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Brasil mantém otimismo com acordo Mercosul–UE, diz Alckmin

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia está bem encaminhado&comma; disse nesta terça-feira &lpar;6&rpar; o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento&comma; Indústria&comma; Comércio e Serviços&comma; Geraldo Alckmin&period; <strong>Segundo ele&comma; o governo brasileiro mantém uma postura otimista sobre a conclusão das negociações&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O próximo acordo&comma; fruto de um longo trabalho&comma; mais de duas décadas&comma; é Mercosul–UE&period; Está bem encaminhado&period; Quero reiterar que nós estamos otimistas e é muito importante para o Mercosul&comma; para a União Europeia e para o comércio global que&comma; no momento de guerras&comma; de conflitos&comma; de geopolítica instável&comma; de protecionismo&comma; será o maior acordo do mundo”&comma; disse Alckmin em entrevista para anunciar o resultado da balança comercial brasileira de 2025&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Adiamento<&sol;h2>&NewLine;<p>A assinatura do tratado estava prevista para dezembro&comma; durante a cúpula do Mercosul&comma; mas acabou adiada diante da falta de consenso entre os países europeus&period; As principais resistências partiram de uma ala conservadora da Itália e&comma; sobretudo&comma; de agricultores da França&comma; que pressionaram seus governos contra o avanço do acordo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O presidente francês&comma; Emmanuel Macron&comma; declarou recentemente que a França não apoiará o tratado sem a inclusão de novas salvaguardas para proteger os produtores rurais do país&period; Atualmente&comma; a França é o principal foco de oposição ao acordo dentro da União Europeia&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Apesar das dificuldades&comma; a Comissão Europeia informou na segunda-feira &lpar;5&rpar; que houve avanço nas negociações para viabilizar a aprovação do tratado&period;<&sol;strong> Mesmo assim&comma; não há confirmação oficial para a assinatura&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Mesmo após a eventual assinatura&comma; o acordo precisará cumprir uma série de etapas formais&period; <strong>No Brasil&comma; o texto deverá passar pelos trâmites internos do Executivo e do Legislativo&comma; incluindo análise e votação no Congresso Nacional&period;<&sol;strong> Na Europa&comma; será necessário o aval do Conselho Europeu e do Parlamento Europeu&comma; além da ratificação pelos parlamentos nacionais dos 27 países-membros da União Europeia&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Importância estratégica<&sol;h2>&NewLine;<p>Em entrevista após a divulgação dos dados da balança comercial de 2025&comma; Alckmin reforçou a importância estratégica do acordo em um cenário internacional marcado por conflitos&comma; instabilidade geopolítica e avanço do protecionismo&period; Segundo ele&comma; o tratado Mercosul–UE tende a se tornar o maior acordo comercial do mundo&comma; fortalecendo o multilateralismo e o livre comércio&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>O vice-presidente destacou ainda que a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é priorizar o diálogo e a negociação&period;<&sol;strong> Além do acordo com a União Europeia&comma; o governo trabalha para avançar em novas parcerias em 2026&comma; como o tratado entre Mercosul e Emirados Árabes Unidos e a ampliação de preferências tarifárias com Índia&comma; México e Canadá&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Ao comentar o desempenho do comércio exterior&comma; Alckmin ressaltou que as exportações brasileiras cresceram 5&comma;7&percnt; em 2025&comma; mais que o dobro da projeção de crescimento do comércio global&comma; estimada em 2&comma;4&percnt; pela Organização Mundial do Comércio &lpar;OMC&rpar;&period;<&sol;strong> Ele também destacou a Argentina como o país com maior expansão nas compras de produtos brasileiros no ano passado&comma; com alta de 31&comma;4&percnt;&comma; impulsionada principalmente pelo setor automotivo&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2026-01&sol;brasil-mantem-otimismo-com-acordo-mercosul-ue-diz-alckmin">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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