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<p>‘Ele nunca foi chamado de faccionado, mas lavava dinheiro para o PCC’, diz delegada Ivalda Aleixo em exclusiva à Jovem Pan</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/TVRecord</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/11/gritzbach-345x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/11/gritzbach-750x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Gritzbach se apresentava como empresário do ramo imobiliário, mas também era investigado por lavagem de dinheiro para facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho<br /></span></div>
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<p>Há exato um ano, o <strong>Aeroporto Internacional de Guarulhos</strong>, o mais movimentado do país, foi palco de uma execução em plena luz do dia. A vítima, <strong>Antônio Vinícius Gritzbach</strong>, foi morta a tiros no dia 8 de novembro de 2024, em um crime que chocou o país pela audácia e pelas conexões com o crime organizado. No dia da execução, Celso Araújo Sampaio de Novais, de 41 anos, motorista de aplicativo, também foi atingido pelos tiros e não resistiu aos ferimentos.</p>
<p>O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) concluiu, em apenas quatro meses, uma investigação considerada uma das mais complexas dos últimos tempos. O inquérito principal tem 500 páginas e detalha o papel de cada envolvido. Ao todo, oito pessoas foram indiciadas — seis por homicídio e duas por ajudarem na fuga dos executores.</p>
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<h3>Quem era Gritzbach</h3>
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<p id="caption-attachment-2075644" class="wp-caption-text">Antônio Vinícius Gritzbach foi morto a tiros no Aeroporto de Guarulhos em 8 de novembro de 2024│Reprodução/TVRecord</p>
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<p>Conhecido no meio empresarial, Gritzbach se apresentava como empresário do ramo imobiliário, mas também era investigado por lavagem de dinheiro para facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho, usando a compra e venda de imóveis para movimentar valores ilícitos. “Aqui, ele nunca foi chamado de faccionado”, afirma a diretora do DHPP, delegada Ivalda Aleixo, que coordenou as investigações e participou de entrevista exclusiva com a <strong>Jovem Pan</strong>.</p>
<p>Gritzbach colaborava com a Justiça e era considerado delator de integrantes do crime organizado — o que, segundo a polícia, teria motivado sua execução.</p>
<h3>18 policiais militares réus e três executores a júri popular</h3>
<p>O caso revelou a participação de 18 policiais militares, que se tornaram réus. Três deles, apontados como os executores do crime, foram pronunciados e irão a júri popular. Eles estão presos no Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo. “Foi um trabalho minucioso de cruzamento de dados, imagens e comunicações que posicionou os executores exatamente na cena do crime”, explicou Ivalda Aleixo.</p>
<h3>Mandante e motivação</h3>
<p>As investigações apontam Emílio Carlos Gongorra, o “Cigarreira”, de 44 anos, como mandante da execução. Integrante do Comando Vermelho, ele teria ordenado o assassinato por vingança pessoal. “Havia uma motivação pessoal e uma dívida milionária entre eles”, disse Ivalda Aleixo.</p>
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<p id="caption-attachment-1771317" class="wp-caption-text">Policiais e peritos forenses atendem à cena de um tiroteio no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, em 8 de novembro de 2024 │Miguel Schincariol/AFP</p>
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<p>Cigarreira acreditava que Gritzbach havia mandado matar um comparsa conhecido como “Cara Preto”, em 2021, além de responsabilizá-lo por prejuízos em um esquema de lavagem de dinheiro e investimentos em criptomoedas.<br />O criminoso deixou São Paulo um dia antes do crime, em voo fretado a partir de Jundiaí, e se refugiou no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. Ele e outros dois envolvidos seguem foragidos.</p>
<h3><strong>As joias e o dinheiro </strong></h3>
<p>Outro ponto investigado é a origem de joias avaliadas em cerca de R$ 6 milhões, que Gritzbach tentava recuperar em uma negociação antes de ser morto. As peças haviam sido apreendidas e leiloadas judicialmente, mas voltaram à posse de um empresário identificado apenas como Pablo, que viajou para Dubai no mesmo dia do assassinato. “Outra questão que levantamos é a origem dessas joias e a ligação entre os envolvidos”, afirmou a diretora do DHPP.</p>
<h3>O papel dos seguranças e novas linhas de apuração</h3>
<p>Um segundo inquérito investiga se os seguranças de Gritzbach tiveram participação direta ou indireta no crime. “A gente precisa saber qual foi a participação efetiva deles naquele dia”, destacou a delegada Ivalda Aleixo.<br />A força-tarefa do DHPP analisou 6 terabytes de dados, 20 mil páginas de relatórios e 30 horas de imagens obtidas por meio de quebras de sigilo telefônico, telemático e bancário.</p>
<h3>Um ano depois</h3>
<p>“Foi uma das maiores operações de investigação de homicídio do Estado. Em quatro meses, conseguimos esclarecer o caso principal, identificar mandantes e reunir provas robustas”, concluiu a delegada.<br />Um ano depois da execução, a Polícia Civil considera o caso principal esclarecido. Os executores estão presos, os mandantes foram identificados e as provas, consolidadas.</p>
<p>As investigações seguem sob sigilo judicial, com foco na localização dos foragidos e na elucidação completa da cadeia criminosa.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/caso-gritzbach-completa-um-ano-tres-executores-vao-a-juri-popular-e-18-pms-se-tornam-reus.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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