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Cânceres ginecológicos causam mais de dez mil mortes por ano

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 4<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>Setembro é o mês dedicado à conscientização sobre os cânceres ginecológicos&comma; que representam 19&percnt; dos diagnósticos de neoplasias em mulheres a cada ano em todo mundo&comma; de acordo com a <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;inca&sol;pt-br&sol;acesso-a-informacao&sol;institucional&sol;atuacao-internacional&sol;agencia-internacional-de-pesquisa-em-cancer-iarc" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Agência Internacional de Pesquisa em Câncer<&sol;a> &lpar;IARC&rpar;&period; No Brasil&comma; cerca de 30 mil mulheres por ano são diagnosticadas com um câncer ginecológico&comma; segundo o Instituto Nacional do Câncer &lpar;INCA&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p><span style&equals;"font-size&colon; 17&period;6px&semi;">&OpenCurlyDoubleQuote;<&sol;span><strong style&equals;"font-size&colon; 17&period;6px&semi;">A proposta da campanha realizada em setembro é conscientizar a população feminina sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce dos tumores que acometem o sistema reprodutor feminino<&sol;strong><span style&equals;"font-size&colon; 17&period;6px&semi;">&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; afirma a oncologista Luciana Landeiro&comma; da Oncoclínicas&period;<&sol;span><&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Os <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;oncoguia&period;org&period;br&sol;conteudo&sol;6-sintomas-de-canceres-ginecologicos-que-as-mulheres-nao-devem-ignorar&sol;17255&sol;7&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">cânceres ginecológicos<&sol;a> afetam órgãos do sistema reprodutor feminino&comma; como útero&comma; ovários&comma; vulva e vagina&period; O câncer de colo de útero&comma; ou câncer cervical&comma; é o mais comum&comma; dentre eles&comma; com previsão de 17 mil novos casos por ano no Brasil e representa o terceiro tipo de tumor que mais afeta as mulheres brasileiras &lpar;atrás do câncer de mama e do colorretal&rpar;&comma; segundo o INCA&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Bahia&comma; com estimativa de 1160 novos casos em 2025&comma; é o estado da região Nordeste com maior número de novos casos da doença&period; O câncer de endométrio &lpar;câncer do corpo do útero&rpar; fica em segundo lugar em incidência&comma; dentre os cânceres ginecológicos&comma; com estimativa de 7840 novos casos em 2025 e o de ovário em terceiro com previsão de 7310 novos diagnósticos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Ao contrário do câncer de colo de útero&comma; que já pode ter uma suspeita detectada no exame preventivo&comma; não existe um programa de rastreamento especifico para o câncer de ovário e de endométrio e&comma; por isso&comma; é fundamental reforçar a importância do acompanhamento ginecológico de rotina<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; esclarece a oncologista Daniela Barros&comma; da Oncoclínicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Muitos tumores ginecológicos&comma; especialmente os de ovário e de endométio&comma; são detectados em fases avançadas porque são silenciosos ou apresentam sintomas inespecíficos que&comma; muitas vezes&comma; costumam ser confundidos com condições benignas de saúde<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; acrescenta o oncologista Daniel Brito&comma; da Oncoclínicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Informação é grande aliada<&sol;strong><br &sol;>A infecção persistente por determinados tipos de <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;assuntos&sol;saude-de-a-a-z&sol;h&sol;hpv" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">HPV<&sol;a> &lpar;Papilomavírus humano&rpar;&comma; principalmente o HPV-16 e o HPV-18&comma; considerados de alto risco oncogênico&comma; é responsável por mais de 90&percnt; dos casos de câncer de colo de útero&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Um levantamento da Fundação Nacional do Câncer revelou que até 37&percnt; dos jovens e 17&percnt; dos responsáveis desconhecem que a vacina contra HPV previne o câncer do colo do útero&period; 20&percnt; acreditam que a vacina pode prejudicar a saúde e 22&percnt; que pode incentivar iniciação sexual precoce&semi; entre 34&percnt; e 61&percnt; dos entrevistados não conheciam a população-alvo elegível para receber o imunizante&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para combater a desinformação e salvar vidas&comma; as campanhas de conscientização com o apoio da imprensa são fundamentais&period; O oncologista Daniel Brito lembra que a vacina contra HPV&comma; os exames preventivos&comma; os hábitos saudáveis e a atenção aos sinais são os principais aliados da prevenção dos cânceres ginecológicos&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Atenção aos sinais do corpo<&sol;strong><br &sol;>Os sintomas variam de acordo com o tipo e extensão de tumor&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É importante estar atento aos sinais e sintomas persistentes&comma; ao notar qualquer alteração&comma; a mulher deve buscar logo seu médico para avaliação”&comma; recomenda a oncologista Camila Chiodi&comma; da Oncoclínicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É sempre bom lembrar que o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura&comma; no caso do câncer de colo de útero&comma; por exemplo&comma; a cura pode chegar a 90&percnt; dos casos&comma; quando o tumor é detectado e tratado em sua fase inicial”&comma; reforça a especialista&period;<&sol;p>&NewLine;<p>– <strong>Alteração do fluxo menstrual<&sol;strong><br &sol;><strong>– Corrimento com sangue escuro e&sol;ou forte odor<&sol;strong><br &sol;><strong>– Aumento de gases ou indigestão<&sol;strong><br &sol;><strong>– Dor durante relação sexual<&sol;strong><br &sol;><strong>– Perda de peso sem causa aparente<&sol;strong><br &sol;><strong>– Inchaço abdominal<&sol;strong><br &sol;><strong>– Dor pélvica<&sol;strong><br &sol;><strong>– Sensação de pressão no abdômen ou pelve<&sol;strong><br &sol;><strong>– Fadiga persistente<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Fatores de risco e estilo de vida<&sol;strong><br &sol;>Idade avançada&comma; histórico familiar da doença&comma; infecção por HPV&comma; tabagismo&comma; obesidade&comma; menarca precoce &lpar;antes dos 12 anos&rpar; ou menopausa após os 52 anos e uso prolongado de contraceptivos orais são alguns dos fatores que podem aumentar o risco para desenvolvimento de um câncer ginecológico&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Não ter tido filhos&comma; multiplicidade de parceiros sexuais e reposição hormonal feita de forma inadequada também são fatores de risco”&comma; destaca a oncologista Julia de Castro de Souza&comma; da Oncoclínicas&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Adotar um estilo de vida saudável&comma; não fumar&comma; praticar atividade física regular e ter uma alimentação equilibrada são medidas que reduzem o risco do câncer”&comma; afirma a oncologista Hamanda Nery&comma; da Oncoclínicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A pratica regular de atividade física está associada a redução de 13 tipos de câncer&comma; dentre eles o de endométrio&comma; um dos três cânceres ginecológicos de maior incidência no Brasil<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; acrescenta Luciana Landeiro&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Imunização contra o HPV&colon; rede pública e privada<&sol;strong><br &sol;>A vacina reduz o risco de infecções pelo HPV e doenças associadas&comma; incluindo diversos tipos de câncer&comma; como o de colo de útero&period; Com eficácia superior a 90&percnt; e aplicada em dose única&comma; a vacinação quadrivalente contra o HPV&comma; está disponível no SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos e&comma; até dezembro&comma; foi estendida para jovens até os 19 anos&comma; com o objetivo de &OpenCurlyDoubleQuote;resgatar” adolescentes que não se vacinaram&period; De acordo com o Ministério da Saúde&comma; apenas 1&comma;5&percnt; dos jovens entre 15 e 19 anos de idade já tomaram a vacina&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também foram incorporados como grupos prioritários os usuários de PrEP &lpar;profilaxia pré-exposição ao HIV&rpar; e indivíduos imunossuprimidos &lpar;nesses casos o esquema vacinal é de três doses&rpar;&comma; de 9 a 45 anos&comma; de ambos os sexos&period; Pessoas vítimas de violência sexual&comma; entre 9 e 45 anos e que ainda não foram vacinadas&comma; também fazem parte do grupo prioritário&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na rede privada&comma; além da versão quadrivalente&comma; está disponível a vacina nonavalente&comma; que protege contra os subtipos 6&comma; 11&comma; 16&comma; 18&comma; 31&comma; 33&comma; 45&comma; 52 e 58&comma; ampliando a cobertura contra cânceres associados ao HPV&period; Nesse caso o esquema de vacinação é de duas doses para crianças e adolescentes até 14 anos e três doses a partir dos 15 anos ou para imunossuprimidos&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A vacinação contra HPV&comma; o rastreamento e o acesso aos tratamentos fazem parte da estratégia global da OMS para erradicação do câncer de colo de útero até 2030″&comma;<&sol;strong> finaliza a oncologista Luciana Landeiro&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;canceres-ginecologicos-causam-mais-de-dez-mil-mortes-por-ano-no-brasil&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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