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Ato da SJDH e Metrô Bahia marca o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo | SECOM

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Com emoção&comma; escuta ativa e compromisso coletivo&comma; a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia &lpar;SJDH&rpar; e o Metrô Bahia realizaram&comma; na última quarta-feira &lpar;28&rpar;&comma; o Ato pela Erradicação do Trabalho Escravo&comma; na Estação de Metrô da Rodoviária &lpar;Iguatemi&rpar;&comma; em Salvador&period; A mobilização integrou a programação do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo&comma; reunindo órgãos públicos&comma; entidades da sociedade civil e usuários do transporte público em um dos pontos de maior circulação da capital&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com o lema &OpenCurlyDoubleQuote;Parece absurdo&comma; mas o trabalho escravo ainda existe&excl;”&comma; a ação reforçou a importância da informação&comma; da denúncia e do trabalho em rede para o enfrentamento a essa grave violação de direitos humanos&period; A programação contou com exposição da campanha&comma; intervenções artísticas&comma; samba de roda&comma; exibição de vídeo institucional e a distribuição de materiais informativos sobre os canais de denúncia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Um dos momentos mais marcantes do ato foi a participação de pessoas que vivenciaram situações de trabalho análogo à escravidão&period; Os depoimentos trouxeram humanidade e urgência ao debate&comma; sensibilizando o público que circulava pela estação&period; A atividade também contou com uma intervenção do &OpenCurlyQuote;Grupo de Teatro da Coletiva de Mulheres Negras – Creuza Oliveira’&comma; que encenou uma situação de exploração no trabalho doméstico&comma; provocando reflexão imediata entre os presentes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Desde 2017&comma; com a intensificação da fiscalização&comma; temos registrado um número crescente de trabalhadoras domésticas resgatadas do trabalho escravo&period; Só quem viveu essa realidade sabe as marcas que ela deixa&period; Eu comecei a trabalhar aos 8 anos e fui resgatada aos 14&comma; aqui em Salvador&comma; após viver privações como falta de salário&comma; alimentação e liberdade&period; Histórias como a minha se repetem entre trabalhadoras domésticas&comma; que muitas vezes chegam com a promessa de estudar e ter uma vida digna&comma; mas acabam submetidas a condições análogas à escravidão”&comma; afirmou Valdirene Boaventura&comma; secretária de Assuntos Jurídicos do Sindoméstico Bahia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Durante o evento&comma; a coordenadora de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da SJDH&comma; Hildete Emanuelle&comma; destacou a importância de aproximar a sociedade do tema e reforçou o papel da Coetrae-Ba no enfrentamento ao crime&period; Segundo ela&comma; a comissão reúne representantes de nove secretarias estaduais e mais de vinte organizações da sociedade civil&comma; formando uma rede diversa e estratégica para o avanço das políticas públicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O trabalho escravo atinge principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade&comma; muitas vezes vítimas de falsas promessas&period; Esse lugar de escuta e de provocação é fundamental para que a gente avance na erradicação do trabalho escravo&period; Esse é um crime que atinge&comma; sobretudo&comma; as pessoas mais vulneráveis&comma; que&comma; diante da falta de oportunidades e do desespero&comma; acabam caindo em falsas promessas e sendo submetidas a condições análogas à escravidão”&comma; afirmou a coordenadora&comma; reforçando que a campanha &OpenCurlyDoubleQuote;Parece absurdo&comma; mas o trabalho escravo ainda existe&excl;” permanece na estação Rodoviária &lpar;Iguatemi&rpar; até o dia 12 de fevereiro para visitação dos passageiros do modal&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Anúncio de edital para Centro de Referência<&sol;strong><br &sol;>Como anúncio central do ato&comma; a SJDH informou que nos próximos dias será lançado o edital para a construção do Centro de Referência de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Combate ao Trabalho Escravo&comma; uma iniciativa inédita no Brasil&period; O equipamento contará com equipe multidisciplinar para oferecer suporte emocional&comma; jurídico e institucional a pessoas resgatadas de situações análogas à escravidão&comma; migrantes&comma; refugiados&comma; expatriados e outros grupos em situação de vulnerabilidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A proposta inovadora reunirá&comma; em um único espaço&comma; diferentes frentes de atendimento e acolhimento&comma; fortalecendo a política pública de enfrentamento e prevenção&comma; além de garantir proteção integral às vítimas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Marcaram presença no ato&colon; Secretaria da Saúde &lpar;SESAB&rpar;&semi; Secretaria de Promoção e Igualdade Racial &lpar;SEPROMI&rpar;&semi; Secretaria Desenvolvimento Rural &lpar;SDR&rpar;&semi; Secretaria de Segurança Pública &lpar;SSP&rpar;&semi; Secretaria de Educação &lpar;SEC&rpar;&semi; Secretaria de Políticas para Mulheres &lpar;SPM&rpar;&semi; Secretaria do Trabalho&comma; Emprego&comma; Renda e Esporte &lpar;SETRE&rpar;&semi; Ministério Público do Trabalho &lpar;MPT&rpar;&semi; Ministério Público &lpar;MP&rpar;&semi; Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região &lpar;TRT5&rpar;&semi; Superintendência Regional do Trabalho &lpar;SRT&rpar;&semi; SAFITEBA – Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho&semi; SINDOMÉSTICO – BAHIA&semi; Projeto AXÉ&semi; CRT&semi; DIEESE&semi; AMATRA 5 &lpar;Associação dos&period; Magistrados da Justiça do&period; Trabalho da 5ª Região&rpar;&semi; Reportér Brasil&semi; FENASTRAM&semi; Central Única dos Trabalhadores &lpar;CUT&rpar;&semi; Força Sindical&semi; FENASTRAN&semi; Prefeitura de Lauro de Freitas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Mobilização e memória<&sol;strong><br &sol;>Celebrado anualmente em 28 de janeiro&comma; o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo foi instituído em memória dos auditores fiscais do trabalho e de um motorista assassinados em 2004&comma; durante fiscalização de denúncias em Unaí &lpar;MG&rpar;&period; A data simboliza resistência&comma; mobilização social e reconhecimento da atuação dos órgãos de defesa dos direitos humanos&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em><strong>Fonte&colon; Ascom&sol;SJDH<&sol;strong><&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"http&colon;&sol;&sol;www&period;ba&period;gov&period;br&sol;comunicacao&sol;noticias&sol;2026-01&sol;378048&sol;ato-da-sjdh-e-metro-bahia-marca-o-dia-nacional-de-combate-ao-trabalho">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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