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<p>A polícia conseguiu recuperar o telefone celular dela e extrair o conteúdo com os últimos momentos da vida de Daiane</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução / Câmeras de Segurança</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/design-sem-nome-2-9-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/design-sem-nome-2-9-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Daiane Alves Souza, de 43 anos, corretora de imóveis<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p>Um vídeo gravado pela própria vítima levou a Polícia Civil de Goiás a concluir que a corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, teve a <strong>morte premeditada pelo síndico Cleber Rosa de Oliveira, de 49.</strong> As imagens do celular da corretora, recuperada em uma caixa de esgoto 41 dias após o assassinato, mostram o momento em que ela foi atacada no subsolo do prédio, em Caldas Novas, interior do Estado. A polícia concluiu que Daiane foi vítima de uma emboscada e morta com dois tiros na cabeça. O síndico está preso.</p>
<p>O escritório Nestor Távora e Laudelina Inácio Advocacia Associada, que representa Cleber, afirmou que a<strong> defesa técnica ainda não obteve acesso à integralidade dos documentos</strong> recentemente inseridos na investigação, sobretudo ao relatório final policial, e só se manifestará após a análise de todo o seu conteúdo.</p>
<h2>Delegado: ‘emboscada premeditada’</h2>
<p>Após a prisão de Cleber, a <strong>polícia conseguiu recuperar o telefone celular dela e extrair o conteúdo com os últimos momentos da vida de Daiane</strong>. “O vídeo demonstra de forma clara como o crime foi praticado, mediante emboscada premeditada”, diz o delegado André Luiz Barbosa, em entrevista coletiva, nesta quinta-feira, 19.</p>
<p>No vídeo,<strong> Daiane descreve que vai descer ao subsolo para ver se o disjuntor do seu apartamento estava desligado</strong>. Ela e o síndico vinham tendo divergências depois que ela assumiu a administração de seis imóveis de sua família que antes eram administrados por Cleber. Segundo a polícia, o síndico desligou a energia do apartamento de Daiane para obrigá-la a descer até o subsolo, onde fica o conjunto de disjuntores.</p>
<p>O áudio do vídeo recuperado no celular mostra que ela examinava os equipamentos elétricos quando se<strong> ouve um barulho e ela solta um grito, seguido de silêncio.</strong> “O Cleber aguardava Daiane no subsolo, já estava com a luva nas mãos, o carro posicionado ao lado do almoxarifado, ele então intercepta ela encapuzado. Tratou-se de fato de homicídio com emboscada deliberada, pois ele a atraiu para o subsolo, a incapacitou, a retirou do local e a executou com dois disparos de arma de fogo”, diz Barbosa.</p>
<p><strong>O delegado afirmou que Daiane foi morta em outro local,</strong> já que se os tiros tivessem sido disparados no subsolo seriam ouvidos por testemunhas. Durante a reconstituição do caso, realizada no dia 30 de janeiro, a polícia disparou uma arma no subsolo e o barulho foi ouvido na portaria. Testemunhas disseram que a picape de Cleber deixou o prédio com a capota fechada e retornou, cerca de 1 hora depois, com ela aberta.</p>
<p>Em depoimento, no qual teria confessado o crime, o<strong> síndico alegou que a arma disparou acidentalmente,</strong> atingindo Daiane na cabeça, após ser atacado por ela. A perícia, no entanto, apontou que a corretora foi morta com dois tiros. Segundo o delegado, também foi encontrado pouco sangue no local, mesmo com o uso de luminol, substância que detecta resíduos ínfimos de sangue, o que seria incompatível com a versão do acusado.</p>
<p>O delegado vai encaminhar o inquérito ao Ministério Público de Goiás pedindo que o síndico seja denunciado pelos crimes de homicídio doloso, com agravantes, e ocultação de cadáver.</p>
<p>Imagens da câmera de segurança registraram Daiane momentos antes do desaparecimento</p>
<h2>Desaparecimento</h2>
<p>Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro último, após <strong>sair do apartamento e descer ao subsolo do prédio</strong> do condomínio onde morava, em Caldas Novas, interior de Goiás. Ela constatou que só seu imóvel estava sem energia e foi verificar o ocorrido. No trajeto pelo elevador até o subsolo, onde ficam os disjuntores, ela gravou vídeos e os enviou para uma amiga. Depois de chegar ao subsolo, ela deixou de enviar os vídeos e desapareceu.</p>
<p><strong>O corpo da corretora foi encontrado no dia 28 de janeiro deste ano</strong>, em uma área de matas, na margem da rodovia GO 213, a 15 km da área urbana de Caldas Novas.</p>
<p>No mesmo dia, o síndico e seu filho, Maicon Douglas de Oliveira, acusado de acobertar o pai, foram presos. Segundo a investigação, o síndico contou ao filho que havia assassinado a mulher e este passou a agir para proteger o pai de eventual suspeita. Na audiência de custódia, a Justiça manteve a prisão dos dois. A defesa de Maicon nega qualquer participação dele no caso.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/corretora-foi-atraida-para-emboscada-e-morta-por-sindico-com-2-tiros-na-cabeca-diz-policia.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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