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<p>Mudança no cenário social é resultado da recuperação do emprego e do aumento da renda, embora a desigualdade ainda permaneça como um desafio</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">José Cruz/Agência Brasil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/07/real_moedadinheiro_jfcrz_abr_1701220049_1-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/07/real_moedadinheiro_jfcrz_abr_1701220049_1-676x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Dinheiro, Real Moeda brasileira<br /></span></div>
<p>O <strong>Brasil</strong> alcançou um marco significativo ao registrar que 50,1% dos lares pertencem às classes C e superiores, o que reflete uma renda mensal domiciliar acima de R$ 3,4 mil. Essa mudança no cenário social é resultado da recuperação do emprego e do aumento da renda, embora a desigualdade ainda permaneça como um desafio. A redução do desemprego tem contribuído para a melhoria da renda familiar, mas a qualidade da educação pode impactar a mobilidade social no futuro. Desde o ano passado, muitas famílias que estavam nas classes D e E conseguiram migrar para a classe C, impulsionadas pela recuperação do mercado de trabalho após a pandemia. A classe C, em particular, viu um crescimento de 9,5% em sua renda, e as previsões para 2025 indicam que essa classe continuará a se destacar, com uma expectativa de aumento de 6,4% na renda.</p>
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<p>Apesar dos avanços observados, a mobilidade social para as classes D e E pode enfrentar dificuldades nos próximos anos. Fatores como salários baixos e altas taxas de informalidade no trabalho dificultam a ascensão dessas famílias. Embora a entrada no mercado de trabalho seja essencial para a redução da pobreza, ela sozinha não é suficiente para erradicá-la. Em 2024, o Brasil alcançou uma taxa de desemprego de 6,1%, o que representa o menor índice já registrado.</p>
<p>Além disso, a renda média domiciliar per capita cresceu 6,98%, com um aumento ainda mais expressivo de 10,2% entre os 50% mais pobres da população. A criação de 3,6 milhões de empregos com carteira assinada entre 2023 e 2024 foi um fator importante para essa melhoria social. Entretanto, a elevação da taxa Selic pode favorecer mais a classe A, que possui rendimentos concentrados em investimentos financeiros.</p>
<p>Publicado por Sarah Paula</p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/economia/brasil-atinge-501-de-lares-nas-classes-c-e-superiores-com-aumento-de-renda.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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