<p></p>
<p>Taxa alarmante supera em 42 pontos percentuais a média da população brasileira, que é de 27,26%</p>
<div>
<div class="post_image"><span class="image_fonte">TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2017/09/ae_indios-e1728054623994.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2017/09/ae_indios-e1728054623994.jpg"><br />
								</source></source></picture><span class="image_credits">A maioria dos indígenas, representando 91,93% do total, vive em residências<br /></span></div>
<p>Em 2022, o <strong>Censo Demográfico</strong> do <strong>IBGE</strong> revelou que 69,12% dos <strong>indígenas</strong> no <strong>Brasil</strong>, o que equivale a cerca de 1,1 milhão de pessoas, residiam em condições de precariedade ou careciam de saneamento básico, segundo dados do Censo Demográfico divulgados nesta sexta (4) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essa taxa é alarmante, pois supera em 42 pontos percentuais a média da população brasileira, que é de 27,26%. O estudo avaliou aspectos como abastecimento de <strong>água</strong>, destinação de <strong>esgoto</strong> e <strong>coleta de lixo</strong>. A maioria dos indígenas, representando 91,93% do total, vive em residências. A porcentagem de 69,12% em situação de precariedade é calculada com base em um universo de 1,6 milhão de indivíduos. Dentro das terras indígenas, a situação é ainda mais crítica, com 95,59% dos habitantes vivendo em domicílios que apresentam algum nível de precariedade.</p>
<div class="cta-model cta-model2" name="model2">
<div class="cta-container-general">
<div class="cta-container-model2">
<div class="container-image-text">
<div class="container-img">
 <img id="cta-image" editable="true" name="Imagem:" src="https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png" alt="cta_logo_jp"/>
 </div>
<p>
 <span id="cta-text" editable="true" name="Conteúdo:">Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!</span>
 </p>
</p></div>
</p></div>
</div>
</div>
<p>O IBGE destaca que as deficiências na infraestrutura de saneamento são mais pronunciadas nas terras indígenas do que nas áreas urbanas. Em 2022, 28,82% dos indígenas enfrentavam três tipos de precariedade, enquanto esse número saltava para 62,23% nas terras indígenas. No que diz respeito ao abastecimento de água, 36,79% dos indígenas estavam em condições precárias, em contraste com apenas 6,03% da população em geral. Dentro das terras indígenas, essa porcentagem subia para 69,24%. Em relação ao esgoto, 60,17% dos indígenas utilizavam sistemas inadequados, embora tenha registrado uma leve melhora em comparação a 2010, ainda assim, esse número é superior ao da população total, que é de 23,82%. Quanto à coleta de lixo, 44,73% dos indígenas utilizavam métodos precários, enquanto apenas 9,1% da população geral se encontrava nessa situação.</p>
<p><em>Publicado por Luisa dos Santos</em><br /><em>*Reportagem produzida com auxílio de IA</em></p>
</p></div>
<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/censo-2022-mais-de-um-milhao-de-indigenas-vivem-com-ausencia-de-saneamento-basico.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


A Prefeitura de Simões Filho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta quarta-feira…
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, comemorou, nesta quarta-feira (11), o que…
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, comemorou, nesta quarta-feira (11), o que…
Além da quantia, os policiais apreenderam dois veículos de luxo e dois smartphones Reprodução Durante…
A chamada inflação na porta de fábrica terminou 2025 em -4,53%. Este é o segundo menor resultado…
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (10), o projeto de lei complementar que estabelece…