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<p>Com peças enriquecidas de cristais Swarovisk, mostra Chão Rachado, de Geovana Clea, acontece dia 4 de outubro, na G Gallery, em São Paulo</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-koiupanka-295x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-koiupanka-642x450.jpg"><br />
								</source></source></picture><span class="image_credits">Geovana Clea (ao centro) com indígenas Koiupanká, em Inhapi, no sertão de Alagoas<br /></span></div>
<p style="font-weight: 400;">Cultuar as origens através da arte. Esse é o propósito de Geovana Clea, artista alagoana originária de Inhapi, sertão de <strong>Alagoas</strong> que acaba de voltar ao país para difundir mais uma vez a cultura indígena. A brasileira é madrinha pela segunda vez dos Jogos Olímpicos Indígenas. Mesmo radicada na <strong>Europa</strong> há mais de 20 anos, Geovana faz questão de enfatizar suas raízes, destacando sua paixão pela natureza e por tudo que a torna uma grande protagonista da causa ambiental. “Crio minhas obras inspiradas na geologia e com isso me aproximo dos <strong>indígenas</strong> que constantemente praticam o amor pela natureza. Esse elo entre nós confirma, para mim, a pureza do sentimento. Sei bem que onde alguém ocupar um espaço entre eles, nesse alguém eles têm que ter visto amor verdadeiro, e este é o meu sentimento. Honrada em ser mais uma vez madrinha de um evento lindo. Gostaria, do fundo do coração, que Brasil conhecesse o que eles têm de lindo para mostrar, e não somente para nós, mas para todo o mundo. Os jogos são uma ocasião única para fazer parte dessa incrível realidade e experiência”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Os jogos e o trabalho da artista têm princípios em comum. Os Koiupanká estão em Inhapi há cerca de 200 anos e conquistaram um reconhecimento como sociedade etnicamente distinta. Internacionalmente conhecida, ela apresenta uma “preview” de sua exposição em São Paulo durante os Jogos Olímpicos Indígenas de 2024. A exposição será dia 4 de outubro e terá direção de Gabi Paína e curadoria de Mariana Moura. Na G Gallery, a artista apresenta 15 obras da série Chão Rachado enriquecidas com cristais Swarovisk originais, visto que Geovana está entre os três artistas visuais no mundo certificados pela empresa.</p>
<p style="font-weight: 400;">As obras de Geovana Clea têm uma profunda conexão com a natureza, extraem elementos como o barro do solo sagrado do povo Koiunpanka. “Crio obras que eternizam o amor pela natureza e são extraídas da terra sagrada sertaneja recolhida pelas mãos dos próprios indígenas e pelas minhas mãos. Utilizo três cores: branco, preto e vermelho. O branco simboliza a origem e a paz; vermelho representa o sangue dos antepassados, enquanto se acredita que o solo alcalino se transformou em pedras de Toá vermelha. O preto é derivado do carvão vegetal da planta facheiro. Assim, as cinzas dessa planta são usadas para criar a cor preta, que, junto com o branco e o vermelho, representam a resistência do indígena sertanejo” detalha.</p>
<div id="attachment_1733277" style="width: 385px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-1733277" class="size-medium wp-image-1733277" src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras-375x500.jpeg" width="375" height="500" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras-375x500.jpeg 375w, https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras-540x720.jpeg 540w, https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras-324x432.jpeg 324w, https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras-432x576.jpeg 432w, https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras-253x337.jpeg 253w, https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras-338x450.jpeg 338w, https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras-155x207.jpeg 155w, https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras-600x800.jpeg 600w, https://jpimg.com.br/uploads/2024/09/geovana-clea-e-obras.jpeg 700w" sizes="(max-width: 375px) 100vw, 375px"/></p>
<p id="caption-attachment-1733277" class="wp-caption-text">Geovana Clea e suas obras</p>
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<p style="font-weight: 400;">A cumplicidade da brasileira não fica só na produção das obras. Ela se envolve pessoalmente com a comunidade e, para manter as tradições e a cultura locais vivas, ajuda a desenvolver projetos, inclusive educacionais. “É preciso manter a ancestralidade e a sobrevivência desse povo. Assim, os Jogos Indígenas têm o objetivo de unificar e promover trocas culturais por meio das modalidades tradicionais dos povos.” As obras com os três barros — branco, vermelho e preto que os indígenas utilizam para pintar seus corpos durante os rituais — estão expostas durante a cerimônia em Inhapi, conectando a artista ao que melhor a traduz: o sentimento que carrega em relação às suas origens.</p>
<p style="font-weight: 400;">O branco é visto como a origem de tudo, remetendo aos tempos da criação. Já o vermelho, ao contrário do que ocorre entre os povos do Xingu, que o utilizam em celebrações, serve para o povo Pankaralu como lamento pelas perdas de ancestrais que foram mortos, perseguidos e massacrados pelos invasores de seu território. Dessa forma, as três cores — vermelho, branco e preto — extraídas do facheiro tornam-se símbolos de resistência e identidade para esse povo. A artista teve a sensibilidade de unir a cultura sertaneja e o simbólico chão rachado do sertão à cultura tradicional indígena, criando um elo entre os povos do sertão e a população não indígena. “Eu apoio a causa porque dentro dela existem muitas coisas fundamentais para a nossa vida, como a visão sobre a preservação e o cuidado com o meio ambiente”, enfatiza.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/entretenimento/artista-alagoana-apresenta-previa-de-exposicao-que-evidencia-a-cultura-indigena.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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