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Economistas e setor produtivo veem avanços com PL da isenção de IR

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Especialistas e representantes do setor produtivo&comma; incluindo os trabalhadores&comma; classificam como avanço a aprovação&comma; por parte da Câmara dos Deputados&comma; do projeto de lei que isenta de cobrança de imposto de renda &lpar;IR&rpar; quem recebe até R&dollar; 5 mil e reduz o valor cobrado dos empregados que têm salários de até R&dollar; 7&period;350&period; <&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>Agência Brasil<&sol;strong> consultou economistas e entidades empresariais e trabalhistas sobre o <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;camara&period;leg&period;br&sol;proposicoesWeb&sol;fichadetramitacao&quest;idProposicao&equals;2487436">Projeto de Lei &lpar;PL&rpar; 1087&sol;25<&sol;a>&comma; que segue para o Senado depois de ter sido aprovado por unanimidade na noite de quarta-feira &lpar;1º&rpar;&period; <strong>Se todo o trâmite for concluído ainda este ano&comma; com aprovação no Senado e sanção presidencial&comma; o alívio no contracheque os trabalhadores vai vigorar já a partir de janeiro de 2026&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A aprovação foi histórica e mostra que o tema da tributação mobiliza a sociedade e tem espaço político para avançar com mais propostas”&comma; avalia o economista Pedro Rossi&comma; da Universidade Estadual de Campinas &lpar;Unicamp&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Foi um passo gigantesco&comma; uma vitória muito grande da classe trabalhadora”&comma; comemora o presidente nacional da &lpar;Central Única dos Trabalhadores&rpar; CUT&comma; Sérgio Nobre<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2> <&sol;h2>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;439121&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;439121 --><&sol;div>&NewLine;<p><h6 class&equals;"meta">Sessão da Câmara dos Deputados aprovou isenção do IR por unanimidade <strong>Lula Marques&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;439121--><&sol;h6>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<h2>Justiça tributária<&sol;h2>&NewLine;<p>O economista da Unicamp Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo destaca que&comma; além da questão arrecadatória&comma; <strong>os sistemas de cobrança de impostos têm a função de atuar na distribuição de renda<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;&lbrack;A aprovação&rsqb; Assinala o caráter distributivo do sistema tributário”&comma; diz à <strong>Agência Brasil<&sol;strong>&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O propósito principal é interferir na distribuição de renda&comma; que&comma; se deixada à própria sorte&comma; vai ampliar a desigualdade”&comma; avalia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Belluzzo&comma; que tem na carreira passagem por instituições públicas&comma; privadas e por governos&comma; aponta que outro efeito da isenção será sentido na economia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Necessariamente&comma; você vai ter um impulso para o crescimento da economia”&comma; afirma&period; Para ele&comma; <strong>além de aumento do consumo&comma; o país deve experimentar expansão de investimentos&comma; o que mitigará efeitos inflacionários&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Investimentos propiciam avanço na capacidade de produção”&comma; completa&period; Dessa forma&comma; a maior demanda por produtos seria acompanhada por aumento da produção&comma; sem pressionar os preços para cima&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Respiro no bolso<&sol;h2>&NewLine;<p>O pesquisador Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada &lpar;Ipea&rpar; Pedro Humberto de Carvalho calcula que <strong>a classe média baixa deve ter respiro mensal de R&dollar; 350 a R&dollar; 550&comma; em média&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Um impacto que poderá ser gasto &HorizontalLine; essa folga no orçamento &HorizontalLine; com alimentação e serviços&period; Vai beneficiar positivamente a economia”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar disso&comma; Carvalho reconhece que pode haver um impacto na inflação do setor de serviços&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Aumento de renda da classe média aumenta o consumo por serviços e&comma; portanto&comma; deve ter um impacto inflacionário”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Pela medida&comma; <strong>quem ganha R&dollar; 5 mil&comma; por exemplo&comma; terá um refresco mensal de R&dollar; 312&comma;89 &lpar;ou R&dollar; 4&period;067 ao ano&rpar;<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Salários acima de R&dollar; 5 mil até R&dollar; 7&period;350 terão descontos proporcionais na parcela cobrada&period; Por exemplo&comma; <strong>um empregado com remuneração de R&dollar; 6&comma;5 mil sentirá alívio mensal de R&dollar; 113&comma;18<&sol;strong>&comma; segundo tabela elaborada pela empresa de contabilidade Confirp&period;<&sol;p>&NewLine;<p><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;calculadora-ir-ui&period;confirpdigital&period;com&sol;calculadora-imposto-renda">&gt&semi;&gt&semi; Simule os efeitos da medida no seu salário<&sol;a> <&sol;p>&NewLine;<p><strong>Atualmente&comma; a tabela do IR prevê isenção apenas para quem ganha até R&dollar; 3&period;036&period;<&sol;strong> De acordo com a Câmara dos Deputados&comma; a isenção e redução de cobrança devem beneficiar diretamente 15&comma;5 milhões de pessoas e levar a uma renúncia fiscal &lpar;imposto que não será arrecadado&rpar; de R&dollar; 25&comma;4 bilhões&comma; cerca de 10&percnt; dos quase R&dollar; 227 bilhões arrecadados com o tributo&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Taxação sobre os mais ricos<&sol;h2>&NewLine;<p>Para compensar a renúncia fiscal&comma; <strong>o PL institui cobrança adicional para quem tem rendimento tributável acima de R&dollar; 600 mil ao ano<&sol;strong>&comma; que pode atingir apenas cerca de 141&comma;4 mil contribuintes pessoas físicas de alta renda&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Atualmente&comma; esse grupo seleto é submetido&comma; em média&comma; a uma alíquota efetiva de 2&comma;5&percnt; de IR sobre seus rendimentos totais&comma; incluindo distribuição de lucros e dividendos&period; Já trabalhadores em geral pagam&comma; em média&comma; 9&percnt; a 11&percnt; de IR sobre seus ganhos&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;295551&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;295551 --><&sol;div>&NewLine;<p><h6 class&equals;"meta">Seção de laticínios em supermercado de Brasília <strong>Valter Campanato&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;295551--><&sol;h6>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<h2>Menos endividamento<&sol;h2>&NewLine;<p>Para o economista Gilberto Braga&comma; professor do Ibmec&comma; qualquer alteração de tributação que disponibilize mais renda para a população é refletida na melhoria do poder de compra&period; Ele enfatiza também redução de endividamento das famílias&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Esse dinheiro&comma; sobretudo nas classes mais baixas do tabela do IR&comma; certamente será direcionado para consumo e pagamento de dívidas”&comma; prevê&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Portanto&comma; isso injeta dinheiro na economia&comma; e a regularização do endividamento faz com que essas pessoas se credenciem a novos parcelamentos e financiamentos&comma; podendo fazer com que a economia aumente o seu funcionamento para frente”&comma; completa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para o especialista&comma; o efeito inflacionário é secundário&comma; mas existe&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Mas não se acredita que isso seja uma consequência colateral nesse momento”&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Pleito dos trabalhadores<&sol;h2>&NewLine;<p>O presidente nacional da CUT&comma; Sérgio Nobre&comma; lembrou à <strong>Agência Brasil<&sol;strong> que a ampliação da faixa de isenção do IR é um pleito antigo dos trabalhadores&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nobre ressalta que <strong>isentar quem recebe até R&dollar; 5 mil representa beneficiar a maior parcela da classe trabalhadora&period;<&sol;strong> &OpenCurlyDoubleQuote;Vão sentir já&comma; na hora que tiver um desconto menor ou não tiver o desconto no seu holerite a partir do ano que vem”&period; Ele comparou o benefício a um 14º salário&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Para muitas categorias&comma; isso vai representar um mês a mais de salário&comma; é como se ganhasse o décimo quarto salário”&comma; que será&comma; segundo Nobre&comma; poderá ser revertido em mais consumo&comma; mais produção e mais emprego&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Apesar de apoio à aprovação&comma; o representante da central sindical nota que não foi incluído no PL a isenção sobre participação de lucros e resultados &lpar;PLR&rpar;&comma; bônus que algumas categorias recebem&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É uma nova luta que a gente tem”&comma; antecipa&comma; acrescentando bandeiras como tabela progressiva do IR &lpar;alíquotas maiores para maiores rendas&rpar;&comma; correção anual pela inflação e fim da escala 6&&num;215&semi;1&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sobre a não inclusão da isenção do PLR e correção anual do piso para cobrança&comma; Nobre entende que foi uma maneira de garantir a aprovação do PL de forma célere&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Se não fosse votado agora&comma; correria risco de não ter efetividade para o ano que vem&comma; o que seria um prejuízo enorme para os trabalhadores”&comma; conclui&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;430640&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;430640 --><&sol;div>&NewLine;<p><h6 class&equals;"meta">Trabalhadores e movimentos sociais fazem manifestação pelo fim da escala de trabalho 6 x 1 e pela taxação dos super-ricos&comma; no Rio de Janeiro <strong>Fernando Frazão&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;430640--><&sol;h6>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<h2>Mais avanços<&sol;h2>&NewLine;<p>O economista Pedro Rossi&comma; da Unicamp&comma; também aponta que o projeto aprovado na Câmara poderia trazer mais avanços&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A taxação dos mais ricos é um avanço extraordinário&comma; mas ainda é tímida diante das distorções tributárias no Brasil”&comma; diz&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ele cita que <strong>o repasse de dividendos&comma; por exemplo&comma; continua isento para quem recebe menos que R&dollar; 50 mil mensais&period;<&sol;strong> O economista cobra também a criação de novas alíquotas de IR para faixas de renda mais altas&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;além da necessidade de reduzir os impostos indiretos sobre bens e serviços e compensar com a taxação de renda e patrimônio”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Rossi defende que as propostas de correção das distorções tributárias &OpenCurlyDoubleQuote;podem vir associadas a mais gastos públicos com saúde e educação e até mesmo agenda climática”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O pesquisador do Ipea Pedro Humberto de Carvalho lembra que o Brasil é um dos poucos países do mundo que ainda não tributam dividendos de forma geral&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Com esse PL&comma; vai haver uma tributação baixa&comma; mas efetiva dos dividendos”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na análise dele&comma; o pequeno investidor do mercado financeiro que recebe dividendos e pequenos empresários&comma; que têm uma empresa pequena com a margem de lucro baixa&comma; não terão os dividendos afetados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Serão &lbrack;afetados&rsqb; realmente os super-ricos&comma; quem tem renda acima de R&dollar; 100 mil por mês&period; Apesar de o PL prever renda acima de R&dollar; 50 mil&comma; esse grupo nessa faixa já paga imposto de renda”&comma; projeta o pesquisador do instituto ligado ao Ministério do Planejamento e Orçamento&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Setor produtivo<&sol;h2>&NewLine;<p>O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens&comma; Serviços e Turismo &lpar;CNC&rpar;&comma; Fabio Bentes&comma; informou à <strong>Agência Brasil<&sol;strong> que a entidade classifica a ampliação da isenção do IR como positiva e socialmente justa&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;pois beneficia a população de menor renda e observa a capacidade econômica do contribuinte”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No entanto&comma; a CNC manifestou preocupação em relação ao financiamento dessa medida&period; A entidade tem posição contrária à tributação de empresas&comma; sem medidas compensatórias&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Isso poderia aumentar a carga tributária total&comma; penalizar pequenos empresários que dependem desses lucros como renda familiar e incentivar a informalidade”&comma; defende&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A CNC aponta que o Brasil já possui uma das cargas tributárias mais elevadas entre os países em desenvolvimento&comma; concentrada no consumo e&comma; para a confederação&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;a tributação de dividendos agravaria esse cenário”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para a CNC&comma; ampliação da isenção do IR deve ser &OpenCurlyDoubleQuote;acompanhada de ajustes que não prejudiquem a competitividade das empresas nem aumentem a carga tributária sobre o setor produtivo”&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Correção da defasagem<&sol;h2>&NewLine;<p>O diretor de Economia da Confederação Nacional da Indústria &lpar;CNI&rpar;&comma; Mário Sérgio Telles&comma; assinala que o setor industrial tem posição favorável à isenção que&comma; segundo ele&comma; corrige anos de defasagem&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;As pessoas começaram a pagar mais imposto de renda&comma; não porque estavam subindo na escala de rendimento&comma; mas simplesmente porque os rendimentos eram corrigidos pela inflação&comma; e a tabela não era corrigida no mesmo ritmo”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ele avalia que a menor cobrança de imposto&comma; caso vire lei&comma; será incentivo à demanda&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Pessoas nessa faixa de rendimento tendem a ter uma propensão a consumir maior”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Dessa forma&comma; a CNI adverte que&comma; caso o país conjugue outras formas de incentivo ao consumo&comma; como gastos públicos&comma; corre-se o risco de dificultar o processo de redução da inflação e&comma; com isso&comma; o Banco Central não avançar na redução dos juros&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A inflação oficial está em 5&comma;13&percnt; ao ano&comma; acima da meta do governo que vai&comma; no máximo&comma; a 4&comma;5&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A gente entende que o processo de redução da taxa de juro tem que acontecer o mais rápido possível”&comma; defende&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Já deveria ter iniciado”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para fazer a inflação recuar&comma; o Comitê de Política Monetária &lpar;Copom&rpar; do Banco Central &lpar;BC&rpar; mantém a Selic em 15&percnt; ao ano desde junho&period; É o patamar mais alto desde julho de 2006 &lpar;15&comma;25&percnt;&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2025-10&sol;economistas-e-setor-produtivo-veem-avanco-na-isencao-de-ir">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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