandro Stefanutto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na avaliação dos advogados&comma; trata-se de elemento probatório que merecia análise aprofundada por possuir potencial para afastar uma das premissas centrais adotadas pela investigação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O indiciamento representa a conclusão da investigação policial&comma; mas não constitui condenação nem vincula a atuação da Procuradoria-Geral da República ou do Poder Judiciário&period; Caberá agora ao Ministério Público Federal examinar o conjunto probatório e decidir sobre eventual oferecimento de denúncia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Diante desse novo cenário processual&comma; a defesa sustenta que a manutenção da prisão preventiva deve ser reavaliada pelo Supremo Tribunal Federal&comma; por entender que a medida cautelar&comma; de natureza excepcional&comma; exige fundamentos concretos e contemporâneos que justifiquem sua permanência&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A defesa também afirma ter confiança de que o contraditório e a análise integral das provas demonstrarão a inocência de Alessandro Antônio Stefanutto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Conafer não se manifestou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;acessepolitica&period;com&period;br&sol;noticia&sol;178654&sol;ex-presidente-do-inss-recebia-propina-de-r-250-mil-diz-policia-federal">Fonte&colon; 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Redação

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