<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 3.0.3 -->
<div class="quads-location quads-ad1" id="quads-ad1" style="float:none;margin:0px;">

</div>
<p></p>
<div>
<p>O Brasil tem escolaridade obrigatória mais longa que a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas ainda precisa incluir crianças e adolescentes que estão fora das salas de aula. Entre as etapas que merecem atenção está a educação infantil, que é um dos enfoques do relatório internacional Education at a Glance (EaG) 2024, divulgado nesta terça-feira (10) pela OCDE.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1611303&;o=node" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com os dados do relatório, no Brasil, todas as crianças e adolescentes de 4 a 17 anos devem estar matriculados na escola. Os 13 anos de estudos obrigatórios são mais longos que os dos países da OCDE, cuja média de ensino obrigatório é de 11 anos. Mas, em se tratando da educação infantil, o Brasil tem 90% das crianças de 5 anos matriculadas na pré-escola, percentual inferior à média da OCDE, de 96% das crianças com essa idade nas escolas.</p>
<p>A educação infantil recebe destaque no Brasil sobretudo em ano de eleições municipais, uma vez que é de competência dos gestores dos municípios garantirem as matrículas e a qualidade dessa etapa de ensino.</p>
<p>O estudo internacional traz uma série de indicadores que permitem a comparação dos sistemas educacionais dos países e das regiões participantes.</p>
<p>O relatório aborda também questões como o investimento público em educação e mostra que, no Brasil, a cada ano, entre 2015 e 2021, o investimento caiu, em média, 2,5%. Ao contrário do Brasil, no mesmo período, os países da OCDE aumentaram, em média, em 2,1% por ano os investimentos públicos em educação.</p>
<p>Se, em geral, na educação o investimento caiu no Brasil, na educação infantil ocorreu o inverso. O investimento público nessa etapa, em relação ao Produto Interno Bruto (soma das riquezas produzidas no país), aumentou 29% entre 2015 e 2021. O aumento foi maior que a média da OCDE, que no mesmo período, aumentou 9%. “A educação infantil tem recebido muita atenção nos últimos anos devido à sua importância, especialmente para crianças de famílias desfavorecidas”, diz o relatório.</p>
<p>O Brasil participaâ¯do EaG desde aâ¯primeiraâ¯edição, em 1997. A OCDE, com 38 países-membros, foi Escolaridade fundada em 1961 para estimular o progresso econômico. O Brasil era parceiro da organização até 2022, quando passou a integrar a lista de candidatos a integrar a OCDE.</p>
</p></div>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2024-09/escolaridade-obrigatoria-no-brasil-e-maior-que-media-de-paises-da-ocde">Fonte: Clique aqui</a></p>


O secretário executivo do Ministério da Cultura (MinC), Márcio Tavares, se encontrou com a presidenta…
A contratação do argentino Alejo Veliz reforça o ataque do Bahia e faz com que…
As tentativas de fraude relacionadas ao futebol e à Copa do Mundo avançaram de forma…
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), validou um acordo de não…
Em 1ª visita papal à Espanha desde 2011, pontífice deve se reunir com vítimas de…
Fábio Giga atingiu motos e carro em acidente na Avenida das Juntas Provisórias, na zona…