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<p>PEC da Blindagem, que dificulta a investigação de parlamentares, exige que o Legislativo autorize qualquer processo contra eles, o que levanta preocupações sobre a impunidade</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">MARCELO D. SANTS/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/manifestacao-paulista-345x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/09/manifestacao-paulista-750x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Imagem aérea do ato na Avenida Paulista, região central de São Paulo, neste domingo (21), contra a PEC da Blindagem, aprovada na Câmara, que pode dificultar processos criminais contra parlamentares, contra a Pec da Anistia e pela Soberania do país<br /></span></div>
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<p>A música sempre teve um papel fundamental nos momentos críticos da democracia brasileira. Durante a década de 1960, a Música Popular Brasileira (MPB) se tornou um veículo de resistência contra a ditadura militar. Agora, a participação de ícones como <strong>Chico Buarque</strong>,<strong> Caetano Veloso</strong> e <strong>Gilberto Gil</strong> em um protesto contra a <strong>PEC da Blindagem</strong> e a <strong>anistia</strong> aos golpistas do 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, pode ser um ponto de virada significativo. Outros nomes da música, como: Djavan, Marina Sena, Ivan Lins, Maria Gadú, Paulinho da Viola e Lenine, também estiveram presentes.</p>
<p>Neste domingo (21), em Copacabana, no Rio de Janeiro, o ato uniu a música e ativismo político e contou com 41,8 mil pessoas, segundo o Monitor do Debate Público da USP. Em São Paulo, mais 42,2 mil pessoas marcaram presença na Avenida Paulista, e levaram uma grande bandeira do Brasil em um contraponto ao símbolo dos Estados Unidos exibido por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) em ato a favor da anistia no dia 7 de Setembro. No ato bolsonarista pró-anistia foram 42,2 mil.</p>
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<p>O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) disse durante manifestação na Avenida Paulista, que o Congresso precisa derrotar o que chamou de “anistia light” aos condenados nos ataques de 8 de Janeiro. “Não tem meio termo”, afirmou. Os atos convocados por centrais sindicais, partidos de esquerda e artistas ocorrem em pelo menos 25 capitais e 30 outras cidades brasileiras neste domingo, 21, contra a anistia a golpistas e a PEC da Blindagem. O ex-ministro José Dirceu (PT) criticou duramente o Congresso Nacional, durante manifestação em apoio ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada em Brasília e em mais de 30 cidades pelo país.</p>
<p>“Temos que tomar consciência de que, para mudar esse País, temos que mudar o Congresso Nacional”, afirmou Dirceu, ao criticar a aprovação da chamada PEC da Blindagem e a tentativa de anistia a envolvidos em atos golpistas. Segundo ele, o Legislativo se recusa a debater projetos do governo, como a isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil e o fim da escala 6 por 1. A PEC da Blindagem, que dificulta a investigação de parlamentares, exige que o Legislativo autorize qualquer processo contra eles, o que levanta preocupações sobre a impunidade. A presença de Chico, que tem se mantido mais reservado nos últimos anos, indica um retorno à cena pública em um momento crucial.</p>
<p>A bancada do PT no Senado anunciou, neste domingo, ser unanimemente contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, aprovada pela Câmara dos Deputados na última semana. Em nota, o grupo disse que o texto é um “atentado” contra a Constituição. “Ao criar privilégios injustificáveis para parlamentares, subverte-se a lógica elementar do Estado Democrático de Direito: o mandato não é um salvo-conduto para a impunidade”, escreveram os nove senadores petistas.</p>
<p>A manifestação, que ganhou força nas redes sociais, é um reflexo do engajamento desses artistas em questões sociais e políticas. Caetano Veloso fez um apelo à população e à classe artística para se unirem ao protesto, ressaltando a importância da música como um meio de expressão política. A MPB sempre foi um espelho das lutas sociais, desde os anos 1930 até a resistência durante a ditadura, e essa nova mobilização busca resgatar esse legado.</p>
<p>Entretanto, a situação atual apresenta desafios para a esquerda, uma vez que a música não ocupa mais o mesmo espaço na sociedade que teve em décadas passadas. O bolsonarismo, por sua vez, continua a mobilizar seus apoiadores nas ruas, criando um cenário polarizado.</p>
<p>*Com informações do Estadão Conteúdo</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/atos-contra-anistia-e-pec-da-blindagem-conta-com-chico-caetano-e-gilberto-gil-e-leva-mais-de-42-mil-pessoas-a-paulista.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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