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<p>Investigadores revelam que as ordens para os assassinatos de autoridades partiam de dentro dos presídios e eram repassadas a Janeferson Aparecido Mariano Gomes, conhecido como Nefo</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/age20250916008-341x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/age20250916008-741x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Ruy Ferraz Fontes, assassinado em Praia Grande, vinha sendo monitorado por criminosos havia pelo menos um mês<br /></span></div>
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<p>O ex-delegado-geral da <strong>Polícia Civil</strong> de <strong>São Paulo</strong> <strong>Ruy Ferraz Fontes</strong>, assassinado em <strong>Praia Grande</strong>, vinha sendo monitorado por criminosos havia pelo menos um mês. Ele também estava na mira do Primeiro Comando da Capital (<strong>PCC</strong>), segundo relatório do Ministério Público de 2024 que detalhava planos de atentados contra autoridades. O documento, revelado neste domingo (21), pelo programa “Fantástico”, da <em>TV Globo</em>, foi produzido no âmbito de uma investigação sobre integrantes do PCC que comandavam a chamada Sintonia Restrita – setor da facção responsável por organizar resgates e atentados contra agentes públicos.</p>
<p>Segundo os investigadores, as ordens para os assassinatos partiam de dentro dos presídios e eram repassadas a Janeferson Aparecido Mariano Gomes, o Nefo. No celular dele, o Ministério Público encontrou as informações que deram origem ao relatório “Bate Bola”, de 2024, cujo item 16 citava diretamente a perseguição a Ruy Ferraz Fontes e ao promotor de Justiça Lincoln Gakiya.</p>
<p>As investigações mostraram ainda que o ex-delegado vinha sendo monitorado havia pelo menos um mês. O sistema de vigilância da prefeitura de Praia Grande registrou o carro branco que perseguiu Ruy no dia do assassinato circulando pela cidade desde 18 de agosto, sempre durante a semana, quando ele cumpria expediente na Secretaria de Administração. As câmeras flagraram o veículo repetindo os mesmos trajetos do ex-delegado, em aparente mapeamento de rotina para a emboscada.</p>
<p>Imagens também revelaram a dinâmica do crime. Antes de Ruy deixar o trabalho, os assassinos já preparavam a emboscada: uma SUV preta parou em frente ao prédio onde ele trabalhava, enquanto, a dois quilômetros dali, câmeras flagraram o carro branco – o mesmo usado no dia do assassinato – aguardando para acompanhar a fuga.</p>
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<h3><strong>Histórico de ameaças</strong></h3>
<p>Na reportagem, o promotor Lincoln Gakiya lembra que o ex-delegado já havia sido ameaçado e jurado de morte pelo PCC desde 2006, quando investigou a série de ataques da facção em São Paulo. Em 2019, logo após assumir como delegado-geral, Ruy comandou a transferência de 22 líderes do PCC para presídios federais de segurança máxima. Na sequência, a polícia prendeu o grupo conhecido como “Bonde dos 14”. Em audiência sobre o caso, o próprio Ruy revelou que seu nome estava em uma lista de alvos dos criminosos.</p>
<p>“Policiais fizeram uma investigação e descobriram que havia no meio do PCC, uma ordem para matar algumas autoridades, e meu nome estaria entre elas. Era uma carta entre eles determinando essas mortes”, afirmou o ex-delegado em depoimento à Justiça em 2019. Apesar do histórico, ele não chegou a pedir proteção. Segundo o governo de São Paulo, a legislação atual não prevê escolta para policiais aposentados, e Ruy também não usava carro blindado no momento do crime.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo<br /></em><em>Publicado por Nícolas Robert</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/ex-delegado-assassinado-em-sp-era-jurado-de-morte-pelo-pcc-aponta-relatorio-do-mp.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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