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<p>Médica foi indiciada por homicídio doloso com dolo eventual – quando se assume o risco de matar -, fraude processual e falsidade ideológica</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/TV Globo</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/05/globo-canal-5-20260503-2000-frame-54408-345x194.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/05/globo-canal-5-20260503-2000-frame-54408-750x422.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Benício<br /></span></div>
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<p><strong>A Polícia Civil do Amazonas concluiu que Benício, de 6 anos, foi vítima de um erro médico grosseiro</strong> e morreu após receber uma <strong>overdose de adrenalina</strong> em um hospital particular de Manaus. As informações foram divulgadas neste domingo (3) pelo Fantástico, da TV Globo.</p>
<p>As investigações apontaram que a criança <strong>deu entrada no Hospital Santa Júlia em novembro de 2025 com tosse seca, sem quadro de gravidade.</strong> Mesmo assim, a médica Juliana Brasil <strong>prescreveu adrenalina para aplicação intravenosa</strong> — medicamento de alta vigilância que deveria ser usado por inalação. A técnica de enfermagem Raiza Bentes, que atuava havia apenas sete meses na profissão, seguiu a prescrição, apesar de a mãe da criança questionar o procedimento, afirmando que o filho nunca havia recebido o remédio na veia.</p>
<p><strong>Minutos após a aplicação, Benício passou mal e foi transferido para a “sala vermelha”</strong>. Ele morreu cerca de 14 horas depois, na UTI do hospital. Peritos da polícia atestaram que o quadro era irreversível e que <strong>não houve erro na intubação ou na conduta da equipe de UTI.</strong></p>
<p>Segundo o Fantástico, a <strong>médica foi indiciada por homicídio doloso com dolo eventual – quando se assume o risco de matar -, fraude processual e falsidade ideológica.</strong> Durante o atendimento, ela trocava mensagens no celular sobre venda de cosméticos e recebia pagamentos via Pix, o que a polícia interpretou como <strong>indiferença total ao estado da criança</strong>. A médica também tentou se livrar da responsabilidade ao apresentar à Justiça um vídeo alegando falha no sistema eletrônico do hospital — perícia técnica comprovou que o sistema não apresentou qualquer problema. Mensagens no celular mostram que ela<strong> chegou a oferecer dinheiro para alguém gravar um vídeo que sustentasse sua versão.</strong></p>
<p><strong>A técnica de enfermagem Raiza Bentes também foi indiciada por homicídio doloso com dolo eventual</strong>. Depoimentos mostram que outra profissional a orientou a aplicar o medicamento por inalação e chegou a preparar o kit de nebulização, mas <strong>Raiza ignorou os protocolos de segurança, como a dupla checagem</strong>.</p>
<p>Além da médica e da técnica, <strong>dois diretores do Hospital Santa Júlia foram indiciados por homicídio culposo</strong>. A polícia concluiu que o hospital funcionava com número insuficiente de enfermeiros e sem farmacêutico para conferir as prescrições, priorizando redução de custos em detrimento da segurança dos pacientes.</p>
<p>A mãe de Benício, Joyce Xavier de Carvalho, disse ao Fantástico que a<strong> família está satisfeita com as conclusões da investigação</strong> e cobra punição dos responsáveis. “Os responsáveis precisam ser punidos pelo que aconteceu, até mesmo para que outras crianças, outras famílias não venham passar o que a gente está passando”, afirmou.</p>
<p><strong>Médica e técnica de enfermagem podem ir a júri popular.</strong> O hospital informou que ainda não foi notificado oficialmente sobre o indiciamento dos diretores e reafirmou seu compromisso com a segurança dos pacientes.</p>
<p>A defesa de Juliana reafirmou ao programa que o sistema de prescrição do hospital apresentou problemas e que houve falhas na intubação. Quanto à venda de maquiagem, o advogado disse que, naquele momento, Benício não era mais responsabilidade da médica.</p>
<p>Os advogados de Raiza informaram que ela está suspensa do exercício profissional e que não pretende retornar à atividade.</p>
<p><em>*texto produzido com auxílio de IA</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/caso-benicio-policia-diz-que-menino-morreu-apos-erro-medico-e-overdose-de-adrenalina.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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