<p></p>
<p>Segundo a Polícia de Santa Catarina, análise das imagens confirmou que o jovem não participou das agressões, corroborando a versão apresentada pela família</p>
<div wp_automatic_>
<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução / Redes Sociais</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/foto-jp-5-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/foto-jp-5-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Cão Orelha<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p>A Polícia Civil de Santa Catarina atualizou as informações sobre o caso de maus-tratos ao cão Orelha. De acordo com o órgão, um dos adolescentes que teve a imagem amplamente divulgada como suspeito foi excluído da investigação direta e passou à condição de testemunha.</p>
<p>Segundo os investigadores, a análise das imagens confirmou que o jovem não participou das agressões, corroborando a versão apresentada pela família.</p>
<p>Em entrevista à Jovem Pan, o advogado especialista em Direito Processual Penal, Ricardo Martins, ressaltou a necessidade de cautela em investigações preliminares para evitar injustiças e o fenômeno do “linchamento virtual”. O especialista esclareceu que, por se tratar de menores de idade, o rigor da lei segue os parâmetros do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).</p>
<p>“Os adolescentes não cometem crimes no sentido estrito da palavra, mas sim atos infracionais análogos a crimes ambientais. Eles gozam de proteção jurídica especial, e suas identidades devem ser preservadas”, explicou Martins. O advogado pontuou ainda que, caso a participação seja comprovada, a punição não consiste em prisão, mas em medidas socioeducativas.</p>
<p>Na quinta-feira (29), <strong>dois adolescentes investigados pela morte do cachorro Orelha já retornaram ao Brasil</strong>. A volta dos jovens foi identificada através de um monitoramento realizado em conjunto com a Polícia Federal, que detectou a antecipação do voo dos investigados.</p>
<p><strong>Relembre o caso </strong></p>
<p>Orelha, um cachorro comunitário de Praia Brava, em Florianópolis, em Santa Catarina, <strong>foi morto, no começo de janeiro, por um grupo de adolescentes após ser agredido</strong>. O caso de maus-tratos contra o animal, de cerca de 10 anos, gerou comoção popular na última semana.</p>
<p>a segunda-feira (26), por meio da Delegacia de Proteção Animal (DPA) e da Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle), a Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências dos envolvidos e de seus responsáveis legais.</p>
<p>Os agentes da corporação também fizeram buscas em endereços ligados a “adultos investigados por suposta coação relacionada ao andamento do processo”. Após a operação, a Polícia Civil informou que identificou quatro adolescentes suspeitos de cometer as agressões e três familiares dos jovens que teriam coagido testemunhas.</p>
</p></div>
<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/de-acusado-a-testemunha-investigacao-aponta-que-um-dos-jovens-nao-participou-da-morte-do-cao-orelha.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


Investigação começou após alerta da Europol, que identificou uma rede internacional com atuação em mais…
Procedimentos administrativos e fundamentação legal para a obtenção do documento eleitoral em formato físico Marcelo…
Promotorias do órgão pediram que a Polícia Civil colha novos depoimentos em até 20 dias,…
O prêmio do concurso 2.971 da Mega-Sena acumulou nesta terça-feira (10). A estimativa de prêmio do próximo…
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) o projeto de lei que cria a…
A Petrobras encerrou 2025 com a maior produção de petróleo e gás de sua história, com…