Categories: Saúde

estamos desaprendendo a criar vínculos?

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 6<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>Você conversa diariamente pelo WhatsApp&comma; acompanha a vida de centenas de pessoas pelas redes sociais e pode conhecer alguém novo com poucos cliques&period; Ainda assim&comma; a sensação de solidão parece cada vez mais presente&period; <strong>O fenômeno tem chamado a atenção de pesquisadores&comma; profissionais da saúde mental e da própria Organização Mundial da Saúde &lpar;OMS&rpar;&comma; que passou a tratar a solidão como uma questão relevante de saúde pública&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Um relatório divulgado pela <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;news&period;un&period;org&sol;pt&sol;story&sol;2025&sol;07&sol;1850156" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Comissão de Conexão Social da OMS<&sol;a> mostrou que uma em cada seis pessoas no mundo sofre com a solidão&period; Segundo o documento&comma; a falta de conexões sociais está associada a cerca de 871 mil mortes por ano&comma; o equivalente a aproximadamente 100 mortes por hora em todo o planeta&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<p>Embora a tecnologia tenha ampliado as possibilidades de contato&comma; ela não garante a construção de vínculos emocionais profundos&period; É justamente nesse ponto que surge um dos maiores paradoxos da vida moderna&colon; nunca estivemos tão conectados e&comma; ao mesmo tempo&comma; tantas pessoas relatam sentir-se sozinhas&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Solidão não é apenas falta de companhia<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Segundo a psicanalista&comma; escritora&comma; professora universitária e doutoranda em Psicologia&comma; Elizandra Souza&comma; a solidão vai muito além da ausência física de pessoas&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Do ponto de vista da psicanálise&comma; a solidão não desaparece simplesmente porque estamos cercados de mensagens&comma; curtidas ou conversas rápidas&period; O ser humano precisa ser visto&comma; escutado e reconhecido de uma forma mais profunda&period; A hiperconexão oferece presença constante&comma; mas nem sempre oferece intimidade&period;<&sol;strong>”<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>A especialista destaca que a conexão digital pode aliviar momentaneamente a sensação de vazio&period; No entanto&comma; ela não substitui aquilo que sustenta os relacionamentos humanos&colon; a construção de vínculos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O paradoxo é que nunca tivemos tantos meios de contato e&comma; ao mesmo tempo&comma; talvez nunca tenha sido tão fácil evitar um encontro verdadeiro&period; Podemos responder uma mensagem&comma; postar uma foto&comma; conversar com várias pessoas e ainda assim não nos sentir realmente tocados por ninguém<&sol;strong>&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com estudos recentes sobre saúde mental e conexão social&comma; a solidão está associada ao aumento do risco de ansiedade&comma; depressão&comma; doenças cardiovasculares e pior qualidade de vida&period; Por isso&comma; especialistas alertam que a qualidade das relações é tão importante quanto a quantidade de contatos&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;10862" aria-describedby&equals;"caption-attachment-10862" style&equals;"width&colon; 360px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-10862" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Magnific<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>Estamos nos relacionando ou apenas acumulando contatos&quest;<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>A facilidade para se conectar não significa&comma; necessariamente&comma; proximidade emocional&period;<br &sol;>Para Elizandra Souza&comma; existe uma diferença importante entre estar conectado e sentir-se vinculado&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Em muitos casos&comma; estamos acumulando mais contatos do que vínculos&period; Estar conectado é ter acesso ao outro&colon; ver sua rotina&comma; mandar mensagens&comma; acompanhar suas publicações&period; Sentir-se vinculado é outra coisa&period; É sentir que existe uma troca afetiva&comma; uma presença que permanece mesmo quando a tela se apaga&period;”<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Ela explica que vínculos verdadeiros exigem elementos que não podem ser acelerados por algoritmos&period; Ela xlica que o vínculo emocional envolve confiança&comma; escuta&comma; cuidado e alguma disposição para se deixar afetar&period; Não é apenas falar com alguém&semi; é permitir que essa pessoa tenha alguma importância real na nossa vida&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Conexão e vínculo&colon; qual a diferença&quest;<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<h4><strong>Conexão<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>• É rápida e imediata&semi;<br &sol;>• Facilita o contato&semi;<br &sol;>• Permite comunicação constante&semi;<br &sol;>• Pode acontecer sem profundidade emocional&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Vínculo<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>• É construído ao longo do tempo&semi;<br &sol;>• Exige confiança e reciprocidade&semi;<br &sol;>• Envolve escuta&comma; cuidado e presença&semi;<br &sol;>• Permite vulnerabilidade emocional&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;10865" aria-describedby&equals;"caption-attachment-10865" style&equals;"width&colon; 362px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-10865" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Magnific<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>Aplicativos ampliaram encontros&comma; mas também aumentaram frustrações&quest;<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Os aplicativos de relacionamento revolucionaram a forma como as pessoas se conhecem&period; Contudo&comma; o excesso de opções pode criar novos desafios&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Sim&comma; pode dificultar&period; Os aplicativos ampliaram muito as possibilidades de encontro&comma; e isso não é necessariamente ruim&period; O problema aparece quando o outro passa a ser vivido como uma opção entre muitas&comma; quase como um produto numa prateleira&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a especialista&comma; a sensação permanente de que existe alguém melhor disponível pode dificultar o investimento em relações reais&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Quando há sempre a sensação de que &OpenCurlyQuote;talvez exista alguém melhor no próximo perfil’&comma; torna-se mais difícil investir em alguém real&comma; com qualidades&comma; limites e imperfeições&period;”<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Ela acrescenta que relacionamentos duradouros não dependem apenas da escolha da pessoa ideal&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Relações duradouras não nascem apenas da escolha da pessoa &OpenCurlyQuote;ideal’&period; Elas nascem também da capacidade de sustentar uma escolha&period;”<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>O medo de sofrer está mudando a forma de amar&quest;<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Muitas pessoas relatam receio de se envolver emocionalmente&period; Para a psicanalista&comma; a busca por proteção emocional pode ter efeitos positivos&comma; mas também pode criar barreiras para a intimidade&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Existe hoje uma tentativa maior de se proteger emocionalmente&comma; o que pode ser positivo quando significa reconhecer limites&comma; evitar relações abusivas e não aceitar qualquer forma de sofrimento&period; Mas&comma; em alguns casos&comma; essa proteção vira defesa contra qualquer envolvimento mais profundo<&sol;strong>&period;”<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Ela observa que a sociedade atual demonstra dificuldade crescente em lidar com a incerteza&comma; e afirma que muitas pessoas querem garantias antes de se entregar&colon; garantia de que não serão abandonadas&comma; traídas&comma; rejeitadas ou decepcionadas&period; Só que o amor não oferece esse tipo de contrato&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo ela&comma; evitar toda possibilidade de sofrimento pode significar abrir mão da experiência do próprio amor&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A psicanálise diria que&comma; quando tentamos evitar todo sofrimento&comma; podemos acabar evitando também a experiência do amor&period;”<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;10863" aria-describedby&equals;"caption-attachment-10863" style&equals;"width&colon; 348px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-10863" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Magnific<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>Redes sociais criam expectativas irreais sobre relacionamentos&quest;<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>As redes sociais se transformaram em vitrines da vida afetiva&period; Porém&comma; aquilo que aparece nas telas costuma representar apenas uma pequena parte da realidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>As redes sociais mostram recortes&period; Elas exibem declarações&comma; viagens&comma; presentes&comma; fotos bonitas e momentos felizes&period; O problema é que&comma; quando vemos apenas o recorte da vida dos outros&comma; podemos comparar esse recorte com a totalidade da nossa vida&comma; incluindo nossas dúvidas&comma; inseguranças e conflitos&period;”<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Essa comparação constante pode gerar ansiedade e sensação de inadequação&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A pessoa começa a se perguntar&colon; &OpenCurlyQuote;Por que meu relacionamento não é assim&quest;’&comma; &OpenCurlyQuote;Por que ninguém me ama desse jeito&quest;’&comma; &OpenCurlyQuote;Por que minha vida afetiva parece tão comum&quest;’&period; Aos poucos&comma; o amor deixa de ser vivido como experiência e passa a ser medido como imagem&period;”<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Ela alerta ainda para o risco de transformar relacionamentos em performances públicas&period;<br &sol;>&OpenCurlyDoubleQuote;Em vez de perguntar &OpenCurlyQuote;como estamos nos sentindo&quest;’&comma; o casal passa a se preocupar com &OpenCurlyQuote;como estamos parecendo&quest;’&period;”<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>É possível sentir-se sozinho dentro de um relacionamento&quest;<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Embora pareça contraditório&comma; a resposta é sim&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Estar em um relacionamento não garante&comma; por si só&comma; sentir-se acompanhado&period; A solidão dentro da relação costuma ser uma das formas mais dolorosas de solidão&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Elizandra&comma; alguns sinais podem indicar desconexão emocional&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Sinais de solidão dentro da relação<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>• Falta de diálogo verdadeiro&semi;<br &sol;>• Sensação de não ser compreendido&semi;<br &sol;>• Medo de expressar sentimentos&semi;<br &sol;>• Indiferença diante da dor do parceiro&semi;<br &sol;>• Excesso de críticas&semi;<br &sol;>• Falta de admiração mútua&semi;<br &sol;>• Redução da intimidade&semi;<br &sol;>• Sensação de viver sozinho mesmo acompanhado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ela destaca um sinal especialmente preocupante&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h5>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O sinal mais delicado talvez seja quando a pessoa para de esperar algo do outro&period; Não espera escuta&comma; não espera cuidado&comma; não espera presença&period; Quando isso acontece&comma; muitas vezes a solidão já deixou de ser um episódio e passou a ser a atmosfera da relação&period;<&sol;strong>”<&sol;h5>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h4><strong>Como construir relações mais autênticas&quest;<&sol;strong><br &sol;>Em uma sociedade marcada pela velocidade&comma; pela exposição e pelo consumo rápido de experiências&comma; construir vínculos exige um movimento contrário&period;<&sol;h4>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Eu diria que relações autênticas exigem uma pergunta simples&comma; mas profunda&colon; &OpenCurlyQuote;Eu estou disposto a encontrar uma pessoa real ou estou procurando apenas alguém que confirme minhas expectativas&quest;’&period; Porque amar alguém de verdade não é amar uma imagem perfeita&period; É encontrar uma pessoa com história&comma; limites&comma; desejos&comma; medos e contradições&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>Para a especialista&comma; o amor continua possível&comma; mas pede disponibilidade emocional&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Num mundo acelerado&comma; talvez o gesto mais amoroso seja desacelerar&period; Escutar melhor&period; Responder com mais presença&period; Ter coragem de conversar sobre o que incomoda&period; Não fugir diante da primeira frustração&period; Não tratar pessoas como descartáveis&period; E&comma; principalmente&comma; entender que vínculo não se constrói apenas com intensidade&comma; mas com continuidade&period;”<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Ela reforça que o amor enfrenta desafios contemporâneos importantes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O amor talvez não esteja necessariamente mais difícil&comma; mas ele está sendo desafiado por uma cultura que valoriza rapidez&comma; aparência e substituição&period; Relações profundas pedem o contrário&colon; tempo&comma; verdade e permanência&period;”<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;10866" aria-describedby&equals;"caption-attachment-10866" style&equals;"width&colon; 354px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-10866" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Magnific<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>O que fazer para fortalecer vínculos verdadeiros&quest;<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Pequenas mudanças de comportamento podem contribuir para relações mais saudáveis e significativas&colon;<&sol;p>&NewLine;<p>• Reserve momentos sem celular durante conversas importantes&semi;<br &sol;>• Pratique a escuta ativa&semi;<br &sol;>• Demonstre interesse genuíno pelo outro&semi;<br &sol;>• Evite comparações constantes nas redes sociais&semi;<br &sol;>• Cultive amizades e relações familiares&semi;<br &sol;>• Fale sobre sentimentos e expectativas&semi;<br &sol;>• Busque ajuda profissional se a solidão estiver causando sofrimento persistente&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Mais presença&comma; menos performance<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>A tecnologia continuará fazendo parte da vida e dos relacionamentos&period; Entretanto&comma; ela não substitui necessidades humanas fundamentais&comma; como acolhimento&comma; pertencimento&comma; afeto e reconhecimento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Neste Dia dos Namorados&comma; a reflexão proposta por Elizandra Souza convida a olhar menos para as telas e mais para os encontros reais&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Antes de buscar um amor perfeito&comma; vale perguntar se estamos disponíveis para um amor possível&comma; humano e real&period; Porque é nesse amor&comma; menos idealizado e mais honesto&comma; que a solidão pode encontrar alguma companhia verdadeira&period;”<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;10867" aria-describedby&equals;"caption-attachment-10867" style&equals;"width&colon; 284px" class&equals;"wp-caption aligncenter"><figcaption id&equals;"caption-attachment-10867" class&equals;"wp-caption-text">Elizandra Souza&comma; psicanalista&period;<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;amor-na-era-digital-estamos-desaprendendo-a-criar-vinculos&sol;">Fonte&colon; 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Redação

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