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Caso Master: o que fazia o advogado apontado como ‘operador técnico’ para o BRB

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<p>Daniel Lopes Monteiro é investigado por criar empresas de fachada e contratos falsos para esconder propina milionária e viabilizar fraude bilionária no banco público<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">Joédson Alves &sol; Agência Brasil<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;02&sol;design-sem-nome-42-345x207&period;png"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;02&sol;design-sem-nome-42-750x450&period;png"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Fachada do Banco de Brasília &lpar;BRB&rpar;<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>A nova fase da <strong>Operação Compliance Zero<&sol;strong>&comma; deflagrada pela Polícia Federal &lpar;PF&rpar; nesta quinta-feira &lpar;16&rpar; e que resultou na <strong>prisão preventiva do ex-presidente do Banco de Brasília<&sol;strong> &lpar;BRB&rpar; Paulo Henrique Costa&comma; revelou detalhes sobre o papel do <strong>advogado Daniel Lopes Monteiro<&sol;strong> no esquema&period; Ele&comma; que também foi preso na ação&comma; é apontado pela PF e pelo Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; como o <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;operador técnico e estrutural”<&sol;strong> de uma ação que misturava <strong>fraudes bancárias<&sol;strong> e <strong>corrupção<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a decisão do ministro do STF e relator do Caso Master na Corte&comma; André Mendonça&comma; Daniel Monteiro não atuava apenas como um <strong>defensor jurídico comum<&sol;strong>&comma; mas como uma <strong>peça-chave<&sol;strong> para dar uma <strong>aparência de legalidade a negócios criminosos<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O papel de Monteiro era dividido em duas frentes principais&period; Na primeira&comma; ele era responsável por <strong>criar a arquitetura financeira<&sol;strong> e <strong>societária<&sol;strong> utilizada para esconder o pagamento de propina a Paulo Henrique Costa&period; O ex-presidente do BRB teria recebido cerca de <strong>R&dollar; 146&comma;5 milhões<&sol;strong> em imóveis de luxo em São Paulo e Brasília como recompensa por facilitar negócios com o dono do Banco Master&comma; Daniel Vorcaro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para ocultar quem era o verdadeiro dono desses imóveis&comma; Daniel Monteiro teria providenciado&colon;<&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>A <strong>criação de empresas<&sol;strong> com nomes como Allora e Milano&comma; que inicialmente tinham quase nenhum dinheiro e depois recebiam aportes milionários para comprar os apartamentos&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>O <strong>uso de diretores de fachada<&sol;strong> para essas empresas&comma; incluindo seu próprio cunhado&comma; para evitar que o nome do presidente do BRB aparecesse nos papéis&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>A <strong>guarda de escrituras em seu escritório<&sol;strong>&comma; sem registrá-las em cartório&comma; para evitar que a polícia descobrisse o esquema&semi;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p>Em mensagens obtidas pela polícia&comma; Daniel Monteiro aparece combinando com os envolvidos como &OpenCurlyDoubleQuote;montar a estrutura” para que os bens fossem transferidos em segredo&period; Por esse trabalho&comma; estima-se que o próprio advogado tenha obtido um proveito econômico de mais de <strong>R&dollar; 86 milhões<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Contratos falsos<&sol;h2>&NewLine;<p>Além de <strong>esconder o patrimônio ilícito<&sol;strong>&comma; o advogado é acusado de atuar como um <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;compliance paralelo”<&sol;strong>&period; Na prática&comma; ele ajudava a validar a venda de carteiras de crédito fictícias do Banco Master para o BRB&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Essas carteiras eram&comma; em grande parte&comma; <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;fabricadas”<&sol;strong>&period; O esquema usava <strong>planilhas<&sol;strong> e <strong>documentos forjados<&sol;strong> para <strong>simular empréstimos<&sol;strong> que não existiam de verdade&period; O prejuízo estimado para o banco público distrital chega a <strong>R&dollar; 12&comma;2 bilhões<&sol;strong> em ativos falsos adquiridos&period; Daniel Monteiro participava da <strong>elaboração<&sol;strong> e <strong>ajuste<&sol;strong> desses contratos e procurações que davam um rosto legítimo a esses ativos sem lastro&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>&OpenCurlyQuote;Trava tudo’<&sol;h2>&NewLine;<p>A atuação do advogado foi tão direta que&comma; quando o grupo percebeu que estava sendo investigado pelo Ministério Público Federal em maio de 2025&comma; a ordem dada pelos líderes do esquema foi clara&colon; Daniel Monteiro deveria <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;travar tudo”<&sol;strong>&period; Ele então <strong>interrompeu os pagamentos<&sol;strong> e a <strong>formalização dos imóveis<&sol;strong> para tentar apagar os rastros&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao decretar a prisão preventiva de Monteiro&comma; o ministro André Mendonça destacou que o advogado <strong>transbordou os limites da profissão<&sol;strong>&period; Para o magistrado&comma; os indícios mostram que ele não estava apenas exercendo o direito de defesa de clientes&comma; mas sim <strong>participando ativamente da organização criminosa<&sol;strong>&comma; <strong>lavagem de dinheiro<&sol;strong> e <strong>crimes contra o sistema financeiro<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Uma realidade é a do advogado que patrocina&comma; no exercício legítimo de sua missão constitucional&comma; a defesa de pessoas investigadas ou acusadas da prática de crimes&semi; realidade inteiramente diversa é a daquele profissional que&comma; em comunhão de desígnios com clientes ou terceiros&comma; ingressa na própria tessitura da atividade criminosa&comma; dela tornando-se partícipe”&comma; diz Mendonça na decisão&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>Jovem Pan<&sol;strong> tenta contato com a defesa de Daniel Lopes Monteiro&period; O espaço está aberto para manifestação&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;economia&sol;caso-master-o-que-fazia-o-advogado-apontado-como-operador-tecnico-para-o-brb&period;html">Fonte&colon; 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Redação

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