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<div class="post_image"><span class="image_fonte"> Letycia Bond/Agência Brasil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/10/imagem-jvp-27-1-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/10/imagem-jvp-27-1-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Uma semana após o caso, estudantes e professores da instituição realizaram um protesto no shopping uma semana após a ocorrência<br /></span></div>
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<p>A <strong>Defensoria Pública de São Paulo </strong>ajuizou uma ação para garantir reparação a um adolescente negro que foi alvo de <strong>racismo </strong>no Shopping Pátio <strong>Higienópolis</strong>, na capital paulista, em meados de abril. O órgão pede R$ 759 mil de indenização por danos morais. A Defensoria pede ainda que o shopping e a empresa terceirizada envolvida, para a qual trabalhava a funcionária autora do crime, ofereçam ao adolescente acompanhamento médico e psicológico gratuito.</p>
<p>Há a exigência de que o psicoterapeuta tenha formação antirracista e o atenda o jovem pelo tempo necessário para sua recuperação. O órgão também quer a concessão de uma bolsa permanente, somada a uma quantia que cubra despesas com alimentação, transporte, reforço escolar e apoio para atividades esportivas. No processo, exige também uma retratação formal, que deverá ser publicada no Diário Oficial do Estado e em jornal de grande circulação. À época, o aluno defendido na ação era bolsista do Colégio Equipe. Uma semana após o caso, estudantes e professores da instituição realizaram um protesto no shopping uma semana após a ocorrência.</p>
<h3><strong>Entenda</strong></h3>
<p>Ele e um colega, ambos negros, foram discriminados por uma funcionária terceirizada, integrante da equipe de segurança do centro comercial, que fica localizado em um bairro nobre da cidade. A mulher questionou se estavam pedindo dinheiro a uma outra estudante, branca. Os dois jovens estavam no ensino fundamental II e haviam acabado de sair de uma atividade que se propunha a debater o racismo.</p>
<p>“Os reflexos do racismo na vida e saúde da população preta são profundos e, muitas das vezes, insuperáveis. Estar exposto sistematicamente a situações de segregação e degradação, a exemplo de ser acusado de estar importunando uma colega, somente pela sua cor de pele, pode ocasionar severos danos psicológicos e emocionais, em especial quando a vítima é criança ou adolescente”, ponderaram os defensores. Ao moverem a ação, os defensores salientaram que não se trata de um caso de racismo isolado e que, anteriormente, foram feitas recomendações ao shopping, mas a administração não promoveu correções nem aprimorou condutas nesse sentido.</p>
<h3><strong>“Gente diferenciada”</strong></h3>
<p>Higienópolis é um bairro nobre da capital paulista, com moradores e moradoras de classes média e alta. Em 2011, a região passou por outra situação polêmica com a recusa de parte dos habitantes do bairro de abrirem uma estação de metrô no local. Na época, uma moradora afirmou que a estrutura atrairia “gente diferenciada” ao bairro, expressão que utilizou para se referir a pessoas pobres e de outros grupos minoritários e marginalizados.</p>
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<p>A declaração provocou uma reação coletiva, que culminou no “churrasco de gente diferenciada” para rebater a postura elitista e excludente. Procurado pela Agência Brasil, o Pátio Higienópolis disse que “desconhece a ação e se manifestará nos autos assim que notificado”. O shopping é um dos pertencentes à Iguatemi S.A., do Grupo Jereissati, que tem outras unidades por todo o país.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil </em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/defensoria-pede-r-759-mil-em-acao-contra-shopping-de-sp-por-racismo.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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