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Cantareira opera com nível crítico; entenda como funciona o monitoramento e o que pode ocorrer

<p><&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">Rovena Rosa&sol;Agência Brasil<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2018&sol;02&sol;1109331-rvrsa&lowbar;abr&lowbar;011620127830&lowbar;1-1&period;jpg"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2018&sol;02&sol;1109331-rvrsa&lowbar;abr&lowbar;011620127830&lowbar;1-1&period;jpg"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Sistema Cantareira &&num;8211&semi; Mairiporã<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>Em meio a um cenário de chuvas irregulares&comma; ondas de calor mais frequentes e aumento do consumo de água&comma; a situação dos reservatórios que abastecem a região metropolitana de São Paulo exige atenção e monitoramento constante&period; Nesta sexta-feira&comma; 9&comma; o sistema Cantareira operava em nível crítico&comma; na faixa especial&comma; com 19&comma;8&percnt;&period; Em termos comparativos&comma; no mesmo dia do ano passado&comma; o volume estava em 50&comma;9&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ele faz parte do Sistema Integrado Metropolitano&comma; que é formado por sete sistemas de reservatórios&period; O sistema todo operava com volume de 27&comma;4&percnt; da capacidade nesta sexta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O Cantareira e Alto Tietê são os principais sistemas que abastecem a Grande São Paulo&comma; com maior capacidade de armazenamento&period; O volume de ambos está em queda desde abril do ano passado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O monitoramento diário é realizado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo &lpar;Sabesp&rpar; e também pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo &lpar;Arsesp&rpar;&comma; que atualizam os níveis dos reservatórios todas as manhãs&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Desde outubro do ano passado&comma; o governo estadual passou a adotar um novo modelo de acompanhamento e gestão dos recursos hídricos&comma; dividido em sete faixas de atuação com base no volume médio dos sete sistemas da Grande São Paulo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Atualmente&comma; a região está na faixa 3&comma; considerada de atenção&comma; que prevê a redução da pressão nos sistemas por 10 horas diárias&comma; entre 19h e 5h&comma; e intensificação das campanhas de conscientização&period; Caso o volume médio dos reservatórios abaixem cerca de três pontos percentuais&comma; a Grande São Paulo entrará na faixa 4&comma; com 12 horas de redução da pressão no sistema&period;<&sol;p>&NewLine;<p><b>Quando poderá ter rodízio&quest; Veja as faixas de monitoramento<&sol;b><&sol;p>&NewLine;<p>– faixa de normalidade&colon; volume de 100&percnt; a 44&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 1&colon; de 44&percnt; a 38&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 2&colon; de 38&percnt; a 32&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 3&colon; de 32&percnt; a 26&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 4&colon; de 26&percnt; a 20&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 5&colon; de 20&percnt; a 10&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 6&colon; de 10&percnt; a 0&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 7&colon; 0&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>Vale ressaltar que os valores porcentuais das faixas podem ser ligeiramente alterados&comma; pois são consideradas questões como a sazonalidade e histórico recente de disponibilidade nos reservatórios&period; Nas faixas de 1 a 3&comma; o foco é em prevenção&comma; consumo racional de água e combate a perdas na distribuição&period; As faixas 1 e 2 estabelecem o Regime Diferenciado de Abastecimento &lpar;RDA&rpar; e a gestão de demanda noturna de 8 horas&comma; respectivamente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já nas faixas 4&comma; 5 e 6&comma; os cenários são de contingência controlada&comma; com períodos ampliados de redução da pressão na rede&comma; por 12&comma; 14 e 16 horas&period; Por fim&comma; na faixa 7&comma; o cenário mais grave inclui o rodízio de abastecimento entre regiões&comma; com obrigação de fornecimento de caminhões-pipa para apoio a serviços essenciais&period;<&sol;p>&NewLine;<p><b>E o Cantareira&quest;<&sol;b><&sol;p>&NewLine;<p>A rede de abastecimento de água na Grande São Paulo é formada por sete sistemas que&comma; juntos&comma; têm capacidade para armazenar quase 2 trilhões de litros de água&period; São eles&colon;<&sol;p>&NewLine;<p>– Cantareira &lpar;único com volume morto&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p>– Alto Tietê<&sol;p>&NewLine;<p>– Guarapiranga<&sol;p>&NewLine;<p>– Cotia<&sol;p>&NewLine;<p>– Rio Claro<&sol;p>&NewLine;<p>– Rio Grande<&sol;p>&NewLine;<p>– São Lourenço<&sol;p>&NewLine;<p>Somente o Cantareira abastece cerca de metade da população da região metropolitana de São Paulo e contribui para o atendimento de Campinas&comma; nas bacias dos rios Piracicaba&comma; Capivari e Jundiaí&period; O Cantareira é composto cinco reservatórios interligados &lpar;Jaguari&comma; Jacareí&comma; Cachoeira&comma; Atibainha e Paiva Castro&rpar; com volume útil total de 981&comma;56 bilhões de litros&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Desde 2018&comma; o sistema conta também com a interligação entre a represa Jaguari &lpar;no rio Paraíba do Sul&rpar; e a represa Atibainha&comma; ampliando a segurança hídrica para a região&period; Porém&comma; tanto o Cantareira quanto o Alto Tietê estão operando nas últimas semanas próximos ao volume de 20&percnt; da capacidade&comma; situação que exige atenção permanente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O monitoramento do sistema Cantareira&comma; que tem gestão compartilhada entre a Agência de Águas do Estado de São Paulo &lpar;SP Águas&rpar; e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico &lpar;ANA&rpar; por envolver rios que não pertencem só a São Paulo&comma; segue critério diferente do sistema integrado&period; Em vez de sete faixas&comma; são cinco&colon;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 1 &lpar;normal&rpar;&colon; volume igual ou maior que 60&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 2 &lpar;atenção&rpar;&colon; volume igual ou maior que 40&percnt; e menor que 60&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 3 &lpar;alerta&rpar;&colon; volume igual ou maior que 30&percnt; e menor que 40&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 4 &lpar;restrição&rpar;&colon; volume igual ou maior que 20&percnt; e menor que 30&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>– faixa 5 &lpar;especial&rpar;&colon; volume acumulado inferior a 20&percnt;<&sol;p>&NewLine;<p>Nesta sexta-feira&comma; o volume do sistema Cantareira está em 19&comma;8&percnt;&comma; de acordo com o monitoramento da ANA&comma; ou seja&comma; está na faixa 5&comma; chamada de especial – com volume estado crítico&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Devido à situação crítica&comma; a ANA explicou que&comma; desde outubro do ano passado&comma; a Sabesp tem reduzido gradualmente a retirada de água do sistema Cantareira&period; A cada faixa&comma; há um limite para a retirada de água pela companhia&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Caso o Sistema Cantareira atinja um volume útil inferior a 20&percnt; em 30 de janeiro&comma; a Sabesp precisará reduzir a vazão retirada máxima média mensal do manancial de até 23 metros cúbicos por segundo para até 15&comma;5m³&sol;s”&comma; afirmou a ANA&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em nota&comma; a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo &lpar;Arsesp&rpar; informou ao Estadão que tem acompanhado de forma contínua a situação dos reservatórios e dos recursos hídricos no Estado de São Paulo&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O atual cenário exige atenção e vem sendo conduzido com base em protocolos técnicos e preventivos estabelecidos no Plano Estadual de Segurança Hídrica”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a agência&comma; o Estado conta hoje com um sistema integrado e mais resiliente de reservatórios&comma; capaz de enfrentar períodos prolongados de estiagem&period; Por isso&comma; apesar do racionamento&comma; ou seja&comma; a redução da pressão nos sistemas&comma; ainda não se fala em rodízio no abastecimento de água&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A Arsesp reforça a importância do uso consciente da água&period; Pequenas atitudes&comma; como fechar a torneira ao escovar os dentes ou lavar a louça&comma; reduzir o tempo de banho&comma; reaproveitar a água da máquina de lavar e corrigir vazamentos&comma; contribuem para a recuperação dos mananciais e ajudam a assegurar água para todos”&comma; informou&period;<&sol;p>&NewLine;<p><b>Chuvas de verão e o nível do Cantareira<&sol;b><&sol;p>&NewLine;<p>Ainda que chova dentro da média histórica nos próximos meses&comma; o Cantareira vai terminar o verão&comma; em março de 2026&comma; em estado de alerta&period; É o que aponta relatório do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais &lpar;Cemaden&rpar; do governo federal&period; Os reservatórios do Cantareira abastecem cerca de 9 milhões de pessoas na Grande São Paulo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No cenário de chuvas na média&comma; o volume útil estimado nos reservatórios para o fim de março é de 39&percnt;&period; A faixa de alerta para o sistema fica entre 30&percnt; e 40&percnt; da capacidade do sistema&period; Depois de março&comma; começa o período de estiagem&comma; que normalmente vai até setembro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Sabesp diz acompanhar os relatórios técnicos da ANA&comma; que reforçam a necessidade de planejamento estrutural e de longo prazo para a segurança hídrica da Grande São Paulo&period; A companhia lembra que historicamente a região tem baixa disponibilidade natural de água e é cada vez mais impactada pela crise climática Diz ainda investir em obras de segurança e resiliência hídrica<&sol;p>&NewLine;<p>Já a Agência de Águas do Estado&comma; SP Águas&comma; afirma que &OpenCurlyDoubleQuote;o cenário projetado para o biênio 2025&sol;2026 assemelha-se a estiagens recentes que o sistema já aprendeu a gerir com eficiência&comma; o que afasta comparações diretas com a crise hídrica da década passada”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&ast;Estadão Conteúdo<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;cantareira-opera-com-nivel-critico-entenda-como-funciona-o-monitoramento-e-o-que-pode-ocorrer&period;html">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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