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Entidades dos bancos e das indústrias criticam aumento do IOF

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p><strong>A elevação do Imposto sobre Operações Financeiras &lpar;IOF&rpar; recebeu críticas de bancos e das indústrias&comma; mesmo com a revogação parcial das medidas<&sol;strong>&period; Em notas&comma; as entidades dos setores informaram que a tributação traz prejuízos para a economia&comma; como a inibição dos investimentos&comma; o desestímulo ao crescimento e a elevação de custos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo &lpar;Fiesp&rpar;&comma; <strong>o aumento das alíquotas vai na contramão de programas do governo para impulsionar o crescimento da indústria&comma; como o Programa Nova Indústria Brasil e as políticas de transição energética<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Tais medidas terão como consequência o aumento dos custos das empresas&comma; inclusive as do setor industrial&comma; já penalizadas pela distribuição tributária desigual e pela dificuldade de acesso ao crédito – sobretudo em um ambiente marcado por taxa básica extremamente contracionista e spreads bancários excessivamente elevados&period; O efeito será muito negativo sobre a atividade econômica e vai inibir investimentos”&comma; destacou a Fiesp&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>A Fiesp ressaltou que o aumento de IOF para o crédito a empresas foi mantido após a reversão de parte das medidas&period;<strong> &OpenCurlyDoubleQuote;Nenhuma alteração foi anunciada acerca das medidas que oneram – ainda mais – as operações de crédito por parte das empresas”&comma; destacou<&sol;strong>&period; Para a entidade&comma; o equilíbrio das contas públicas não deve ser alcançado por meio da elevação da carga tributária sobre o setor produtivo&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&gt&semi;&gt&semi;Governo padroniza alíquotas do IOF para arrecadar R&dollar; 20&comma;5 bilhões<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<h2>ABBC<&sol;h2>&NewLine;<p>O setor financeiro também criticou a decisão do governo&period; <strong>Para a Associação Brasileira dos Bancos &lpar;ABBC&rpar;&comma; o aumento do IOF pode contribuir para aumento da inadimplência e elevar custo de crédito&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a entidade&comma; as novas alíquotas sobre o crédito aumentarão os custos para as empresas&comma; de todos os tamanhos&period; <strong>Num cenário de incertezas na economia internacional e de juros altos no Brasil&comma; a ABBC advertiu para o risco de que o aumento do imposto seja repassado para os preços&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;whatsapp&period;com&sol;channel&sol;0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M">&gt&semi;&gt&semi; Siga o canal da <strong>Agência Brasil<&sol;strong> no WhatsApp<&sol;a><&sol;p>&NewLine;<h2>Mudanças<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>A alíquota do IOF sobre operações de crédito das empresas foi reajustada para 3&comma;5&percnt; nos seguintes casos&colon;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>aumento da alíquota para empresas de 1&comma;88&percnt; ao ano para 3&comma;95&percnt; ao ano&comma; igualando a alíquota para pessoas físicas<&sol;li>&NewLine;<li>aumento da alíquota para empresas do Simples Nacional para operações de até R&dollar; 30 mil de 0&comma;88&percnt; ao ano para 1&comma;95&percnt; ao ano<&sol;li>&NewLine;<li>microempreendedor individual&colon; elimina insegurança jurídica que o fazia pagar às vezes alíquota de pessoa física&comma; pagando 1&comma;95&percnt; ao ano em vez de 3&comma;95&percnt; ao ano<&sol;li>&NewLine;<li>cooperativas tomadoras de crédito&colon; aumento de 0&percnt; para 3&comma;95&percnt; ao ano para cooperativas com operações de crédito acima de R&dollar; 100 milhões por ano&semi; cooperativas rurais continuam isentas&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Para pessoas físicas&comma; não houve mudança no IOF sobre o crédito&comma; mas as operações cambiais ficaram mais caras&period; As mudanças no IOF câmbio foram as seguintes&colon;<&sol;li>&NewLine;<li>para cartão de crédito e débito internacional&comma; cartões pré-pagos e cheques-viagem&colon; aumento da alíquota de 3&comma;38&percnt; para 3&comma;5&percnt; por operação<&sol;li>&NewLine;<li>compra de moeda em espécie e remessa para conta de contribuinte brasileiro no exterior&colon; aumento da alíquota de 1&comma;1&percnt; para 3&comma;5&percnt; por operação&comma; exceto nas remessas de pessoas físicas para investimentos&comma; que continuarão a pagar 1&comma;1&percnt;<&sol;li>&NewLine;<li>empréstimo externo de curto prazo&colon; redução do conceito de curto prazo de 1&period;080 para 360 dias&semi; alíquota aumenta de 0&percnt; para 3&comma;5&percnt;&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Operações não especificadas&colon; alíquota para saída de recursos do país sobe de 0&comma;38&percnt; para 3&comma;5&percnt; por operação&comma; alíquota para entrada mantida em 0&comma;38&percnt;&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p><strong>As mudanças no IOF Seguros foram as seguintes&colon;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>alíquota de 5&percnt; para quem investe mais de R&dollar; 50 mil por mês &lpar;R&dollar; 600 mil por ano&rpar; em planos de previdência privada do tipo Vida Gerador de Benefício Livre &lpar;VGBL&rpar;<&sol;li>&NewLine;<li>para investimentos menores&comma; alíquota continuará zerada&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2025-05&sol;entidades-dos-bancos-e-das-industrias-criticam-aumento-do-iof">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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