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<p>A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo afirma que o investigado e uma testemunha compareceram à delegacia nessa segunda-feira (18), prestaram depoimento e foram liberados</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/Redes Sociais</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/design-sem-nome-47-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/design-sem-nome-47-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">&#8216;Ele passa a ser perigoso também para a sociedade&#8217;<br /></span></div>
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<p>Uma entidade ambiental oficiou uma ação junto ao Ministério Público do Estado de São Paulo para solicitar medidas preventivas e assegurar que o caso envolvendo os maus-tratos ao cavalo que foi mutilado em <strong>Bananal</strong>, interior paulista, não permaneça impune. A entidade pede que o rapaz investigado responda civil e criminalmente pelos atos. A defesa dele não foi localizada.</p>
<p>“Ao ter alegado que ele estava sob efeito de álcool no momento em que cortou as patas do cavalo, ele passa a ser perigoso também para a sociedade”, afirmou Marcelo Marcondes, diretor jurídico e de direito dos animais pela Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (Anamma) no âmbito nacional e presidente da Anamma-SP.</p>
<p>Em entrevista ao Estadão, Marcondes disse ainda que aguarda a definição dos laudos veterinários que vão apontar se o animal estava vivo ou morto quando teve as patas cortadas.</p>
<p>Para ele, mesmo que seja confirmado que o animal já estivesse morto no momento da mutilação, o sofrimento enfrentado ao longo de um percurso de quase 15 quilômetros em área com muitas subidas já é configurado como uma situação de maus-tratos. “Se for confirmado que o cavalo estava vivo é ainda pior, pois o animal entraria em um estágio de sofrimento sem precedentes, agonizando até a morte”, afirmou ele, que permanece monitorando a situação junto às autoridades responsáveis pelo caso.</p>
<p>Ele espera que ocorra essa judicialização do caso. Para que o responsável venha a ser penalizado e que a justiça seja feita. Segundo Marcondes, o inquérito policial que está sob a reponsabilidade da Polícia Civil também segue em curso e deve ser apresentado nos próximos dias.</p>
<p>Em nota, o MPSP disse que, no momento, os fatos estão sendo apurados pela Delegacia de Bananal. Conforme a Secretaria da Segurança Pública do Estado, o investigado e uma testemunha compareceram à delegacia nessa segunda-feira (18), prestaram depoimento e foram liberados. A defesa não foi localizada. Ainda segundo a pasta, diligências prosseguem para esclarecer os fatos.</p>
<h3><strong>Entenda o caso</strong></h3>
<p>No último sábado (16), dois amigos que moram em Bananal saíram para passear com cavalos. Dalton Oliveira montava um cavalo com pelos escuros e <strong>Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz</strong>, de 21 anos, estava com um cavalo com pelos mais claros, que ele montava pela primeira vez.</p>
<p>Os dois percorreram quase 15 quilômetros na zona rural, sendo a maior parte de subidas, até que o cavalo montado por Andrey parou, numa região conhecida como Serra do Guaraná Quente, por volta das 17h. Aparentando cansaço, o animal deitou e, segundo Dalton narrou à polícia, pareceu ter dificuldades para respirar.</p>
<p>Andrey, que depois contou à TV Vanguarda que estava alcoolizado, supôs que o animal tivesse morrido. Disse a Dalton: “Se você tem coração, melhor não olhar” e, com um facão, decepou as patas do cavalo. Depois ainda desferiu mais golpes contra o cavalo, enquanto Dalton gravava a cena. Postado nas redes sociais, o vídeo viralizou.</p>
<p>Uma médica veterinária avaliou o animal na terça-feira (19), mas, devido à posição em que o corpo do cavalo está, não foi possível tirar conclusões, sendo necessária outra perícia.</p>
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<p>Maltratar animais é crime no Brasil, conforme a Lei nº 9 605/1998, que determina que a pena por “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos” varia de três meses a um ano de detenção, além de multa. A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorre morte do animal. Neste caso, como o cavalo morreu, a pena em caso de condenação pelo crime pode chegar a 1 ano e 4 meses de detenção.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo</em></p>
<p><em>Publicado por Nátaly Tenório</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/cavalo-sofreu-maus-tratos-antes-mesmo-da-mutilacao-diz-entidade.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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