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Dívida do Estado tem tendência de queda contínua nos próximos dez anos | SECOM

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Com tendência de queda&comma; em dez anos a dívida do Estado da Bahia deverá equivaler a menos da metade do valor atual&comma; mesmo com a contratação de novas operações de crédito&period; A projeção realizada pela Secretaria da Fazenda do Estado &lpar;Sefaz-BA&rpar; mostra uma trajetória constante de redução do endividamento&comma; com o montante em 2025&comma; de R&dollar; 29&comma;51 bilhões&comma; caindo para R&dollar; 12&comma;39 bilhões em 2035&period; Esse valor&comma; a preços de hoje&comma; equivale a 41&comma;91&percnt; da dívida atual&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O levantamento considera todo o estoque das dívidas já contratadas&comma; mais as operações de crédito em fase de contratação&comma; excluindo apenas os precatórios&comma; que são obrigações resultantes de decisões judiciais&period; Ainda de acordo com o estudo da Sefaz-BA&comma; a tendência de queda do endividamento ao longo da próxima década ocorre em função da dinâmica de amortização da dívida pelo Estado&colon; com histórico de bom pagador&comma; o governo baiano vem quitando rigorosamente as parcelas de sua dívida&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A cada ano&comma; o governo da Bahia prevê orçamentariamente e desembolsa cerca de R&dollar; 3 bilhões com o pagamento de amortização&comma; juros e encargos&comma; que compõem o serviço da dívida estadual&period; Trata-se&comma; como é normal no setor público&comma; de dívidas contraídas pelo Estado da Bahia ao longo de muitas décadas e de sucessivas gestões estaduais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Cerca de 10&percnt; do total desembolsado neste quesito pelo atual governo&comma; por exemplo&comma; destina-se ao cumprimento de compromisso com o Tesouro Nacional relativo ao estabelecido pela lei federal 9&period;496&comma; de 1997&comma; que promoveu a repactuação das dívidas contraídas pelos governos estaduais até aquele ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Reconquista do crédito<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Os pagamentos regulares pelo governo baiano vêm promovendo a redução significativa do endividamento&period; A relação entre a dívida consolidada líquida e a receita corrente líquida&comma; que era de 102&percnt; em 2006&comma; chegou agora a 33&percnt;&comma; já computadas as recentes operações de crédito contratadas&period; Isto significa que a dívida deixou de equivaler ao total da receita anual do Estado para representar atualmente apenas um terço&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Um fator conjuntural também ajudou a acelerar a queda do endividamento&colon; em 2017&comma; o governo do então presidente Michel Temer promoveu uma mudança nas regras de concessão de aval pela União para que os estados contratem novas operações de crédito&period; A mudança&comma; que beneficiou em especial o estado de São Paulo&comma; foi prejudicial à Bahia&comma; que ficaria sem acesso a novos financiamentos pelos seis anos seguintes&comma; só reconquistando este direito em 2023&comma; ao ter novamente a sua capacidade de pagamento reconhecida pelo Tesouro Nacional em função do cumprimento das novas condicionantes exigidas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Reforço nos investimentos<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O secretário da Fazenda do Estado&comma; Manoel Vitório&comma; lembra que a reconquista do acesso ao crédito foi fundamental para que a Bahia alcançasse a inédita posição de líder em investimentos entre os estados brasileiros em 2025&comma; com um total de R&dollar; 4&comma;12 bilhões desembolsados nas áreas social e de infraestrutura no período de janeiro a agosto&period; Em segundo lugar ficou São Paulo&comma; com R&dollar; 3&comma;66 bilhões investidos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Somando-se os R&dollar; 16&comma;08 bilhões investidos nos dois primeiros anos da administração do governador Jerônimo Rodrigues&comma; maior volume já registrado nas últimas décadas por um governo baiano em sua etapa inicial de gestão&comma; a Bahia já soma R&dollar; 20&comma;2 bilhões em investimentos desde 2023&comma; de acordo com levantamento da Secretaria da Fazenda do Estado &lpar;Sefaz-BA&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O ótimo desempenho evidencia o alinhamento entre a contratação de operações de crédito e a pauta de investimentos do governo&comma; ressalta Vitório&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Os financiamentos obtidos com base na capacidade de pagamento do Estado asseguram os recursos necessários para a manutenção do ritmo de investimentos”&period; O secretário reitera que&comma; mesmo com o volume recorde de investimentos registrado nos últimos anos e a contratação de novas operações de crédito&comma; o Estado da Bahia mantém a sua dívida em baixo patamar&comma; com as contas públicas em equilíbrio&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"http&colon;&sol;&sol;www&period;ba&period;gov&period;br&sol;comunicacao&sol;noticias&sol;2025-11&sol;375789&sol;divida-do-estado-tem-tendencia-de-queda-continua-nos-proximos-dez-anos">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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