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<p>Após 52 dias e três tentativas frustradas, labrador chegou a Portugal para ir ao encontro da tutora de 12 anos; segundo familiares, animal é essencial na rotina da menina autista</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/X/@CelioStudart</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/teddy-300x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/teddy-653x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">O cão de suporte Teddy voltou para Portugal após impasse com companhia aérea<br /></span></div>
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<p>O cão de suporte Teddy, que auxilia Alice, uma <strong>menina autista</strong> de 12 anos, finalmente chegou a Portugal na madrugada deste sábado (31) depois de ter ficado 52 dias longe da família e após três tentativas frustradas de embarque. A repercussão do caso fez com que uma negociação entre o Ministério de Portos e Aeroportos, o pai da menina e a empresa aérea TAP ocorresse. Só assim o animal pôde seguir viagem acompanhado pelo treinador Ricardo Cazarotte, em um voo da própria companhia aérea portuguesa, ao lado da irmã de Alice, Hayanne Porto.</p>
<p>Glauco Lima, treinador profissional e referência em cães de assistência e alerta médico na América do Sul, aponta que a diferença entre Teddy e um cão de suporte emocional está no tipo de treinamento, nas funções que desempenham e nos direitos legais que possuem. “Negar o embarque é negar humanidade. É inadmissível que ainda exista esse tipo de exercício retrógrado no Brasil. É preciso que haja o cumprimento rigoroso de decisões judiciais, principalmente em casos envolvendo saúde e inclusão. Capacitação das companhias aéreas sobre o papel dos cães de serviço e os direitos das pessoas com deficiência é pauta emergencial”, destaca.</p>
<p>Conforme relatos dos familiares em diversas entrevistas, o cão é essencial na rotina de Alice, já que consegue, através do faro, detectar crises de ansiedade antes que elas aconteçam e intercede, diminuindo a agitação e evitando desconfortos. Para a psicanalista Cintia Castro, autora de diversos livros sobre o espectro, a falta de um cão de serviço pode ter um impacto profundo na vida de uma criança autista. “Sem a presença do cão, a criança pode sentir um aumento significativo de ansiedade. Para muitas crianças autistas, o cão de serviço é um porto seguro que proporciona uma sensação de segurança e tranquilidade”.</p>
<p>De acordo com a irmã, a menina teria passado diversos dias procurando o cão na nova casa, o que vem de encontro à informação da especialista. “Quando esse amigo não está mais presente, pode surgir um sentimento de vulnerabilidade, tristeza, solidão, mudanças de comportamento, agressividade e a socialização pode se tornar ainda mais difícil, desencadeando crises ou episódios de estresse, uma vez que a criança não tem mais a mesma fonte de apoio”.</p>
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<p>Para Glauco, que viaja o mundo treinando cães em prol da saúde, casos como esse servem como alerta sobre o papel da legislação, sociedade e política diante desse quadro. “Precisamos de leis mais claras e fiscalização mais rigorosa para proteger quem depende desses animais, expandindo a informação através da medicina e política, criando órgãos competentes na área da saúde para poder certificar os tutores e seus cães, como é desenvolvido nos Estados Unidos e Israel, onde a pessoa passa por provas e avaliações para receber uma habilitação. Além disso, é preciso ter empatia no atendimento: situações como essa exigem sensibilidade, não burocracia”, finaliza.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/especialistas-repudiam-decisao-de-empresa-aerea-sobre-o-cao-de-suporte-teddy-negar-o-embarque-e-negar-humanidade.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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