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<p>Segundo o delegado Evandro Radaelli, a policial foi indiciada por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e também pelo crime de empréstimo de arma, que prevê pena de 2 a 4 anos de prisão</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/Youtube/JovemPanNews</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/gari-minas-gerais--345x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/gari-minas-gerais--750x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Polícia Civil de Minas Gerais indiciou a delegada casada com Renê Júnior, principal suspeito pelo assassinato de um gari em Belo Horizonte<br /></span></div>
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<p>A Polícia Civil de <strong>Minas Gerais</strong> indiciou a delegada casada com Renê Júnior, principal suspeito pelo assassinato de um gari em <strong>Belo Horizonte</strong>. De acordo com as investigações, ela tinha conhecimento de que o marido utilizava, de forma recorrente, as armas que estavam sob sua responsabilidade. Segundo o delegado Evandro Radaelli, a policial foi indiciada por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e também pelo crime de empréstimo de arma, que prevê pena de 2 a 4 anos de prisão. Como servidora pública, sua eventual condenação pode ter a pena aumentada em até 50%. A decisão final caberá ao Poder Judiciário.</p>
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<p>Renê Júnior foi indiciado por homicídio duplamente qualificado — por motivo fútil e pelo uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Ele também responderá por porte ilegal de arma e ameaça a um motorista do caminhão de coleta de lixo. Somadas, as penas podem chegar a 35 anos de prisão. A filha do gari assassinado, uma adolescente de 15 anos, ingressou com uma ação na 3ª Vara Cível da Comarca de Contagem, pedindo indenização por danos materiais contra o casal. A defesa solicita reparação de R$ 500 mil por danos morais, além de uma pensão mensal equivalente a cinco salários mínimos.</p>
<p>Ainda durante o inquérito, a família havia solicitado o bloqueio de R$ 3 milhões em bens do casal, mas o pedido foi negado pela Justiça por entender que, naquela fase da investigação, a medida seria prematura. Além do processo criminal, a delegada também é alvo de investigação interna na Corregedoria de Polícia. Caso seja responsabilizada administrativamente, ela pode perder o cargo público. O caso segue em andamento e deve ser analisado pelo Judiciário nos próximos meses.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/delegada-e-indiciada-por-saber-que-marido-usava-a-arma-dela-em-assassinato-de-gari-em-bh.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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