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CPMI do INSS: CGU suspeitava de irregularidades desde 2019

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O ministro da Controladoria-Geral da União &lpar;CGU&rpar;&comma; Vinicius Marques de Carvalho&comma; disse nesta quinta-feira &lpar;2&rpar; que tomou conhecimento de descontos associativos irregulares a aposentados e pensionistas em março de 2024&comma; em meio às solicitações de informações feitas pela imprensa&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Ele&comma; no entanto&comma; ressaltou&comma; que&comma; desde o governo anterior de Jair Bolsonaro&comma; em 2019&comma; já havia&comma; da parte das equipes técnicas do ministério&comma; preocupações sobre esses descontos&comma; por conta de algumas denúncias apresentadas à Controladoria&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Desde 2019&comma; foram mais de 11 reuniões daquele grupo de trabalho que discutia descontos associativos”&comma; lembrou Carvalho durante sua participação na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito &lpar;CPMI&rpar; que apura descontos ilegais em aposentadorias e pensões&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Alerta<&sol;h2>&NewLine;<p>Segundo o ministro&comma; a CGU identificou&comma; desde então&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;dois pontos de alerta” sobre esses descontos&period; O primeiro&comma; relativo a denúncias que haviam sido feitas sobre os descontos associativos&period; E o segundo ponto de alerta estava relacionado ao aumento dos valores cobrados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Perguntado pelo relator da CPMI&comma; deputado Alfredo Gaspar &lpar;União-AL&rpar;&comma; sobre quando teria tomado ciência desses descontos irregulares&comma; o ministro respondeu que foi em março de 2024&comma; após uma série de pedidos feitos por jornalistas&comma; via <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;planalto&period;gov&period;br&sol;ccivil&lowbar;03&sol;&lowbar;ato2011-2014&sol;2011&sol;lei&sol;l12527&period;htm" target&equals;"&lowbar;blank">Lei de Acesso à Informação<&sol;a>&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Ele acrescentou que a área técnica da CGU informou que&comma; antes das matérias jornalísticas&comma; já estava fazendo um &OpenCurlyDoubleQuote;trabalho relativo a esses descontos associativos&comma; nos planos de 2023 para 2024”&comma; em meio a mais de 600 auditorias&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O que não se sabia era a dimensão do problema”&comma; disse o ministro&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Havia uma preocupação muito grande porque havia aumentado o número de entidades que assinaram um acordo de cooperação técnica com o INSS&period; Ou seja&comma; acordos que autorizavam essas entidades a realizarem os descontos&period; Havia uma preocupação sobre a seriedade dessas entidades”&comma; acrescentou&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Carvalho&comma; o aumento no número de descontos ocorridos em 2022 e 2023 se deve ao cumprimento da lei orçamentária&comma; do governo anterior&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Cheguei na CGU em 2023&period; Acho que vale fazer um esclarecimento&period; O plano de auditoria é mais ou menos como o Orçamento&comma; o governo herda a lei aprovada de orçamento do último ano do governo anterior&period; Nós herdamos o plano de auditoria da CGU feito em 2022 para executá-lo em 2023&period; E nós executamos&period; O nosso primeiro plano de auditoria só foi feito em 2023”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Sigilo<&sol;h2>&NewLine;<p>Questionado pelo relator sobre declarações publicadas na imprensa&comma; atribuídas a servidores da CGU&comma; levantando suspeitas de que algumas informações consideradas sigilosas não teriam sido incluídas nos relatórios da CGU&comma; o ministro disse que há diversos &OpenCurlyDoubleQuote;imperativos legais” que podem tornar necessário o caráter sigiloso da informação&comma; para evitar que se coloque em risco a investigação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ele&comma; no entanto&comma; garantiu que o relatório foi tornado público em sua integridade&comma; uma vez que&comma; após as operações da Polícia Federal&comma; essas informações puderam ser tornadas públicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Depois&comma; com a operação realizada&comma; não tinha motivo para se ter algo sigiloso no relatório”&comma; acrescentou&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-10&sol;cpmi-do-inss-cgu-suspeitava-de-irregularidades-desde-2019">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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