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<p>Comissões Parlamentares de Inquérito, que deverão ser instaladas em 15 dias, foram propostas pelos vereadores Rubinho Nunes (União Brasil) e Janaina Paschoal (Progressistas) </p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2023/06/design-sem-nome-2023-06-26t210624.881-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2023/06/design-sem-nome-2023-06-26t210624.881-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">CPIs foram aprovadas em sessão ordinária na última terça-feira (15)<br /></span></div>
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<p>A <strong>Câmara Municipal de São Paulo</strong> aprovou, em sessão ordinária na última terça-feira (15), a criação de duas <strong>Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs)</strong> que prometem movimentar os bastidores políticos da cidade. A primeira CPI, proposta pelo vereador<strong> Rubinho Nunes</strong>, do União Brasil, tem como objetivo investigar os populares “pancadões” que ocorrem nas periferias da capital. Esses eventos, segundo o vereador, são organizados de forma ilegal e estão associados a problemas como desordem, tráfico de drogas, perturbação do sossego e exploração de menores. A comissão, que será presidida por Nunes, terá um prazo inicial de 120 dias, com possibilidade de prorrogação, para identificar os responsáveis diretos e eventuais agentes públicos que possam estar colaborando ou se omitindo na fiscalização desses eventos.</p>
<p>A segunda CPI, proposta pela vereadora Janaina Paschoal, foca em uma questão de privacidade e segurança de dados: o escaneamento e a venda de informações da íris do olho de cidadãos por empresas. A vereadora destacou a relevância internacional dessa investigação, uma vez que os dados dos cidadãos foram enviados para o exterior, levantando preocupações sobre a finalidade desse compartilhamento. Ambas as CPIs foram aprovadas na mesma sessão, refletindo a preocupação da Câmara com questões de segurança e privacidade dos cidadãos paulistanos.</p>
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<p>Por outro lado, outras duas CPIs, que investigariam fraudes na comercialização de habitações de interesse social e as causas das enchentes no Jardim Pantanal, enfrentam um futuro incerto. O prazo para a indicação dos integrantes dessas comissões está se esgotando, e a falta de apoio da base governista sugere que elas podem não ser implementadas. Mesmo com a oposição buscando a justiça para exigir a instalação das comissões, a expectativa é que as propostas não avancem, destacando as dificuldades enfrentadas por algumas iniciativas dentro da Câmara Municipal.</p>
<p><em>*Com informações de Misael Mainetti</em></p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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