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Conselho Monetário aperta regras do FGC após caso do Banco Master

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Em reunião extraordinária nesta sexta-feira &lpar;1º&rpar;&comma; o <strong>Conselho Monetário Nacional &lpar;CMN&rpar; apertou as instituições financeiras para poderem se associar ao Fundo Garantidor de Créditos &lpar;FGC&rpar;<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entidade privada gerida pelos bancos associados&comma; mas regulada pelo CMN&comma; o <strong>FGC garante os saldos em conta e os investimentos de pessoas físicas e jurídicas de até R&dollar; 250 mil para cada instituição financeira&comma; com limite global de até R&dollar; 1 milhão em quatro anos<&sol;strong>&period; O <strong>dinheiro é pago aos investidores em caso de quebra ou liquidação da instituição financeira<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Prevista para entrarem em vigor em 1º de junho de 2026&comma; as <strong>novas regras foram definidas após<&sol;strong> o caso do Banco Master&comma; cuja compra pelo Banco do Brasília &lpar;BRB&rpar; é alvo de ações judiciais e é investigada pelo Ministério Público&period; O Banco Central &lpar;BC&rpar;&comma; no entanto&comma; não informou se outros bancos serão afetados&comma; além do Master&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As<strong> normas procuram inibir condutas agressivas na captação de recursos por instituições financeiras&comma; que oferecem investimentos como Certificados de Depósito Bancário &lpar;CDB&rpar; e títulos privados<&sol;strong> e prometem retornos mais altos que a média do mercado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para poderem pagar o retorno oferecido&comma; essas instituições fazem investimentos arriscados&comma; que podem provocar problemas e crises de liquidez &lpar;falta de dinheiro para pagar os donos dos CDB&rpar; caso as aplicações não deem certo&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Alavancagem<&sol;h2>&NewLine;<p>A<strong> principal mudança diz respeito ao grau de alavancagem das instituições financeiras participantes do FGC<&sol;strong>&period; Por meio da alavancagem&comma; uma instituição pega dinheiro emprestado para investir&comma; multiplicando o valor aplicado&comma; porém expondo-se a mais riscos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>partir de junho do próximo ano&comma; a instituição associada ao FGC que estiver excessivamente alavancada&comma; com valor de referência superior a 10 vezes o Patrimônio Líquido Ajustado&comma; deverá aplicar o excedente de recursos em títulos públicos federais<&sol;strong>&comma; considerados investimentos seguros&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>medida reduz a exposição a riscos excessivos pela instituição financeira<&sol;strong> que capta recursos dos investidores para aplicar em outros ativos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>mudança pretende reduzir brechas que permitiam às instituições associadas ao FGC arriscarem-se excessivamente no mercado financeiro<&sol;strong>&period; Nos últimos anos&comma; o <strong>Banco Master ofereceu rendimentos do CDB muito acima da média do mercado para atrair clientes<&sol;strong>&comma; porém com ativos problemáticos para pagar esses rendimentos&comma; como precatórios &lpar;dívidas de governos com sentença judicial definitiva&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na prática&comma; o modelo exige a confiança de que a instituição usará as garantias do FGC caso os precatórios sejam insuficientes&comma; pressionando o uso do Fundo Garantidor&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Contribuições<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>Custeado pelas instituições associadas ao mecanismo&comma; o FGC terá uma mudança nas contribuições mensais<&sol;strong>&period; O CMN aprimorou as regras da contribuição adicional &lpar;CA&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Todas as instituições associadas pagam ao FGC 0&comma;01&percnt; a cada mês do total dos depósitos que podem ser protegidos pelo fundo&period; As instituições com perfil mais arriscado precisam contribuir com uma taxa extra&comma; chamada de contribuição adicional&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Pela decisão do CMN&comma; o <strong>multiplicador da contribuição adicional subiu de 0&comma;01&percnt; para 0&comma;02&percnt;<&sol;strong>&period; A razão entre o valor de referência &lpar;VR&rpar; e as captações de referência&comma; que definem que pagará a taxa extra&comma; caiu de 75&percnt; para 60&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O valor de referência representa o saldo dos depósitos cobertos pelo FGC&comma; enquanto a captação de referência representa o total de depósitos na instituição&period; Com a mudança&comma; se o saldo elegível ao FGC representar 60&percnt; do total&comma; a instituição passará a pagar a contribuição extra&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Justificativa<&sol;h2>&NewLine;<p>Em nota&comma; o <strong>BC informou que os aprimoramentos propostos reduzem o risco moral &lpar;incentivos para que uma instituição quebre porque receberá ajuda&rpar;&comma; mas não prejudicam o crescimento orgânico das instituições <&sol;strong>nem a concorrência no setor financeiro&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Fica preservada a expansão da captação sujeita às garantias&comma; contanto que o desempenho da instituição resulte em aumento em seu patrimônio líquido ajustado &lpar;PLA&rpar; – por meio de maiores resultados e atração de capital – ou desde que a instituição expanda suas captações de maneira diversificada&comma; incluindo também outros instrumentos e investimentos não sujeitos à garantia do FGC”&comma; explicou o BC&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Presidido pelo ministro da Fazenda&comma; Fernando Haddad&comma; o CMN também é composto pela ministra do Planejamento e Orçamento&comma; Simone Tebet&comma; e pelo presidente do BC&comma; Gabriel Galípolo&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2025-08&sol;conselho-monetario-aperta-regras-do-fgc-apos-caso-do-banco-master">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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