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Corpo de corretora é encontrado, e suspeitos são presos em Caldas Novas (GO)

<p><&sol;p>&NewLine;<p>Vítima estava desaparecida desde dezembro do ano passado&semi; Polícia Civil localizou o corpo em região de mata nesta quarta-feira &lpar;28&rpar;<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">Divulgação &sol; Polícia Civil de GO<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;01&sol;design-sem-nome-2-9-345x207&period;png"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;01&sol;design-sem-nome-2-9-750x450&period;png"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Polícia encontra corpo de corretora em Caldas Novas<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>A Polícia Civil de Goiás prendeu&comma; na manhã desta quarta-feira &lpar;28&rpar;&comma; duas pessoas investigadas pelo <strong>desaparecimento da corretora de imóveis<&sol;strong>&comma; Daiane Alves Souza&comma; de 43 anos&comma; em Caldas Novas&comma; na região sul do estado&period; Durante a operação&comma; o <strong>corpo da vítima foi localizado<&sol;strong> em uma área de mata na própria cidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A ação foi realizada por meio de uma força-tarefa que envolveu o Grupo de Investigação de Homicídios &lpar;GIH&rpar; de Caldas Novas&comma; o Grupo de Investigação de Desaparecidos &lpar;GID&rpar; e a Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios &lpar;DIH&rpar;&period; A mulher estava desaparecida desde dezembro do ano passado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O caso ganhou repercussão após a profissional desaparecer ao visitar um imóvel&period; Segundo informações apuradas ao longo do inquérito&comma; a corretora sumiu logo após descer ao subsolo de um prédio na cidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Durante as semanas de investigação&comma; a polícia realizou diligências no edifício onde a vítima foi vista pela última vez&period; O síndico do condomínio chegou a ser investigado e teve o apartamento e o carro vistoriados pelas autoridades&period; Na ocasião&comma; ele <strong>negou qualquer envolvimento no caso<&sol;strong>&comma; afirmando não estar no local no momento do desaparecimento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Polícia Civil não divulgou&comma; até o momento&comma; a identidade dos detidos ou a motivação do crime&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Cronologia do desaparecimento<&sol;h2>&NewLine;<p>Segundo relatos&comma; o desaparecimento ocorreu após uma queda de energia no apartamento da corretora&period; Imagens de câmeras de segurança e um vídeo enviado pela própria Daiane a uma amiga mostram seus últimos passos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nas gravações&comma; Daiane aparece mostrando o imóvel sem luz&comma; descendo até a portaria — onde questionou o funcionário sobre a falha elétrica — e conversando com um vizinho no elevador&period; O circuito interno registrou o momento em que ela desceu ao subsolo do edifício para religar o relógio de energia&period; Ela estaria gravando um segundo vídeo no celular durante esse trajeto&comma; mas o arquivo não chegou a ser enviado&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"attachment&lowbar;2096078" style&equals;"width&colon; 760px" class&equals;"wp-caption alignnone" wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<p id&equals;"caption-attachment-2096078" class&equals;"wp-caption-text">Polícia Civil de Goiás investiga o desaparecimento de Daiane Alves Souza&comma; de 43 anos&comma; corretora de imóveis que não é vista desde o dia 17 de dezembro<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<h2>MPGO denunciou o síndico do prédio por perseguição<&sol;h2>&NewLine;<p>Em janeiro deste ano&comma; o Ministério Público de Goiás &lpar;MP-GO&rpar; <strong>denunciou Cléber Rosa de Oliveira<&sol;strong>&comma; síndico do Condomínio Amethist Tower&comma; onde o caso aconteceu&comma; pelo crime de perseguição&comma; previsto no artigo 147-A do Código Penal&period; Segundo a acusação&comma; os episódios teriam ocorrido entre fevereiro e outubro de 2025&comma; quando o síndico teria adotado contra Daiane condutas reiteradas que ameaçaram a &OpenCurlyDoubleQuote;integridade física e psicológica&comma; restringindo-lhe a capacidade de locomoção e perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a denúncia&comma; o conflito teria se iniciado após um desentendimento relacionado à locação de um apartamento para número de hóspedes superior ao permitido&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O MP aponta que Cléber teria passado a dificultar solicitações feitas por Daiane ao condomínio&comma; exigindo formalidades adicionais&comma; além de monitorar a movimentação da corretora e de seus hóspedes por meio do sistema de câmeras de segurança&period; A acusação também menciona indícios de sabotagem no fornecimento de serviços como água&comma; energia elétrica&comma; gás e internet em imóveis administrados por ela&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Defesa nega envolvimento no caso<&sol;h2>&NewLine;<p>A defesa de Cléber divulgou uma nota sobre o desaparecimento&period; Segundo o texto&comma; o síndico não é investigado no inquérito policial que apura o sumiço da moradora&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na nota assinada pelos advogados Luiz Fernando Izidoro Monteiro e Silva e Daniel Gonçalves Santos Lima&comma; a defesa sustenta que Cléber tem fornecido &OpenCurlyDoubleQuote;todas as informações e acessos necessários” às investigações e que a elucidação dos fatos é de interesse coletivo&period; O texto afirma ainda que eventuais conflitos com Daiane sempre foram tratados &OpenCurlyDoubleQuote;dentro da estrita legalidade”&comma; por meio do Poder Judiciário&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os advogados citaram que&comma; em 19 de janeiro deste ano&comma; o Ministério Público ofereceu denúncia contra Daiane pelo crime de violação de domicílio&comma; episódio no qual Cléber figura como vítima&comma; segundo a defesa&period; Para os advogados&comma; o fato demonstraria que o síndico sempre buscou o amparo das autoridades para a resolução dos conflitos&comma; afastando qualquer motivação pessoal&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;corpo-de-corretora-e-encontrado-e-suspeitos-sao-presos-em-caldas-novas-go&period;html">Fonte&colon; 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Redação

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