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<p>Lideranças da categoria se encontraram com Boulos, o diretor-geral da ANTT e secretário-executivo do Ministério dos Transportes para tratar da implementação da MP que endurece as regras do frete</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Valter Campanato/Agência Brasil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2017/04/1422114674-paralisacao-de-caminhoneiros-afeta-rodovias-em-todo-o-brasil.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2017/04/1422114674-paralisacao-de-caminhoneiros-afeta-rodovias-em-todo-o-brasil.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">A categoria começou a se mobilizar no início da semana passada para paralisar as atividades em razão do aumento do preço do diesel<br /></span></div>
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<p><strong>Lideranças dos caminhoneiros se reuniram nesta quarta-feira (25), no Palácio do Planalto,</strong> com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Theo Rodrigues da Rocha Sampaio, e o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro. <strong>Após o encontro, a categoria confirmou que não entrará em greve</strong>.</p>
<p>“A gente fez reuniões com outros sindicatos do Brasil, com a nossa federação, e chegamos ao denominador comum de que a gente tinha que colocar <strong>uma das pautas mais importantes</strong>, que é o piso mínimo de frete”, declarou o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros de Santos-São Paulo, Luciano Santos.</p>
<p>O encontro no Planalto foi marcado para tratar da implementação da <strong>medida provisória que </strong><strong>endurece as regras de frete e aumenta a proteção da categoria</strong>, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na quinta-feira (19). Essa era a <strong>principal reivindicação da</strong> classe que considera os<strong> valores pagos insuficientes diante dos custos atuais</strong>.</p>
<p>Antes da assinatura da MP, os caminhoneiros começaram a se planejar para <strong>entrar em greve em razão da alta do diesel</strong>. <strong>O conflito travado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã</strong> fez com que o preço do combustível alcançasse R$ 6,80, <strong>segundo balanço da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</strong>. Segundo a ValeCard, houve um <strong>aumento de aproximadamente 18%</strong> desde o início da guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro.</p>
<p>Por meio da MP, <strong>o governo federal busca assegurar condições mais justas</strong> para os caminhoneiros, <strong>combater práticas abusivas</strong> no setor e dar <strong>maior efetividade à política de preços mínimos do frete rodoviário</strong>.</p>
<p>A medida estabelece <strong>mecanismos mais rigorosos de controle</strong> <strong>com a obrigatoriedade do registro de todas as operações</strong> por meio do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT). O sistema utilizado reunirá<strong> informações detalhadas sobre o frete, como valores pagos e o piso mínimo aplicável</strong>. Assim, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) conseguirá <strong>identificar e até bloquear operações realizadas abaixo do valor legal</strong>.</p>
<p>Em caso de descumprimento, as empresas transportadoras poderão sofrer desde a <strong>suspensão cautelar do registro no RNTRC até o cancelamento da autorização</strong> para atuar no setor por até dois anos, em casos mais graves ou de reincidência. <strong>Já os transportadores autônomos (TAC) não serão alvo dessas suspensões</strong>.</p>
<p>Em 18 de março, o ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciou <strong>medidas adicionais para garantir o cumprimento dos pisos mínimos de frete do transporte rodoviário de cargas</strong>. “Quem insistir em desrespeitar a tabela passará a ser efetivamente responsabilizado, como transportador, contratante, acionista ou controlador da empresa, com medidas que interromperão a irregularidade, desestimularão a reincidência e corrigirão distorções de mercado”, afirmou o ministro em postagem no X (ex-Twitter).</p>
<p><strong>A possível paralisação também fez com que o governo federal intensificasse as articulações políticas</strong> para tentar frear o impacto da valorização do petróleo sobre o preço do óleo diesel no Brasil. A estratégia central envolve uma costura com as secretarias estaduais de Fazenda para a<strong> redução das alíquotas de ICMS, principal imposto estadual sobre combustíveis.</strong></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/apos-reuniao-com-governo-caminhoneiros-confirmam-que-nao-farao-greve.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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